Os ratos levitaram com o uso de um imã supercondutor que produz um campo forte o suficiente para rivalizar com a força da gravidade, como parte da pesquisa das condições suportadas por astronautas no espaço
Após testes iniciais em filhotes de ratos que giraram freneticamente no ar, os cientistas decidiram sedar os roedores para tornar suas provas menos perturbadoras.
Descrevendo o primeiro teste com filhotes de ratos de três semanas e 10 gramas, o pesquisador Yuanming Liu do Laboratório de Jato Propulsão da NASA, em Pasadena, Califórnia, disse: "Realmente começaram a girar". "Sem o atrito, girariam mais rápido e mais rápido, e ficariam ainda mais desorientados. "
Os experimentos foram realizados em uma gaiola plástica especialmente concebida, aberta na parte superior para ventilação e para inserir alimentos e água.
Os pesquisadores, que trabalham para a NASA e agora estão buscando mais verbas, esperam que seus testes lancem luz sobre o impacto físico das condições de gravidade zero.
Astronautas são conhecidos por sofrer de densidade óssea reduzida durante missões espaciais de longa duração. "É emocionante podermos contribuir para a futura exploração humana do espaço", disse Liu ao site Live Science.
Cientistas já conseguiram levitar sapos e gafanhotos, mas os ratos são as cobaias mais úteis, pois sua fisiologia está mais próxima a dos seres humanos.
Fonte: Telegraph/ Live Science/arquivosdoinsolito



Esta é pelo menos a história que vem sendo contada sobre a assim chamada 'Starchild', ou 'criança das estrelas'. Os crânios e a história contada são certamente interessantes. É interessante especular sobre por que o adulto e a criança morreram naquela caverna. Qual era a causa das malformações da criança? Eram congênitas, adquiridas ou algo mais? Teriam sido a causa da morte dela? A mãe morreu pela dor da criança perdida, ou foram ambos expulsos de sua aldeia? Certamente, uma comovente história deve estar por trás dos restos de um adulto e uma criança malformada achados lado a lado em uma caverna no México.
Pye e Bean virtualmente ignoram esta explicação mundana, e a descartam com bases insatisfatórias. Eles também se estendem longamente para interpretar o crânio de acordo com sua hipótese claramente preferida. Eles assim demonstram a característica central da pseudociência.

























