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terça-feira, 17 de março de 2015

10 coisas que você não sabe sobre si mesmo

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Possuímos livre arbítrio? Nossa espécie evolui para melhor? Existem vários fatos sobre a nossa condição que sequer imaginamos. Para mostrar o que é verdade e o que é mito em relação ao ser humano, listamos 10 coisas que você provavelmente não sabe sobre si próprio:



10. VOCÊ É UM MILAGRE



Antes de tudo, já começamos competindo. Para existir vida humana, um gameta masculino e um feminino devem se conectar. Até isso acontecer, precisamos passar por uma corrida frenética com milhares de outros espermatozoides e ser o primeiro da fila (com exceção de gravidez múltipla)! Só de conseguirmos penetrar o óvulo já somos campeões. Depois, vem o segundo desafio: já somos um amontoado de bolas após a fecundação. Para aquela forma começar a desenvolver orifícios como nariz, boca, etc., já é outra operação delicada da mãe natureza. O zigoto precisa se amassar, contorcer e empurrar em diversos formatos diferentes. Aliás, nosso primeiro orifício a se formar é o ânus, só sendo usado bem mais para frente, no fim da gestação.


9. VOCÊ NÃO TEM A VISÃO 100% PERFEITA




Como em alguns seres vivos que não se desenvolveram totalmente na escala evolutiva, a espécie humana também possui alguns mistérios quanto à funcionalidade de alguns órgãos: para que serve o apêndice? E o siso, por que alguns nascem com 4 e outros com menos? Pois é, incluído nos nossos “defeitinhos”, está o ponto cego existente entre os olhos, um área que a gente simplesmente não enxerga. A princípio, nos acostumamos com isso, mas, para quem perde a visão de um olho, isso pode ser um grande problema.


8. SOMOS INCAPAZES DE FAZER CÓCEGAS EM NÓS MESMOS




O barato da cosquinha é que ela venha de um terceiro! Por isso, se nós fizermos em nós mesmos, o nosso cérebro já estará preparado para o estímulo. A não ser que você seja um esquizofrênico. Para eles, não é tão fácil perceber o seu próprio toque, e por isso podem se deliciar com uma pluma roçando seus pés.

7. VOCÊ PODE CONTAR SEM SABER CONTAR




Quando você é apresentado a grupos de até quatro objetos, não precisa contar para descobrir quantos são. Para esses pequenos grupos, você tem uma compreensão instintiva do número de itens. Isso é verificado também com os membros da tribo Pirahã, aqui do Brasil, que não possuem números em sua língua e são incapazes de contar – e mesmo assim são capazes de compreender números até quatro.

6. SEU ESTÔMAGO É MAIS INTELIGENTE DO QUE VOCÊ PENSA

Você acha que possuímos neurônios apenas no cérebro? Pois então saiba que nosso estômago possui muito mais células do que cérebros de outros animais, sendo até chamado por alguns como “segundo cérebro”. Enquanto outras partes do corpo – as palmas das suas mãos, por exemplo – também têm altos níveis de neurônios, o estômago é o único que pode efetivamente pensar por si mesmo, o que significa que você pode digerir os alimentos sem ter que pensar sobre isso. Já ficou nervoso, irritado, sem nenhuma razão? Já se encontrou incapaz de se concentrar depois de uma enorme refeição? Grande parte da culpa está no seu estômago – mais uma razão para comer com sabedoria!


5. VOCÊ É TÃO PELUDO QUANTO UM CHIMPANZÉ




A não ser que você tenha hipertricose (aquela doença que faz crescer pelos por todo corpo de maneira excessiva), pode acreditar: você tem tanto pelo quanto nossos ancestrais. Assim como os chimpanzés, nós temos pelos em todo o corpo, mas muito mais finos e curtos do que os de nossos primos peludos. A cada polegada quadrada, temos uma média de 500 a 1000 folículos de pelos . Tá se achando a criatura mais peluda da face da Terra? Saiba que a lontra do mar bate esse recorde, com quase um milhão de fios por polegada quadrada!

4. NOSSO CÉREBRO NÃO PARA DE MUDAR




O cérebro é uma metamorfose não-ambulante. Mesmo quando alcança a idade adulta, esse órgão não para de se desenvolver, pois isso significaria que você não seria capaz de mais nenhuma conexão neural – ou seja, não poderia aprender. Como estamos aprendendo todos os dias, o cérebro também muda um pouco todos os dias.

3. VOCÊ POSSUI LISTRAS


Não são só as zebras ou os felinos que possuem uma série de listras no corpo. Nós possuímos micro-listras também, mas elas são invisíveis. Existe uma doença que é capaz de mostrar essas listras, chamada Linhas de Blaschko, que afeta um tipo específico de célula. As listras seguem um “V” sobre as costas, “S” em forma de espirais sobre o peito, estômago e laterais, e formas onduladas na cabeça!

2. SEJA VOCÊ MESMO, MAS NÃO SEJA SEMPRE O MESMO



Você está mudando o tempo todo. Você cresce, a dentição é trocada, seu cabelo vai ficando branco, e assim são as mudanças que nos ocorrem naturalmente. Se você já passou a idade da puberdade, então é provável que nem uma única parte do seu corpo seja igual à que te pertenceu quando bebê. Isto leva a um questionamento interessante, ainda muito debatido por filósofos: se cada parte de você é diferente hoje, você ainda é a mesma pessoa que era no momento do nascimento?

1. VOCÊ NÃO TEM LIVRE-ARBÍTRIO


Você é realmente livre para tomar suas decisões ou forças ocultas ou inconscientes tomam-lhe o domínio? Esse debate é profundo, mas podemos nos basear num experimento realizado em um paciente de Benjamin Libet. Libet, observando o cérebro do paciente, disse-lhe para mover a mão sempre que ele quisesse. Descobriu então que o cérebro registrou o desejo de mover a mão antes mesmo que o próprio homem ficasse ciente deste desejo. Isto sugere que talvez possamos agir impulsivamente, sem realmente tomar uma decisão antes de realizar determinado ato. Ou seja, primeiro acontece a escolha do movimento e só depois a consciência da decisão, e não o contrário.
Vivendo e aprendendo, literalmente, né?
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10 perguntas sobre nosso corpo

21:44 0

 10. Por que nós temos impressões digitais?

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Apesar todo mundo saber como as impressões digitais são úteis, por serem únicas e nos fornecerem um sistema de identificação infalível, a ciência não tem certeza absoluta de por que elas existem. Alguns cientistas têm projetado modelos de computador elaborados para determinar como elas se formam, mas, apesar de entenderem como crescem, não nos dão uma compreensão sobre a razão evolucionária da existência dessa característica. Alguns pesquisadores, contudo, podem estar mais perto de um avanço.
Para entender porque as impressões digitais existem, eles foram estudar casos de pessoas com uma desordem genética muito rara, chamada adermatoglifia, que afeta apenas algumas famílias em todo o mundo e cujos portadores não têm impressões digitais. Além do efeito colateral incomum de suar um pouco menos, essas pessoas parecem não ser nem mais nem menos saudáveis ​​do que todos os outros.
Os pesquisadores estão esperançosos de que, estudando essas famílias e seus genes, eles possam finalmente resolver o mistério evolutivo de impressões digitais.


9. O que os “lactobacilos vivos” fazem?

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Se você vive neste planeta, provavelmente já viu algum comercial que usa a palavra “lactobacilo” para persuadir mais consumidores. No caso do famoso Yakult, por exemplo, a marca anuncia que o produto tem “lactobacilos vivos”, destinados a melhorar sua saúde de uma maneira geral. Enquanto isso soa como algo inovador, a verdade é que os lactobacilos são um tipo de boas bactéria já que vivem em todo o seu intestino. E, estranhamente, os fabricantes de produtos como o Yakult não dizem o que especificamente essas culturas vivas podem fazer em prol da sua saúde.
E a razão pela qual ninguém anuncia um benefício específico é que ninguém realmente sabe quais eles são. Os lactobacilos vivos certamente não fazem mal nenhum, mas os cientistas estão apenas começando a desvendar os benefícios que eles podem trazer à nossa saúde. Eles suspeitam que se puderem determinar a finalidade de todas as várias bactérias boas que vivem em seres humanos, eles poderiam ser capazes de responder a todos os tipos de outras questões e tratar muitas doenças. Resolver esse enigma provavelmente será uma longa jornada.


8. Por que nós temos diferentes tipos de sangue?

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Você provavelmente sabe que os seres humanos possuem tipos sanguíneos diferentes e, se você já fez a boa ação de doar sangue, provavelmente também sabe qual é o seu. Aliás, se você não sabe, procure saber qual é, porque essa informação é extremamente valiosa, especialmente em uma situação de emergência. Receber sangue do tipo errado pode até colocar sua vida em risco.
Como os tipos de sangue evoluíram há 20 milhões de anos, a ciência certamente tem muito o que aprender sobre esse assunto ainda. Contudo, apesar de sabermos como eles funcionam, não sabemos realmente por que eles existem.

Tipos sanguíneos são categorizados pelos diferentes antígenos encontrados nas células do sangue de pessoas de cada tipo. Estes antígenos são sinais para anticorpos que destroem as células estranhas no corpo. Ou seja: os anticorpos não vão causar nenhum problema para os antígenos do tipo correto, mas irão atacam intrusos de tipos sanguíneos diferentes, rejeitando sangues que não sejam compatíveis.
Essa é a parte que os cientistas entendem. Mas não sabemos qual é o propósito desses antígenos. O melhor palpite até agora é que ele tem alguma coisa a ver com doenças. Os cientistas descobriram, por exemplo, que as pessoas com sangue tipo B podem ser mais propensas a serem incomodadas por E. coli, enquanto que aqueles que não fazem parte deste grupo sanguíneo estão perto de serem imunes a uma forma de malária. Embora seja difícil ter certeza do motivo, talvez grupos sanguíneos evoluíram como uma forma de combater doenças infecciosas.


7. O cérebro permanece ativo depois de uma decapitação?

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Geralmente, em histórias de ficção, quando uma pessoa é decapitada, ela passa alguns instantes terríveis e aterrorizantes ainda consciente, e algumas vezes até pisca para fazer a gente perder ainda mais o sono. Mas apesar de essas coisas parecerem lenda urbana, a verdade é que não temos certeza de quanto tempo o cérebro pode ficar ativo para dizer se esses roteiros têm ou não fundamento. E um detalhe crucial que dificulta a pesquisa para desvendar esse mistério é que os cientistas não podem sair por aí cortando a cabeça das pessoas para saber o que acontece. A única oportunidade real de coleta de dados foi durante a Revolução Francesa, quando a guilhotina foi o principal método de execução.

Mas mesmo com vários experimentos realizados, só há uma tentativa documentada de comunicar o que acontece imediatamente após a decapitação, e os créditos são de um pesquisador chamado Dr. Gabriel Beaurieux. Depois de chamar várias vezes o nome de um homem que havia sido decapitado, seus olhos se abriram e aparentaram se concentrar brevemente antes de fechar uma última vez. O médico, então, chegou à conclusão de que algumas funções menores permanecem ativas por cerca de 30 segundos após a decapitação, mas ele não foi capaz de determinar se a consciência em si permanece ativa.


6. Os humanos têm feromônios?

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Farejar em busca de feromônios, especialmente para fins de reprodução, tem sido um comportamento muito observado no reino animal. Isso despertou a curiosidade nos pesquisadores para estudar o possível papel que eles desempenham nas interações humanas, e os resultados têm sido muitas vezes mais confusos do que qualquer outra coisa.

Enquanto muitos estudos têm mostrado que os seres humanos são afetados pelo cheiro, o negócio de feromônios é ligeiramente mais complicado. Por um tempo, os cientistas estavam certos de que não tínhamos sequer um órgão vomeronasal, que é o órgão olfativo que os animais usam para detectar feromônios. Nós temos um muito pequeno, mas não está claro se ele realmente faz alguma coisa. O que a ciência tem mostrado com clareza é que os seres humanos têm os seus próprios cheiros exclusivos, que são provavelmente influenciados geneticamente, assim como as impressões digitais. Por exemplo, bebês muito jovens podem identificar suas mães pelo cheiro, e exposição regular ao cheiro um do outro pode sincronizar um grupo de ciclos menstruais das mulheres. Conclusão: claramente, ainda há muito o que aprender sobre o olfato humano.


5. O que acontece quando uma pessoa é atingida por um raio?

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Se você já esteve na rua durante uma tempestade, especialmente perto qualquer coisa de metal, ou uma árvore, provavelmente você já pensou sobre o risco de ser atingido por um raio. É uma ideia bastante assustadora, ainda mais sabendo que se isso acontecer, você pode acabar com danos cerebrais permanentes, ou queimaduras gravíssimas, ou até mesmo passar dessa para uma melhor. No entanto, apesar do que parece uma lesão horrível, a maioria das vítimas sobrevivem. Alguns até saem completamente ilesos dessa experiência que tem tudo para ser traumática – e os cientistas não fazem a menor ideia do por quê.

Em uma tentativa de entender melhor essa questão, os pesquisadores foram para a África do Sul, onde as trovoadas são mais comuns e altamente perigosas. Lá, eles descobriram que o raio tem a sua própria maneira de viajar através de nossos corpos e passaram a acreditar que isso tem a ver com a incrível quantidade de energia que passa por nós em um curto espaço de tempo. Há muitas perguntas ainda a responder, mas a expectativa é que, quando as respostas chegarem, vidas poderão ser salvas.


4. Como uma mulher pode não saber que está grávida?

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Existem vários casos desses. Uma mulher começa a se sentir muito mal, vai para o hospital, e na verdade estava grávida, está prestes a ter um bebê e não fazia a menor ideia. Todo mundo fica com a mesma pergunta na cabeça: COMO ASSIM?
Parece no mínimo estranho uma mulher afirmar que é pega de surpresa quando um ser humano sai de seu próprio corpo. Mas, acredite, acontece. E como é um fenômeno muito raro, é extremamente difícil de estudá-lo a fundo para entender melhor como é possível algo assim acontecer. No entanto, os pesquisadores têm algumas dicas. Um dos motivos que leva uma mulher a não saber que está grávida é ela estar acima do peso – o que significar que ela não pode ganhar muitos mais quilos, e o crescimento de um bebê pode acabar passando despercebido. E aí você pergunta: mas e quando o ciclo menstrual fica interrompido? Pois é, algumas mulheres que estão acima do peso não têm ciclos regulares, e podem ficar longos períodos sem menstruar sem estarem de fato grávidas. Então, esse “sinal de gravidez” também passa despercebido. A verdade é que os médicos ainda estão confusos a respeito de como isso de fato pode acontecer.


3. Como as mitocôndrias funcionam?

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As mitocôndrias são uma parte essencial dos nossos corpos. Seu propósito é converter todas as coisas que consumimos em energia para que o nosso organismo funcione. Mas, a verdade é que, durante muito tempo, não sabíamos quase nada sobre as organelas microscópicas, e a ciência tem evoluído com passos largos na compreensão desses organismos. Recentemente, os cientistas descobriram como mitocôndrias transferem energia. Eles também aprenderam que elas realmente gostam muito de cálcio, o que às vezes pode causar problemas.

Se as mitocôndrias absorverem cálcio em excesso, pode matar as células, e isso inclusive tem sido associado a doenças como a diabetes do tipo 2. Os pesquisadores acreditam que essas doenças afetam o processo de sinalização pelo qual o corpo diz às mitocôndrias quanto de cálcio devem absorver ou rejeitar. Uma equipe da Harvard conseguiu recentemente catalogar todas as proteínas da mitocôndria, incluindo todos aquelas envolvidas no processo de ingestão de cálcio. Embora ainda não sejam completamente compreendidas, as mitocôndrias são um mistério que em breve pode estar completamente resolvido.


2. Por que temos três ossos no ouvido?

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Nosso ouvido é formado por três dos menores ossos de todo o corpo humano. Eles são conhecidos como martelo, bigorna e estribo. Até aí, nada fora do normal. Mas as coisas começam a mudar um pouco quando um pesquisador de Stanford, no Estados Unidos, chamado Sunil Puria apontou que, enquanto nós e outros mamíferos possuímos 3 ossos no ouvido, os répteis e aves têm apenas dois, e ninguém entende o porquê dessa diferença.

A melhor teoria de Puria envolve uma estranha doença chamada deiscência do canal semicircular, que pode levar a uma diminuição do tecido no canal do ouvido, o que faz com que as pessoas comecem a ouvir sons que elas normalmente não percebem, como o seu próprio batimento cardíaco. Já pensou? Ouvir todos os barulhos do seu corpo funcionando? Seria no mínimo enlouquecedor. Puria defende, então, que esse terceiro osso seria um mecanismo para minimizar nossa sensibilidade a esses sons, o que de fato colabora muito com a manutenção da nossa sanidade mental. Mas ainda falta muito trabalho para tirar maiores conclusões.


1. Que tipos de bactérias vivem em nossas línguas?

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A boca humana não parece ser um prato cheio para a realização de muito novos estudos, não é? Afinal, sabemos o que os dentes são e como eles funcionam. Entendemos as gengivas e temos um bom controle sobre nosso paladar. Mas o fato é que a língua pode ser um verdadeiro baú do tesouro para novas descobertas.

Médicos de todo o mundo dariam muitas coisas para ter em suas mãos todas as bactérias que vivem na língua humana, para que pudessem estudá-las a fundo, compreender melhor seus comportamentos e funções e quem sabe até salvar mais vidas com as informações descobertas. O problema é que a maioria dessas bactérias não cresce em uma Placa de Petri – peça de vidro ou plástico que cientistas utilizam em laboratórios para fazer a cultura de microrganismos.

Isso complica bastante o processo. Esta falta de entendimento tem provado ser um grande obstáculo para o tratamento de doenças da gengiva, como periodontite. Os médicos não têm nenhuma maneira fácil de tratar a condição, pois muitas bactérias diferentes estão envolvidas, e eles entendem muito pouco sobre elas.

Fonte: http://hypescience.com
Via: Bicho Do Mato
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