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terça-feira, 23 de junho de 2015

7 histórias folclóricas completamente sombrias e que assustam de verdade

21:18 0
Quando a palavra “folclore” vem à sua cabeça, quais são os primeiros personagens que surgem em sua mente? Mula-sem-cabeça? Saci-Pererê? Boitatá? Curupira? Loira do banheiro? Pois é. Esses nomes representam boas histórias do nosso folclore. Entretanto, ainda assim há outros personagens que você provavelmente desconhece, mas que são bem populares em outros países. Saiba quem são eles:

1 – Churel


Essa figura assustadora pertence ao folclore indiano, e suas histórias são contadas principalmente no norte do país. Um dos principais itens que identificam a presença da temida Churel é o seu grito ensurdecedor. Conta a lenda que ela foi uma mulher grávida que morreu e acabou dando à luz sob os sete palmos de seu túmulo.

O bebê de Churel teria sido fruto de um ato de violência sexual e, desde então, a mulher, mesmo morta, vaga pelas ruas à noite seduzindo homens e cortando seus pênis fora, sem a intenção de matar – pelo contrário: ela quer trazer uma vida cheia de muita dor a todos aqueles que se deixam seduzir por ela e seu visual fantasmagórico, sanguinário, doente e sombrio.

Churel tem os pés tortos e consegue andar tranquilamente em qualquer direção sem precisar virar todo o corpo. Quando está diante de suas vítimas, as hipnotiza com o olhar antes de desferir o golpe quase fatal. Depois de estar em total posse do pobre coitado da vez e de ter retirado o órgão sexual de quem se deixa seduzir por ela, Churel drena o sangue de sua “presa”, quase como se fosse um vampiro. E tem gente com medo do Saci...

2 – Phi Tai Hong


Quando esse nome é dito na Tailândia, todo mundo já sabe do que se trata: Phi Tai Hong pode ser qualquer pessoa que tenha morrido de forma violenta ou enterrada sem passar pelos rituais corretos. Essas pessoas tendem a virar terríveis fantasmas que voltam para assombrar a vida na Terra. Um dos fantasmas mais conhecidos é o de uma mulher grávida, que tem a força dela somada à do filho não nascido. Ou seja: fantasmas grávidas não são boa coisa.

Os lugares com mais registros de Phi Tai Hong são aqueles onde houve guerras, catástrofes e casos de muitas mortes em sequência. Os moradores chegam a construir santuários nessas regiões, na tentativa de espantar os fantasmas indesejados.

Essas assombrações costumam ficar perto do local onde foram enterradas e têm preferência por pessoas mais jovens. O pobre coitado que passar ao lado de um Phi Tai Hong vai, certamente, ser morto. Só para você ter ideia, livros legislativos do século 14 ordenavam que, em casos de assassinato, a vítima deveria ser enterrada no quintal da casa do assassino, para que assim ela pudesse assombrá-lo durante a vida. Está aí um bom castigo.

3 – A Dama Verde


Tanto a Inglaterra quanto a Escócia conhecem bem a fama da Dama Verde, uma criatura completamente bizarra que é metade mulher, metade cabra, com sua pele em tons de verde e cinza e cabelos louros e compridos a ponto de quase esconder sua parte cabra. A Dama é capaz de mudar de formas quantas vezes quiser, por isso é considerada muito traiçoeira.

Ela costuma ser muito ardilosa e é capaz de confundir suas vítimas sem que elas percebam que estão sendo enganadas. Entre os truques usados pela Dama estão desviar caminhos, rotas e trilhos de trem e atirar objetos em pedestres. Isso tudo, claro, para que ela possa rir de suas vítimas à vontade.

A história mais comum a respeito da origem da Dama Verde diz que ela foi uma pessoa da nobreza que foi morta por um de seus serviçais e colocada dentro de uma chaminé. Para agradar à fantasma basta oferecer a ela um bom copo de leite.

4 – Saiona


Quando você for à Venezuela, tome cuidado, pois é lá que vive esse fantasma assustador. Saiona foi uma mulher extremamente bonita chamada Melissa, que se casou com um bom marido e teve um filho com ele. Num belo dia, enquanto Melissa tomava um banho de rio, um homem estranho se aproximou e disse a ela que seu marido estava tendo um caso com a sua própria mãe. Atordoada, ela saiu do rio correndo e foi até sua casa. Chegando lá, deparou-se com o marido e o filho dormindo calmamente na cama do casal.

Mesmo diante de um cenário sem suspeitas, Melissa estava completamente fora de si e queimou sua casa inteira, matando não apenas o marido, mas também o filho. Saindo dali, ela correu para a casa de sua mãe e a esfaqueou até a morte. Antes de dar o último suspiro, porém, a mãe amaldiçoou a filha e disse que ela estaria destinada a vagar pelo mundo, matando todos os maridos infiéis.

Hoje ela é uma linda mulher, geralmente vista em estradas, tentando fisgar homens casados para, então, matá-los. Portanto, se você é homem e está pulando a cerca, é melhor tomar cuidado com a Saiona, hein!

5 – Banshee


Banshee é o nome de um espírito muito temido na Irlanda, conhecido também como “mulher das colinas”. Quando se ouve seu choro é porque alguém está prestes a morrer. A Banshee tem cabelos compridos e usa um vestido longo verde, podendo aparecer de três formas: como uma moça jovem e atraente, como uma mulher madura e imponente ou, ainda, como uma bruxa.

Outra forma de aparição bastante falada é quando ela surge como lavadeira e, nessas ocasiões, costuma lavar as roupas da pessoa que vai morrer em breve. O choro da Banshee é geralmente ouvido à noite.

Ao longo dos anos, muitas pessoas afirmaram terem escutado o choro de Banshee e, inclusive, se encontrado com ela. Entre essas pessoas está o rei da Escócia, James I, que afirmou ter se encontrado com a “mulher das colinas”, que teria dito a ele quando seria a sua morte. Ai, que medo!

6 – Siguanaba


Em El Salvador a lenda da Siguanaba ainda deixa muita gente assustada. Tudo começou quando Siguanaba se apaixonou pelo filho do deus asteca Tlaloc. Acontece que a moça não era muito “flor que se cheire” e tinha, inclusive, o costume de abandonar o próprio filho pequeno para se encontrar com seu amante.

Quando Tlaloc descobriu as traições da moça, lançou uma maldição contra ela, fazendo com que ela parecesse linda de longe, mas completamente assustadora de perto. O nome “Siguanaba” significa, inclusive, “mulher horrível”. Ela foi condenada também a vagar pelo mundo, à procura de novos homens para atrair.

Em El Salvador, a lenda diz que ela costuma lavar roupas no rio e procura pelo filho, a quem foi dado o privilégio da imortalidade. Além disso, ela procura se aproximar de homens infiéis ou que são conhecidos pela fama de dormir com muitas mulheres.

A assombração pode ser vista sempre que está tomando banhos de rio à luz da lua. Os homens atraídos até ela morrem, geral e literalmente, de susto. A melhor forma de se defender de Siguanaba é usar uma cruz ou algum objeto de metal enquanto se faz uma oração.

7 – Carl Pruitt


Em junho de 1938 o norte-americano Carl Pruitt descobriu que sua mulher estava tendo uma relação extraconjugal. Como? Encontrando-a com o amante em sua própria cama. Completamente furioso, ele estrangulou a mulher com a ajuda de uma corrente. O amante acabou fugindo. Depois de perceber o que havia feito, ficou mais desesperado ainda e se matou. O casal foi enterrado em cemitérios diferentes.

De repente, moradores da cidade começaram a dizer que a lápide de Carl parecia estar presa em uma corrente. Pouco tempo depois, as primeiras vítimas do fantasma de Carl começaram a aparecer, sendo que a primeira delas foi um garoto que atirou pedras à lápide. Quando voltava para casa, o menino perdeu o controle de sua bicicleta e acabou caindo. A correia da bicicleta serviu para estrangular o garoto.

Uma semana após o ocorrido, a mãe do menino, com a ajuda de um machado, destruiu a lápide e, no mesmo dia, enquanto já estava em casa e estendia roupas, a corda do varal simplesmente arrebentou e a estrangulou. Quando a polícia foi ao cemitério, encontrou a lápide ilesa.

Outras três pessoas que tentaram acabar com a lápide de Carl foram mortas estranguladas. Depois disso, ninguém mais ousou se aproximar do local. Aos poucos, os corpos enterrados nas sepulturas próximas foram removidos e, nos anos de 1950, a sepultura de Carl foi completamente destruída. Não há relatos de mortes ligadas a ele desde então.

Fonte: Mega Curioso  Via: Assustad0r
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sexta-feira, 5 de junho de 2015

Conheça as lendas urbanas mais famosas de MG

00:05 0
Caboclo D'água - Um monstro metade bicho, metade homem. Assim os moradores de Barra Longa, na região central de Minas, descrevem a criatura que ganhou o nome de Caboclo D'água. Segundo a população local, o monstro estaria matando animais e já teria atacado humanos. A crença na história já fez com que os moradores de Mariana, cidade histórica vizinha, criassem a Associação dos Caçadores de Assombração em busca de pistas e voluntários para a captura do monstro. O funcionário público Vicente de Oliveira montou uma armadilha e já ofereceu R$ 1.000 para quem tiver coragem de passar 24 horas como isca para atrair a criatura


Caboclo D'água - Um monstro metade bicho, metade homem. Assim os moradores de Barra Longa, na região central de Minas, descrevem a criatura que ganhou o nome de Caboclo D'água. Segundo a população local, o monstro estaria matando animais e já teria atacado humanos. A crença na história já fez com que os moradores de Mariana, cidade histórica vizinha, criassem a Associação dos Caçadores de Assombração em busca de pistas e voluntários para a captura do monstro. O funcionário público Vicente de Oliveira montou uma armadilha e já ofereceu R$ 1.000 para quem tiver coragem de passar 24 horas como isca para atrair a criatura.


O quadro mal-assombrado - A pacata cidade de Santa Rita do Sapucaí, no sul de Minas, ainda se assusta com a história do quadro do bebê. A imagem que rondou repúblicas do município, há quatro anos, ainda não foi esquecida. A foto de um bebê tocando piano, conhecido apenas como Juliana, acabou com a paz de alguns estudantes e até hoje é envolvida de mistérios. Os universitários garantem que o quadro foi o causador de vários incidentes bizarros entre eles


O quadro mal-assombrado - A pacata cidade de Santa Rita do Sapucaí, no sul de Minas, ainda se assusta com a história do quadro do bebê. A imagem que rondou repúblicas do município, há quatro anos, ainda não foi esquecida. A foto de um bebê tocando piano, conhecido apenas como Juliana, acabou com a paz de alguns estudantes e até hoje é envolvida de mistérios. Os universitários garantem que o quadro foi o causador de vários incidentes bizarros entre eles.


A loira do Bonfim - 

O caso mais popular da capital mineira já virou lenda urbana e
sempre é lembrado por quem passa próximo ao Cemitério do Bonfim,
na região noroeste de BH. Historiadores contam que o caso apareceu
como boato na década de 50, propagada por boêmios que frequentavam
o bairro Lagoinha. Uma moça, loira e jovem, sempre seria vista nos
bares e bailes da região. Era muito paquerada, mas sempre ia embora
sozinha, de táxi, no fim da madrugada. O estranho é que ela parava
em frente ao cemitério tradicional da cidade e desaparecia no meio
dos túmulos. Muito evitavam passar pelo local à noite, com medo de
ser abordado pelo fantasma da mulher


A loira do Bonfim - O caso mais popular da capital mineira já virou lenda urbana e sempre é lembrado por quem passa próximo ao Cemitério do Bonfim, na região noroeste de BH. Historiadores contam que o caso apareceu como boato na década de 50, propagada por boêmios que frequentavam o bairro Lagoinha. Uma moça, loira e jovem, sempre seria vista nos bares e bailes da região. Era muito paquerada, mas sempre ia embora sozinha, de táxi, no fim da madrugada. O estranho é que ela parava em frente ao cemitério tradicional da cidade e desaparecia no meio dos túmulos. Muito evitavam passar pelo local à noite, com medo de ser abordado pelo fantasma da mulher.


O capeta do Vilarinho - 
 Na região de Venda
Nova, em Belo Horizonte, um rapaz boêmio marca uma lenda folclórica
na cidade. Nos anos 50, sempre bem vestido, de chapéu e terno, o
homem aparecia nos bailes em casas noturnas da avenida Vilarinho e
encantava as moças que chamava para dançar. Um dia, por um
descuido, o jovem deixou à mostra um par de chifres que saía
de sua testa. A gritaria tomou conta do local e vários homens saíram
atrás da figura monstruosa. O dançarino que passou a ser chamado de
'capeta do Vilarinho' teria desaparecido no meio da neblina
da noite.


O capeta do Vilarinho - Na região de Venda Nova, em Belo Horizonte, um rapaz boêmio marca uma lenda folclórica na cidade. Nos anos 50, sempre bem vestido, de chapéu e terno, o homem aparecia nos bailes em casas noturnas da avenida Vilarinho e encantava as moças que chamava para dançar. Um dia, por um descuido, o jovem deixou à mostra um par de chifres que saía de sua testa. A gritaria tomou conta do local e vários homens saíram atrás da figura monstruosa. O dançarino que passou a ser chamado de "capeta do Vilarinho" teria desaparecido no meio da neblina da noite.


Fantasma de Ouro Preto - A 'alma penada' do famoso inconfidente, o poeta e advogado Cláudio Manoel da Costa, morto em 1789, é alvo de várias histórias contadas por moradores de Ouro Preto, na região central de Minas. O fantasma seria visto sempre vagando pela Casa dos Contos, antigo local de pesagem de ouro do século 18. O mistério sobre se sua morte foi suicídio ou assassinato (nos autos da Devassa é afirmado como suicídio) alimentam ainda mais o imaginário da população que acredita na lenda mal-assombrada


Fantasma de Ouro Preto - A "alma penada" do famoso inconfidente, o poeta e advogado Cláudio Manoel da Costa, morto em 1789, é alvo de várias histórias contadas por moradores de Ouro Preto, na região central de Minas. O fantasma seria visto sempre vagando pela Casa dos Contos, antigo local de pesagem de ouro do século 18. O mistério sobre se sua morte foi suicídio ou assassinato (nos autos da Devassa é afirmado como suicídio) alimentam ainda mais o imaginário da população que acredita na lenda mal-assombrada.


A mulher da rua Direita - Na cidade de Mariana, na região central de Minas, uma alma penada de uma mulher é vista perambulando pela cidade à noite. Moradores e diversos turistas juram já ter visto a assombração na rua Direita. Segundo os relatos, a mulher aparece como uma andarilha, de roupas sujas e esfarrapadas. Mas ao se aproximarem do vulto, a figura se transforma em uma senhora bem vestida e cheia de joias. Pesquisadores do folclore da cidade histórica dizem que a crença é que a mulher seja uma senhora rica do século 18


A mulher da rua Direita - Na cidade de Mariana, na região central de Minas, uma alma penada de uma mulher é vista perambulando pela cidade à noite. Moradores e diversos turistas juram já ter visto a assombração na rua Direita. Segundo os relatos, a mulher aparece como uma andarilha, de roupas sujas e esfarrapadas. Mas ao se aproximarem do vulto, a figura se transforma em uma senhora bem vestida e cheia de joias. Pesquisadores do folclore da cidade histórica dizem que a crença é que a mulher seja uma senhora rica do século 18.


Procissão das Almas - A Prefeitura de Sabará, cidade histórica na região metropolitana de BH, guarda dezenas de casos arrepilantes que fazem parte do imaginário da cidade. O pesquisador Francisco Dário dos Santos conta que durante uma procissão uma senhora, conhecida como Dona Sinhá, estava debruçada na janela e ouvia uma estranha cantoria. Ela se espantou ao ver um homem alto oferecer uma vela acesa e pedi-la para que não deixasse a chama se apagar até o dia seguinte.  A idosa ignorou o pedido e, ao entrar em casa, apagou a vela, que se transformou em um osso humano. No dia seguinte, Sinhá entregou ao homem o osso. Ele disse que aquela seria a última vez que ela o veria. Um mês depois, a idosa morreu e, diz a lenda, que Dona Sinhá é vista na procissão da cidade todos os anos


Procissão das Almas - A Prefeitura de Sabará, cidade histórica na região metropolitana de BH, guarda dezenas de casos arrepilantes que fazem parte do imaginário da cidade. O pesquisador Francisco Dário dos Santos conta que durante uma procissão uma senhora, conhecida como Dona Sinhá, estava debruçada na janela e ouvia uma estranha cantoria. Ela se espantou ao ver um homem alto oferecer uma vela acesa e pedi-la para que não deixasse a chama se apagar até o dia seguinte.  A idosa ignorou o pedido e, ao entrar em casa, apagou a vela, que se transformou em um osso humano. No dia seguinte, Sinhá entregou ao homem o osso. Ele disse que aquela seria a última vez que ela o veria. Um mês depois, a idosa morreu e, diz a lenda, que Dona Sinhá é vista na procissão da cidade todos os anos.


Professora 'zumbi' - Não há quem não se assuste em usar o banheiro na Escola Estadual Paula Rocha, também em Sabará. Uma história medonha afirma uma professora, morta há dezenas de anos, aparece para os estudantes que julga serem indisciplinados. A mulher costumava ameaçar os  alunos dizendo que quando morresse iria voltar do além para assombrar os bagunceiros. Após ser atropelada por um trem, no distrito vizinho de Roça Grande, a professora teria cumprido a promessa e aparecido como um zumbi no banheiro feminino enquanto uma aluna matava aula escrevendo um bilhete para o namorado


Professora "zumbi' - Não há quem não se assuste em usar o banheiro na Escola Estadual Paula Rocha, também em Sabará. Uma história medonha afirma uma professora, morta há dezenas de anos, aparece para os estudantes que julga serem indisciplinados. A mulher costumava ameaçar os  alunos dizendo que quando morresse iria voltar do além para assombrar os bagunceiros. Após ser atropelada por um trem, no distrito vizinho de Roça Grande, a professora teria cumprido a promessa e aparecido como um zumbi no banheiro feminino enquanto uma aluna matava aula escrevendo um bilhete para o namorado.


A noiva do Carmo - Os antigos contavam que durante um casamento realizado no século passado, na Igreja do Carmo, em Sabará, na hora de dizer o 'sim', a noiva caiu e morreu. Anos se passaram, e um operário que voltava do trabalho à noite, teria visto uma mulher vestida de noiva, em frente à mesma igreja. O estranho resolveu conversar com a mulher que disse que iria para casa. No entanto, ela entrou no cemitério do outro lado da rua e desapareceu. O homem entrou em pânico, gritou e assustou os moradores, que encontraram o vestido de branco sujo e rasgado em cima do túmulo de uma jovem


A noiva do Carmo - Os antigos contavam que durante um casamento realizado no século passado, na Igreja do Carmo, em Sabará, na hora de dizer o 'sim', a noiva caiu e morreu. Anos se passaram, e um operário que voltava do trabalho à noite, teria visto uma mulher vestida de noiva, em frente à mesma igreja. O estranho resolveu conversar com a mulher que disse que iria para casa. No entanto, ela entrou no cemitério do outro lado da rua e desapareceu. O homem entrou em pânico, gritou e assustou os moradores, que encontraram o vestido de branco sujo e rasgado em cima do túmulo de uma jovem.





- Agradecimentos especiais para Elizandra, que nos recomendou essa publicação -




Fonte: R7
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sábado, 16 de maio de 2015

A lenda da mulher Cavalo de Jaguaruana

14:34 0

A lenda da mulher cavalo surgiu no município cearense de Jaguaruana, divisa com o Rio Grande do Norte. Este mito vem deixando muita gente com medo de sair de casa durante a noite. O assunto é discutido nas esquinas, nos bares, escolas e falado até em programas de rádio. Os comentários alegam que durante a noite transita uma criatura com corpo de mulher, em cima do local da cabeça de um cavalo, lembrando um centauro – criatura mística da Grécia antiga.
A “mulher cavalo”, ao ser vista por alguém, passa a correr atrás da pessoa, aconselha-se que para não correr o risco de se encontrar com a criatura, alguns jovens, após saírem das festas, juntam-se em grupos para voltarem pra casa, enquanto outros nem para festas estão indo. Outras pessoas mais curiosas, estão à caça do estranho ser.
Comentou-se por toda a cidade que o “inspetor Marcão”, chefe da unidade policial do município, havia visto a aberração e efetuado alguns disparos – ele nega tais boatos.


Testemunho


Muitos relatos sobre aparições da mulher-cavalo correm pela cidade de Jaguaruana. Segundo Geovane, de 18 anos, ele saiu de um circo que se encontrava-se no município e, ao se dirigir a sua casa, no bairro do Juazeiro, a cerca de 100 metros, uma mulher com formas de um cavalo o perguntou para onde ele iria. Geovane correu em direção de casa, sendo perseguido pela tal mulher.

Ao chegar na residência o rapaz foi socorrido pela mãe e vizinhos que ouviram os gritos de socorro. Segundo o depoimento de sua mãe, Dona Biró, o filho “não é menino de mentiras” e ele chegou “quase sem fala em casa”. Homens vizinhos do rapaz se armaram de paus e foram atrás da criatura. De acordo com o jovem, ela teria fugido para as terras do DNOCS, em meio a escuridão e o mato.


Nova aparição


Outro relato foi enviado ao mural de recados do site da Rádio União FM. Um homem teria caído de sua moto após dar de cara com a tal mulher. O recado de Orlando Almeida enviado ao programa “Acordando com os Passarinhos com André Lúcio” diz que “na noite de ontem, 6 de julho, a mulher-cavalo foi vista próxima à barragem do rio do Guilherme, Rio Jaguaribe.
Uma moradora de Antonópoles, localidade próxima ao local, ligou para o filho que se encontrava na cidade de Jaguaruana e contou o ocorrido. A mulher disse que um homem que passava de moto, ao virar o cruzamento, que fica antes da passagem molhada, teria focalizado em cheio a criatura, e com medo teria caído A mulher tinha receio que o filho fosse para casa sozinho e ligou pra ele não ir.


Como a tal criatura teria surgido


Segundo os comentários da população, a “mulher cavalo” era uma dona de casa simples que tinha três filhos e morava em um Sitio no estado do Rio Grande do Norte e seu marido um dia teria arrumado uma outra mulher. Com raiva e ciúmes, a mulher teria assassinado os próprios filhos e feito um pacto com o diabo.
O marido, ao ver os filhos mortos e saber que foi a própria esposa que os matou, desferiu-lhe algumas facadas e ela acabou morrendo. Mas a mulher voltou “do mundo dos mortos” para procurar os filhos e, quando avista alguém, passa a perguntar por eles. As pessoas apenas dizem que não sabem e ela se transforma na criatura, perseguindo-as em seguida. Alguns dizem que é a “besta fera”.
A população do município se divide. Alguns acreditam e dizem que morrem de medo, já outros afirmam que isto é mais uma invenção do imaginário popular.


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quinta-feira, 23 de abril de 2015

7 lendas urbanas brasileiras mais populares

21:03 0

Ninguém sabe porque elas começam, nem quem as contam pela primeira vez, mas o fato é que lendas simplesmente surgem e vão passando de boca-em-boca, especialmente se forem sinistras. No Brasil, como você já deve ter escutado por aí, existem muitos casos como esses, que tratam sobre as mais variadas espécies de histórias, capazes de dar arrepios, mesmo quando se sabe que não é verdade.

Conheça, abaixo, alguma dessas lendas urbanas que tiraram o sono das crianças, preocuparam os adultos durante um tempo e que, no final das contas, jamais foram completamente explicadas:


Opala preto



Ubiratã Carlos de Jesus Chavez era um dos mais conhecidos bandidos do Rio de Janeiro, em 1974. Em uma fuga, depois de ter roubado um Opala SS, Carlão da Baixada — como era conhecido — entrou no Túnel Rebouças, onde acabou batendo em um Fusca, no qual uma família voltava de um aniversário. Ninguém sobreviveu. Passados alguns anos, a lenda se criou. O Opala preto perseguia os carros que atravessassem o túnel de madrugada. Se o motorista lembrasse da tragédia e rezasse pelas almas das pessoas que morreram na batida, o carro-assombração começava a perder velocidade até sumir. Caso contrário, o Opala vinha em sua direção, cada vez mais rápido, até causar um acidente.

Loira de Caeté



A lenda conta a história de uma mulher que  teria sofrido um acidente de carro na perigosa estrada que liga a BR-381 à cidade de Caeté, em Minas Gerais, e morrido, juntamente com o filho. O fantasma da “loira” vai, então, à beira da estrada em busca de uma carona que a leve à cidade para buscar ajuda. Os que não param seus veículos para socorrê-la, ao olhar pelo retrovisor no decorrer da viagem, a verão sentada no banco traseiro, de onde desaparecerá em seguida.

Carruagem de Ana Jansen



A lenda da carruagem de Ana Jansen trata de uma mulher muito rica que se instalou com a família em São Luís do Maranhão e, que, por maltratar seus escravos, teria sido condenada a vagar perpetuamente pelas ruas da cidade numa carruagem assombrada. O carruagem maldita parte do cemitério do Gavião, em noites de quinta para sexta-feira, e ai de quem encontrá-lo pelo caminho. Um escravo sem cabeça conduz a carruagem, puxada por cavalos também decapitados.

Teresa Bicuda


Teresa Bicuda era uma moça de lábios grossos que lhe valeram o apelido. Morava em Jaraguá, no Larguinho de Santana. Pessoa de maus bofes, tratava a mãe de forma absolutamente cruel: botava a velha para mendigar nas ruas, batia nela, humilhava. Um dia, chegou ao extremo da maldade e, diz o povo, colocou um freio de cavalo na bocada genitora, montou, e nela andou montada à frente de todo o povo.

Aquilo foi demais: a pobre mulher morreu mas, antes, excomungou a filha desnaturada. Teresa Bicuda, que já era psicopata, finalmente, ficou maluca de vez: deu de beber e vagava pelas ruas gritando todo tipo de sandices até que morreu e foi enterrada no cemitério. Perturbada em vida, virou fantasma atormentado e tormentoso na morte.

Alma penada, seu espírito vagava pelas ruas e gritando do mesmo jeito, como no dia em que cavalgara a própria mãe; os lamentos da vítima também eram ouvidos. Desenterraram seu corpo e sepultaram atrás da Igreja do Rosário. De nada adiantou a providência: o fantasma continuava com seus escândalos. Mais uma vez, trocaram-na de cova, desta vez, foi para a cabeceira de um córrego onde puseram uma cruz e desde então o lugar ficou mal assombrado, o córrego da Teresa Bicuda.

Seringa contaminada



A lenda diz que um rapaz entrou em um cinema e, ao sentar-se, sentiu uma espetada. Quando passou a mão na cadeira, achou uma agulha e um bilhete que dizia: “Bem vindo ao mundo real, agora você também faz parte do mundo do soro-positivo”. O rapaz, desesperado, fez os testes e realmente foi confirmada que ele tinha o vírus HIV, a agulha estava contaminada. Essa lenda urbana sempre reaparece de tempos em tempos e tem versões em diversos países.

ET de Varginha



É o caso mais famoso de aparição de extraterrestres no Brasil. Em 1996 e nos anos seguintes, um grande número de matérias jornalísticas e documentários relacionadas ao fato foram editados com base em relatos, testemunhos e entrevistas com mais de 100 testemunhas, realizados por um grande número de jornalistas brasileiros e estrangeiros, mas não apresentaram nenhuma prova física.

O elevado número de relatos e testemunhos de moradores do município de Varginha sobre esse caso e a transmissão desses relatos e testemunhos pelos programas de televisão, pela imprensa local, pela imprensa nacional e pela imprensa estrangeira fez a cidade de Varginha conhecida no Brasil e no exterior como a “Terra do ET”, chamando a atenção de curiosos e turistas.

Segundo diz  a lenda houve uma apreensão de nave e a captura de seres extraterrestres inteligentes pelas autoridades militares brasileiras em 20 de janeiro de 1996, no município de Varginha, sul do estado de Minas Gerais, município conhecido como centro de região produtora de café.

Procissão dos mortos



Essa procissão assombrada é o tema de uma lenda contada em vários estados, especialmente no Nordeste e Centro-Oeste. O caso se passa nas cidades pequenas e vilas do interior onde é costume ir dormir cedo. Existem, porém, as pessoas que não conseguem dormir cedo e se põem à janela observando o “nada acontece”  da rua. Nestas ocasiões sucede o episódio macabro: eis que lá vem uma procissão com toda a aparência de uma caminhada de penitentes usando túnicas escuras com capuz, segurando velas acesas e gritando tristes lamentações.

Fonte: Fatos Desconhecidos
Via: ShowDoMedo
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terça-feira, 9 de abril de 2013

A lenda assustadora do Invunche

20:16 0
Ao sul do Chile existe a lenda do Invunche ou Imbunche, um ser lendário que protege a entrada da casa ou caverna de uma bruxa. Segundo a lenda o Invunche era uma criança do sexo masculino que foi sequestrado e transformado pela bruxa em um monstro todo deformado e peludo.


Sua língua é bifurcada como uma cobra e ele é alimentado com carne humana enquanto ainda pequeno, e ao crescer passa a comer carne de animais, geralmente cabras. O Invunche não fala, somente emite aterrorizantes grunhidos.

Quando ele vai buscar alimento anda somente com um pé e se apoia nos braços, pois uma de suas pernas fica nos ombros ou nas costas. Dizem que só é possível vê-lo ao se aproximar de alguma morada de bruxas ou quando ele está se alimentando na calada da noite.

A história do vídeo abaixo:
Segundo o autor do vídeo ele estava guiando seu veículo em uma estrada de Chiloé, arquipélago chileno, quando se deparou com uma estranha criatura. A principio pensou se tratar de um fantasma, mas depois que várias pessoas viram o vídeo esclareceram que a criatura tratava-se do estranho Invunche devido a perna que sai de seu ombro.




 Fonte: Sobrenatural.org
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terça-feira, 9 de outubro de 2012

Lendas urbanas do México

14:58 0
De acidentes de carros causados ​​por fantasmas, à origem da carne dos tacos, estas histórias têm sido amplamente divulgadas pela vox populi.
Desde a época colonial o México tem gerado lendas e mitos para explicar os acontecimentos incomuns ou inexplicáveis. Histórias como a de La Llorona, Calle de La Quemada e O Fantasma da Freira são algumas das mais conhecidas.

Apesar da passagem do tempo, há histórias que estão localizadas nas cidades, que se tornaram mitos urbanos sobre situações cotidianas. Os sites  Marcianos.com e ExplorandoMéxico.com.mx compilou algumas dessas lendas, que ao longo do tempo se tornaram populares no país.

O rato gigante de la Merced


Em um dos maiores e mais antigos mercados do centro da cidade, de um momento para outro, diz a lenda, a comida começou a desaparecer de alguns dos armazéns, alguns animais como cães e gatos que vagueiam no lugar também desapareceram. Inquilinos do mercado dizem ter visto um rato gigante que teria causado estes desaparecimentos. 


A morte de Joaquin Pardavé  

 

O famoso ator mexicano morreu em 20 de Julho de 1955 de um acidente vascular cerebral. Dias depois de sua morte se espalhou rumores de que o ator tinha sido enterrado vivo depois de um ataque cataléptico. Sua família negou a notícia em muitas ocasiões, no entanto, a lenda persiste. 


Tacos de cachorro


Há rumores de que em algumas barracas de taco, em vez de carne de boi ou de porco, o prato é preparado com carne de cães. Diz-se que em algumas partes do país, as autoridades descobriram rastros de clandestinos que forneciam este tipo de carne aos vendedores. 


O carro vermelho


Conta essa lenda que na rodovia federal de Cuernavaca para a Cidade do México, à meia-noite, um carro vermelho com cinco belas mulheres a bordo convidam quem percorre o caminho para a capital a juntar-se a elas. Quem aceita o convite é encontrado morto ou desaparece.


A menina fantasma de Gabriel Mancera


Na esquina que forma o eixo 2 oeste, Gabriel Mancera e o Eixo 5 Sul, Eugenia, existe uma lenda sobre uma menina que morreu atropelada quando numa madrugada saiu de sua casa para obter remédios para sua mãe doente. Dizem que as duas horas da manhã, o espírito da menina aparece na frente dos carros, os motoristas no afã de evitá-lo, perdem o controle dos veículos causando acidentes.

O choro no Estádio Azteca 



É um dos edifícios mais representativos da capital. Diz-se que durante a sua construção na década de 60, muitos trabalhadores perderam a vida e agora os seus gritos são ouvidos em diferentes áreas do edifício. Outra lenda sobre esse lugar é a de um menino que durante um grande evento, morreu em uma das entradas. Os guardas relatam que sentem a presença da criança que chora pedindo ajuda. 


A luz do escoteiro 



Diz-se que em um lugar do estado do México, um grupo de escoteiros, acampou em uma ocasião perto de uma montanha, a tenda de um menino foi colocada  ao lado de uma encosta, à noite ele saiu e caiu numa pedra porque era sonâmbulo. Diz a lenda que à noite grupos que visitam o lugar vêem a luz da lanterna do escoteiro falecido à espera de ser resgatado.


A rua de Don Juan Manuel

É uma lenda muito antiga. Diz-se que na era colonial, Don Juan Manuel Solorzano cego de ciúmes, matava os homens que passavam às onze da noite em frente a sua casa. Uma de suas vítimas foi o seu próprio sobrinho, razão pela qual ele quase perdeu o juízo. Diz-se que ele foi encontrado morto e as almas das pessoas inocentes acompanharam a sua alma para o outro mundo.


Fonte: El Universal Via: Arquivos do Insolito
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Folclore mineiro tem desde tesouros a assombrações gigantescas

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Agosto é o mês do folclore, dos mitos e lendas da cultura popular. Histórias diversas que, numa leitura por vezes fantasiosa, dão conta de tempos antigos, da escravidão, da mineração, da pesca, da vida rural e dos dias atuais nas grandes cidades. E se tem uma coisa que mineiro gosta, é de contar caso.

Para Adriano de Paula Rabelo, autor do livro Lendas e Mitos do Povo Brasileiro (de onde alguns dos casos abaixo foram extraídos), essas histórias de nossa tradição popular “não somente revelam nossas preocupações e medos como ensinam posturas, valores e atitudes recomendáveis no processo de viver em sociedade”.

Confira abaixo algumas das mais populares lendas que permeiam a cultura popular mineira e aguarde outras histórias de arrepiar.


A missa dos mortos – Por volta de 1900, o zelador e sacristão da Igreja de Nossa Senhora das Mercês de Cima, em Ouro Preto, foi acordado no meio de uma noite fria e chuvosa por um alvoroço de passos e vozes na capela, situada ao lado de um cemitério. Pensando tratar-se de ladrões, correu para verificar, e encontrou no templo a realização de uma missa repleta de fiéis esqueletos e conduzida por um sacerdote também de outro mundo. 

A procissão das almas – Em diversas cidades do interior de Minas existe a lenda de procissões sobrenaturais durante a quaresma, quando nenhum morador deve sair às ruas ou mesmo chegar à janela. Conta-se de uma curiosa senhora que decidiu ver a passagem das almas e, da primeira do grupo, recebeu uma vela, que não poderia ser apagada. Assim mesmo, apagou a vela, guardou em uma gaveta e foi se deitar. Na manhã seguinte, no lugar da vela, estava um osso humano. Na procissão seguinte, tornou a abrir a janela e devolveu o osso ao grupo de almas, ao qual se juntou naquela mesma semana.
Caboclos dágua – São seres encantados que habitam castelos fantásticos no fundo do rio São Francisco. Castigam pescadores com intenções predatórias que retiram do rio mais do que o necessário para o seu sustento. Em sua fúria, viram e afundam embarcações. Para conquistar sua ajuda com a pescaria, os pescadores colocam um rolo de fumo na ponta do barco como oferenda. 

A mulher de sete metros - Há versões desta assombração gigantesca vagando nos arredores do Fórum de Patos de Minas e também no parque municipal de Montes Claros. Conta-se que seria a alma penada de uma fazendeira bastante rica e possuidora de muitos escravos que teria morrido sozinha como castigo por uma vida de muita maldade.


Tesouros escondidos - Boa parte das lendas mineiras refletem um momento de nossa história. Durante o período colonial, quando houve abundância de ouro e diamantes, era comum que as pessoas escondessem, ou mesmo enterrassem, pedras preciosas para não pagar impostos ou entregá-las a seus empregadores. A fazenda assombrada de Carandaí, e a do Retiro, em Mariana, são apenas duas de dezenas de fazendas tidas como assombradas por guardarem enormes tesouros escondidos. Em ambas, há relatos dos sons, à noite, de correntes de ferro arrastadas e lamentos de escravos torturados.

O tesouro do escravo Isidoro – Conhecido em todo o estado, este caso deu origem à uma caça ao tesouro que atravessa gerações. A lenda conta de um escravo que rompeu com as ordens régias na luta pela libertação de seu povo, escondendo uma enorme quantidade de ouro. Delatado por um de seus seguidores, foi preso, torturado e morto. Segundo conta-se, aos que invocavam sua ajuda na busca pelo tesouro, a alma de Isidoro já teria aparecido e proposto uma série de charadas sobre sua localização. Dentre elas, a dica de que a passagem do cometa Halley, em 1986, indicaria o local exato.


Mãe do Ouro - Um dos mais tradicionais mitos mineiros conta de uma bola de fogo que mostraria onde há jazidas de ouro e que, nela, vem uma mulher muito linda, loura, com um vestido de seda branco que voa pelos ares, refletindo a luz do sol. Diz a lenda que, sempre que ajudava alguém em apuros a encontrar ouro, a mãe do ouro impunha como única condição que ele não contasse a ninguém a localização da mina, sob pena de uma terrível maldição.
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