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quinta-feira, 16 de julho de 2009

Incidente em Yellowstone

15:54 0
Este insólito incidente ocorreu cinco dias após o famoso Caso Roswell. No dia 07 de julho de 1947, um avião bimotor P-38 voava a cerca de 10.000 metros de altitude sobre o Parque Nacional de Yellowstone, sob comando do tenente Vernon Baird. O avião P-38 tinha sido convertido em um avião de reconhecimento fotográfico e, naquele momento, atuava por conta do Serviço Fotográfico do Corpo Militar de Engenheiros. As condições atmosféricas eram excelentes, com um céu azul, sem nuvens, completamente limpo e excepcionalmente ótimo para navegação aérea.

De repente, o operador fotográfico observou um estranho objeto no céu. "Uma coisa..." – como ele mesmo descreveu posteriormente – "... dessas que tanto falam os jornais" (referindo-se aos discos voadores). Chamou atentamente a atenção do piloto com gritos como "Ali estão! Eles vêm vindo agora!". A primeira reação foi pensar num ataque militar surpresa similar ao de Pearl Harbour. Afinal, não fazia muito tempo que a guerra tinha acabado e Pearl Harbour ainda era um pesadelo bastante vivo entre os americanos. Mas, quando o tenente voltou para responder ao fotógrafo, observou um objeto com uma forma muito peculiar. Parecia uma espécie de ostra gigante metálica.

Assustados e limitando-se a cumprir as ordens do alto comando pelo rádio, o avião disparou rajadas de projéteis com suas metralhadoras. Os tripulantes do P-38 viram o objeto se partir em dois, como uma ostra, diante do impacto das rajadas. Logo em seguida, o UFO começou descer vertiginosamente e as suas duas partes danificadas batiam fortemente uma contra a outra. Neste momento, o tenente viu pela primeira vez que voavam sobre uma formação de pelo menos doze naves similares a que foi atingida. A formação se dispersou diante do ataque do P-38.

Para a tripulação do P-38 não existia a menor dúvida de que se encontrava diante de aparelhos metálicos. "Pareciam feitos de alumínio", declarou posteriormente o tenente Vernon Baird. Na parte superior do UFO havia uma espécie de cabine ou cápsula esférica transparente. A cor da superfície do objeto parecia ser de alguma tonalidade próxima a pérola-cinza.

Mas o aspecto inusitado é que todos viram o objeto ser atingido, se partir e cair rapidamente na direção do chão – o que ocorreu entre Blena e a Cordilheira do Range, no estado de Montana, sobre o Parque Nacional de Yellowstone. No entanto, toda a área foi inspecionada acuradamente e nenhum vestígio do suposto UFO abatido foi encontrado – pelo menos é o que foi informado oficialmente através da imprensa...

A ORDEM DOS FATOS


O avião P-38, sob comando do tenente Vernon Baird, intercepta um UFO.


Cumprindo ordens do Alto Comando, os militares disparam contra o objeto.


Ao ser atingido, o UFO se abre em dois, como as valvas de uma ostra.


Logo em seguida, o UFO inicia uma queda vertiginosa de uma altitude de 10.000 metros.




Fonte: INFA
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quarta-feira, 15 de julho de 2009

O Caso KELLY

19:12 0
Na ampla casuística ufológica, não é incomum encontrar contatos onde as testemunhas reajam de forma violenta, sem que realmente exista uma agressão prévia. O cinema do gênero está repleto de situações de confronto com seres extraterrestres evidenciando nossa xenofobia ao desconhecido. Normalmente, para o ser humano, o que não pode ser assimilado e compreendido deve ser destruído. Sendo assim, chega a ser compreensível encontrar situações onde a reação das testemunhas acaba sendo drástica e violenta. Um bom exemplo disso é o Caso Kelly, ocorrido na madrugada entre os dias 21 e 22 de agosto de 1965, em Kelly, um pequeno vilarejo próximo a Hopkinsville, estado de Kentucky (EUA). Todos os protagonistas desse caso fazem parte da família Sutton.

Aproximadamente às 07:00 horas do dia 21 de agosto, Billy Ray Taylor saiu da casa para ir pegar água no quintal, onde havia um poço. Enquanto estava recolhendo a água, um objeto prateado, que emitia várias cores luminosas por toda a sua fuselagem, passou por cima da casa e parou na altura de uma depressão do terreno, próximo das cercas da fazenda. O objeto começou a descer lentamente e Billy, em pânico, retornou correndo para a casa gritando que um "disco voador" tinha pousado próximo dali. Ninguém da família deu qualquer credibilidade ao relato de Billy. Ao invés de irem até o suposto local do pouso, todos simplesmente zombaram dele.

Por volta de uma hora depois, a família Sutton repara que o cachorro, que se encontrava do lado de fora da casa, estava latindo violentamente. Intrigados com tal comportamento, Lucky Sutton e Billy Ray Taylor olharam pela janela para ver o que estava acontecendo. O cão estava aparentemente aterrorizado e se escondia debaixo da casa com o rabo entre as pernas. Lucky e Taylor resolveram ir até a porta dos fundos da casa armados com um fuzil, de calibre 20, e uma carabina de caça, calibre 22, para verificar se alguém ou algum bicho havia assustado o cachorro.

Já era noite e, quando abriram a porta dos fundos, Lucky e Taylor se depararam com uma cena insólita: uma criatura completamente incomum estava se aproximando. O ser tinha cerca de um 1,05 metro de altura, uma enorme cabeça redonda e desproporcional com orelhas pontudas enormes. Seus braços também eram grandes e chegavam até o chão. Suas mãos, também bastante grandes, possuíam longas unhas, parecendo garras. Os olhos, bem maiores que os dos seres humanos, possuíam fluorescência amarela e estavam bastante separados um do outro – quase nas laterais da cabeça. A criatura trajava uma vestimenta que parecia ser de metal e emitia uma luminosidade em torno de seus corpos. Ela estava indo à direção deles com os braços levantados como se estivesse sendo assaltada.

Quando o ser ficou a uma distancia de apenas seis metros de Lucky e Taylor, eles não hesitaram: os dois abriram fogo contra a criatura. Não havia a menor chance dos dois errarem os tiros e eles puderam ouvir um som semelhante a atirar contra uma estrutura metálica, que julgaram ser resultantes das balas ao atingir a criatura. O alienígena deveria estar usando algum tipo de blindagem em sua roupa, pois não conseguiram causar qualquer dano aparente no ser, apesar dos disparos "à queima-roupa". O alienígena apenas pulou para trás, começou a flutuar e virou-se em sentido oposto dos dois atiradores, desaparecendo no meio da escuridão. Logo após isso, os dois entraram na casa e fecharam a porta dos fundos.

Mas aquela fatídica noite apenas estava começando. Subitamente, surgiu uma outra criatura em uma das janelas da casa. E novamente não hesitaram: abriram fogo contra a janela, quebrando o vidro e causando várias avarias na janela. Um deles praticamente encostou a arma na janela enquanto atirava. Imediatamente, Lucky e Taylor decidiram sair da casa para conferirem se haviam matado a criatura da janela.

Taylor atravessou a porta em primeiro lugar e, subitamente, uma grande garra desce da borda do telhado, justamente em cima de sua cabeça. A garra chegou a tocar nos cabelos de Taylor. Era uma das criaturas que estava sobre o telhado e tentava, aparentemente, agarrar Taylor. Assustados, ambos voltaram a disparar freneticamente contra a criatura. O ser, ao ser atingido pelos disparos, acabou sendo lançado por cima da casa.

Ainda, os dois atiradores perceberam que havia uma outra criatura sobre um galho de uma árvore próxima deles. Tal como fizeram com as situações anteriores, descarregaram as armas sobre a criatura. Apesar da certeza de terem acertado vários projéteis de grosso calibre no ser, a criatura simplesmente flutuou até o chão e se refugiou na escuridão no meio da mata.

As mulheres começaram a gritar implorando que os dois voltassem para dentro da casa. Vendo que não conseguiam causar quaisquer danos aparentes naqueles seres, Lucky e Taylor resolveram atender os pedidos e voltaram a entrar na casa. Todas as portas e janelas foram trancadas e a família Sutton, somando mais de dez pessoas contando com as mulheres e as crianças, se refugiaram na sala. E os Sutton viveram uma noite de terror, pois diversas vezes durante aquela noite os seres apareciam diante da janela olhando para dentro da casa. Depois de quase três horas, os Sutton estavam em extremo estado de pânico e, não agüentando mais aquela situação, foram até a garagem e se espremeram dentro do automóvel da família. Logo em seguida, abriram a porta da garagem e saíram com o carro em alta velocidade para a delegacia policial de Hopkinsville, a cerca de onze quilômetros da fazenda.

O chefe da policia Russel Greenwell não acreditou na história absurda que toda a família Sutton havia contado, mas, em função do claro estado de histeria que todos eles apresentavam, achou melhor ir até a fazenda para verificar o que estaria acontecendo junto de outros policiais. "Os Suttons estavam aterrorizados e só poderia ser por causa de algo incomum".

E antes de chegar na fazenda, começaram a surgir dados que poderiam reforçar a história contada pela família Sutton: um comunicado de um policial estadual avisando que meteoros estranhos, com barulho parecido com de artilharia, sobrevoavam a região. Pela descrição fornecida no rádio, os UFOs estavam indo à direção oposta das testemunhas, para o norte. Ou seja: justamente para Kelly.

Ao chegarem na fazenda, os policiais não encontraram nenhuma criatura estranha e quaisquer sinais de um disco voador pousado perto das cercanias da propriedade. Porém, havia todos os sinais de tiroteios descritos pelos Sutton. O caso ganhou manchetes por todo os Estados Unidos e, em poucos dias, a cidade foi invadida por inúmeros repórteres de toda parte do país para entrevistar as testemunhas. Oficiais da Força Aérea, ufólogos civis e, até mesmo, o projeto de investigação ufológica oficial Blue Book já estavam envolvidos na investigação deste caso. Na época os próprios oficiais do Blue Book, que sempre mantiveram uma postura cética com relação ao fenômeno UFO, admitiram que a família Sutton não parecia estar mentindo. Segundo eles, o que quer que fosse que tivesse invadido a propriedade dos Sutton, era algo completamente diferente e incomum.

Posteriores descrições dos Sutton davam detalhes das criaturas. O corpo daqueles assombrosos visitantes era uniformemente fluorescente na escuridão da noite, mas a luminosidade tinha um estranho aspecto metálico de cor mate. A luminosidade que emitiam de seus corpos aumentava no momento em que as testemunhas disparavam ou gritavam para eles. Não tinham pêlo, odor e características sexuais evidentes. O rasgo, que parecia ser a boca, era somente uma linha horizontal que atravessava o rosto e, ainda, em momento algum se mexeram. Os Sutton admitiram que não houve uma real atitude hostil dos seres, pois eles praticamente se limitaram a olhar pelas janelas. O único contato mais direto foi quando um deles, que estava no telhado, tentou agarrar a cabeça de Taylor.


Fonte: INFA

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O Caso de Kenneth Arnold

19:10 0
Kenneth Arnold, um piloto privado da "Sociedade de Fabricação e Instalação de Material de Incêndios da Grande Oeste", com sede em Boise, Idaho, onde era muito conhecido e querido, gozava da reputação de homem de negócios empreendedor e sério. Em 24 de junho de 1947, Arnold estava sobrevoando entre Chehalis e Yakima, no Estado de Washington, a procura dos destroços de um avião militar caído no Monte Rainier.

Por volta das 15:00 horas, Kenneth Arnold contemplou nove objetos voadores que não pôde identificar, os quais se deslocavam em formação e a altíssima velocidades. Seu relato deu a volta ao mundo e iniciou a chamada "Era Moderna dos Discos Voadores" – uma grande explosão mundial de avistamentos de UFOs e o conhecimento público do fenômeno.

O próprio Kenneth Arnold relatou os detalhes do seu espetacular momento em que avistou o fenômeno, durante o "International UFO Congress", em Chicago, ocorrido nos dias 24 a 26 de junho de 1977. A transcrição da palestra ministrada por Kenneth Arnold foi realizada pelo pesquisador espanhol Antonio Ribera:

"Na época eu era um dos fundadores da Associação de Pilotos de Procura e Resgate de Idaho", contou Arnold. "Naquela data" – 24 de junho – "tinha contemplado aproximadamente quatro mil horas de vôos sobre as montanhas, em missões de procura e resgate. O motivo de eu estar voando muito próximo do Monte Rainier era o fato de que, aproximadamente um mês e meio antes, um avião de transporte C-46N, do Corpo de Infantaria da Marinha dos Estados Unidos, tinha batido no lado sudeste de tal monte. Supunha-se que os 32 tripulantes tinham morrido no acidente e os familiares dos mesmos tinham oferecido uma recompensa de cinco mil dólares para aquele que conseguisse localizar o avião sinistrado e, assim, facilitar a recuperação dos cadáveres. Decolei de Chehalis por volta das três da tarde. Era um belo dia e não havia nenhuma nuvem sequer no céu".

"Aproximei-me do Monte Rainier voando a 11.000 pés (cerca de 3.350 metros), enquanto efetuava um giro de 180 graus e voava diretamente em direção ao Monte Rainier. De repente notei que uma tremenda luz apareceu no céu. Ela iluminou o meu avião por completo, inclusive a cabine, e me assustei. Pensei que estivesse a ponto de bater em outro avião que não tinha visto".

"Aquela luz brilhantíssima, quase tão potente quanto a luminosidade do sol, provinha de um grupo de objetos que estavam longe, na direção norte do Monte Rainier, na zona do Monte Baker, que está quase na linha do Monte Rainier e o Monte Adams. Vi uma fileira de estranhas aeronaves que se aproximavam do Monte Rainier com grande rapidez. Acredito lembrar que naquele momento descrevi sua formação comparando-a com a cauda de um cometa chinês. A formação de vôo era em diagonal. Mas, ao observar os objetos que se destacavam sobre o céu e sobre a neve do Monte Rainier, conforme se aproximavam, eu não consegui diferenciar as caudas neles. E eu nunca tinha visto um avião sem cauda. Aqueles objetos eram de um tamanho considerável e eu consegui contar nove deles".

"As luzes brilhantes que surgiam de sua superfície e que, a princípio, achei que fossem reflexos do sol, eram pulsantes e, ao mesmo tempo, as naves balançavam ostensivamente em seu vôo. As naves também pareciam voar tão facilmente de lado como na posição plana... Os objetos pareceram ascender um pouco enquanto seguiam o rumo dos 170 graus e, então, compreendi que estava na mesma altitude deles porque ambos estávamos no horizonte. O altímetro do avião assinalava em torno de 9.200 pés (2.800 metros), o que quer dizer que eles voavam a esta altitude, um pouco mais ou menos. Calculei que seus surpreendente diâmetros eram de uns 30 metros e, logicamente, muito me surpreendeu que não tivessem cauda. Pude ver muito bem sua imagem através da sombra que faziam na neve".

"Quando os objetos emitiam aquelas luzes fortes pareciam ser completamente redondos. Quando se mostravam de lado ou plano, era perceptível alguns detalhes, como o fato de serem muito finos, pois chegavam a desaparecer de minha vista atrás de uma aguda projeção do Monte Rainier, sob pequenas rajadas de vento. Mas como eu conhecia aproximadamente minha situação com relação à montanha, sabia onde tinham passado. Meu cálculo da distância e minha cronometragem me permitiram especular, dentro de uma margem razoável de erro, suas velocidades. Motivo pelo qual estava certo de que aquela estranha formação de objetos desconhecidos voavam a mais de mil milhas por hora (mais de 1.600 quilômetros por hora)".

"Quando terminaram de sobrevoar Goat Ridge, o segundo objeto a partir do final da formação pareceu voltar sua parte superior na minha direção. E então pude ver que o objeto não era redondo realmente. A julgar pelas manobras que efetuavam, pensei que, se houvesse seres humanos neles, eles certamente teriam ficado esmagados na primeira virada, porque aqueles aparelhos voavam com muita velocidade e de uma forma muito caprichosa. E pela forma que mudavam de direção quase instantaneamente, a força centrífuga devia ser terrorífica".

A descrição de Kenneth Arnold é muito mais extensa, mas não é necessário reproduzi-la por completo. A difusão que a imprensa deu à notícia despertou o interesse mundial pelos OVNIs. E foi um jornalista, Bill Bequette, da United Press, quem popularizou o termo "disco voador", ao interpretar a resposta que Kenneth Arnold concedeu a uma de suas perguntas: "Voavam de uma forma caprichosa" – respondeu Arnold – "como quando é lançado um disco sobre a água, que vai quicando sobre ela...". Os telegramas das agências de notícias foram publicados em mais de 150 jornais dos Estados Unidos. E, antes de transcorrido um mês, as notícias sobre observações de objetos semelhantes proliferaram pelos cinco continentes.


Fonte: INFA / eujavifantasmas
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terça-feira, 16 de junho de 2009

O Punhal do Fofão, Lenda ou Fato? E Outras Revelações…

17:01 1
Fofão era um personagem infantil de muito sucesso que participava do programa de TV Balão Mágico. Interpretado por Orival Pessini, era muito querido pelas crianças nos anos 80, e chegou a ter seu próprio programa de TV, além de discos e bonecos.

E com essa linha de confecção de bonecos Fofão, venho consigo uma lenda, dizem que todos os bonecos do fofão que foram fabricados, vinham com uma “surpresa” dentro…sim diz a lenda que dentro do boneco exatamente entre o pescoço e a cabeça do boneco haveria um tipo de punhal ou lamina em forma de punhal.

A Espécie do Punhal, fazia parte do ‘esqueleto’ do boneco, era oq fixava a cabeça, do tal…
Veja ao lado, Dois exemplares diferentes do punhal encontrado dentro dos bonecos do Fofão.

Ao lado, uma foto de um jornal da época da “caça aos Fofões”. O punhal era preso à cabeça do boneco e se alongava até sua perna




Fonte: areadoterror
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quinta-feira, 25 de dezembro de 2008

Stonehenge

21:20 0

Obra dos primitivos povos britânicos, Stonehenge é um exemplo clássico das civilizações megalíticas. Cientistas afirmam que Stonehenge foi construído entre os anos 2800 e 1100 a . C., em três fases separadas: 1ª Fase : (Morro Circular), que conhecemos como o círculo externo de Stonehenge e dos três círculos de buracos, cinqüenta e seis ao todo, que cercam o monumento.

As quatro "pedras de estação" que se supõe terem sido utilizadas como um Observatório Astronômico, o objetivo aparente seria observar o nascer e o por do Sol e da Lua, visando elaborar um calendário de estações do ano. 2ª Fase : que iniciou em 2100 a . C., houve a construção do duplo círculo de pedras, em posição vertical no centro do monumento, bem como da larga avenida que leva a Stonehenge e da margem externa das planícies cobertas de grama que o rodeiam.

Na Terceira e última fase, o duplo círculo de pedras foi separado e reconstruído, sendo erguidos muitos dos trílitos.

Ao meditar sobre os mistérios de Stonehenge, vale lembrar que, naquela época, diferentes tribos e autoridades contribuíram para a construção de Stonehenge. Cada um pode ter tido objetivos diferentes para construir o monumento.

Stonehenge

Os saxões chamavam ao grupo de pedras erectas "Stonehenge" ou "Hanging Stones" ( pedras suspensas), enquanto os escritores medievais se lhes referem como "Dança de Gigantes".

Novos construtores edificaram uma avenida de monólitos que ligava Stonehenge ao rio Avalon a cerca de 3,2 Km de distância. Stonehenge sobreviveu e a sua magia nunca desapareceu. Atribui-se ao mago Merlim o levantamento das pedras, enquanto que a população local acreditou por muitos anos que as pedras tinham poder curativo que, quando transferidos para a água, conseguiam curar todo o tipo de doenças.

Durante séculos, Stonehenge foi cenário de reuniões de camponeses e nos últimos 90 anos os "Druidas" modernos celebraram aqui o solstício de Verão. Durante aproximadamente 20 anos, milhares de pessoas se reuniam no local todos os meses de junho para assistirem ao festival que aí tem lugar. Mas em 1985 as autoridades proibiram tanto a vinda dos Druidas como o festival em si, receosas de que as pedras, assim como a paisagem circundante, possam ser danificadas.

Druidas - Stonehenge

Os Arqueólogos, no entanto, ainda consideram a hipótese de uma construção religiosa...

Acredita-se que Stonehenge e outros sítios megalíticos hajam sido construídos pelos antepassados dos Druidas deste milênio, por acreditarem que fossem lugares de grande força para concretizarem seus rituais...em vez de templos fechados eles reuniam-se nos círculos de pedra, como se vêem nas ruínas de Stonehenge Avebury, Silbury Hill e outros.

A datação pelo carbono-14 mostra que aquelas construções são anteriores à fase clássica do Druidismo. Isto é verdade pois foram construídos logo depois da chegada dos Atlantes. Na realidade foram construídos, e ainda existem centenas de círculos de pedra especialmente na Bretanha e na Escócia.

Stonehenge

Do grego: mega = grande, lithós = pedra, de modo que megálitos são grandes monumentos de pedra. Eles podem representar linhas fechadas ( circulares, elípticas, ovóides, etc), alinhamentos retilíneos, ou empilhamentos como as pirâmides egípcias, chinesas e centro-americanas. Eles estão espalhados pelo mundo inteiro: Europa, China, América do Norte e Norte da África sendo os locais mais importantes.

Dentre os megálitos, os mais famosos são a Grande Pirâmide de Khufu e Stonehenge.

Tanto sobre a pirâmide de Khufu como sobre Stonehenge foram escritos milhares de livros. Isso não é por acaso. A maioria dos historiadores da Antiguidade diria que esses monumentos estão entre as maravilhas do Mundo Antigo.

Stonehenge é um megálito formado por círculos concêntricos de pedras (algumas com 45 toneladas e 5 metros de altura), construído na planície de Salisbury, na Grã Bretanha.

Existe evidência arqueológica que nos permite afirmar que havia atividade humana no local há mais de 10 000 anos. Contudo, o megálito propriamente dito só foi iniciado c. 2 100 AC, tendo sido construído em três etapas, entre 2 100 AC e 1600 AC. Para ter uma idéia mais clara de seu plano arquitetônico.

Não se sabe quem construiu Stonehenge, sendo que a teoria popular de que teriam sido os druídas está hoje refutada, pois o monumento foi concluído 1 000 anos antes de os druídas tomarem o poder. Contudo, os arqueólogos notaram a quase total ausência de lixo no local e isso é indicador de que o local era solo sagrado.

Quanto aos propósitos da construção de uma obra tão difícil para os meios da época é o que passaremos a tratar.

Stonehenge (em Salisbury, sudoeste da Inglaterra) também é palco dos misteriosos Círculos Ingleses.

Alguns pesquisadores passaram a tentar encontrar algumas explicações naturais para desvendar o mistério dos Círculos Ingleses, como fenómenos climáticos inusitados, casualidades meteorológicas e outras hipóteses mais complexas. Esses desenhos (círculos ingleses) costumam aparecer freqüentemente em plantações de trigo, soja, cevada e milho. E esses cereais afetados chegam a se desenvolver muito mais rápido (cerca de 40% mais rápido) no interior dos desenhos do que aqueles mais próximos das bordas.

Em quase toda a sua totalidade esses desenhos surgem durante a noite, no meio do silêncio e da escuridão nos campos de cereais e pessoas que acampam nos locais de maior incidência, na expectativa de registrar uma dessas figuras se formando acabam se frustando por passar a noite em claro sem conseguir testemunhar nenhuma luz ou som diferente e em algumas vezes acabam se surpreendendo ao ver com o clarear do dia que a poucos metros de onde estavam acampados apareceu um desenho, misteriosamente como se tivesse sido feito por algum tipo de energia invisível ao olho humano.

Existem diversos pesquisadores tentando interpretar o significado dessas figuras, alguns ligando os desenhos a símbolos matemáticos, outros associandos a sistemas astronômicos, além de compara-los a símbologia de civilizações antigas, como Persas, Druidas, Romanos, Celtas, Egípcios...

Segundo pesquisadores, esses desenhos (círculos ingleses), devido a sua complexidade, seriam impossíveis de serem feitos pelas mãos humanas. A maior quantidade dos Círculos costumam aparecer em plantações localizadas ao redor do local onde esta erguido o monumento de Stonehenge e outros sítios arqueológicos importantes como Avebury e Silbury Hill.

Importância de Stonehenge para a História da Matemática

Stonehenge, uma calculadora de pedra, um verdadeiro computador megalítico...

A maior parte dos historiadores que estudaram Stonehenge afirma que o mesmo era usado como uma calculadora de pedra, um verdadeiro computador megalítico com o objetivo de prever o nascimento do Sol e da Lua no solstício e no equinócio. Contudo, existem historiadores que não aceitam os argumentos e dados associados e apresentam outras explicações para a construção desse monumento.

Fonte: http://www.misteriosantigos.com/stonehenge.htm

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Esferas Luminosas

16:57 0

Por que escondem a verdadeira procedência das Esferas Luminosas que aparecem desde tempos imemoriais?

As aparições de OVNIs (objetos voadores não identificados) de formato circular e luminoso podem não se tratar de objetos tripulados ou sondas.

Todos nós seres humanos temos uma energia, essa energia é imortal, quando nosso corpo falece, passamos a adotar outras formas, e por que não a de uma forma circular de energia? E também tem a grande hipótese das esferas luminosas serem de seres intraterrestres, o qual sobrevivem nas profundezas de nosso planeta (animais não catalogados).

Muitos quadros antigos ligam as aparições destes estranhos objetos circulares com imagens religiosas:


Reparem na parte superior deste antigo quadro as esferas luminosas semelhantes com as imagens obtidas no México do dia 11 de abril de 2005.

OBS: Varias aparições de OVNIs foram avistadas sobre o México. Uma destas aparições foi no dia 11 de abril de 2005 em plena luz do dia. O mais intrigante é que eram vários OVNIs em plena luz do dia (dezenas), todos eles emitindo uma luminosidade branca e forma esférica.


É incrível a semelhança nas imagens obtidas no México do dia 11 de Abril de 2005 com as de este antigo quadro acima.

Imagens do dia 11 de Abril de 2005 no México.

Teriam os artistas destes antigos quadros nos deixado uma mensagem subliminar a respeito destas estranhas Esferas Luminosas?

Essas esferas luminosas aparecem em nosso mundo desde tempos imemoriais, não sendo algo recente e nem invenção.O Governo e alguns estudiosos talvez saibam a verdadeira procedência das mesmas e por algum motivo específico ou por talvez causar pânico na população, não divulgam e nem comentam sobre a verdade, pois é praticamente impossível ninguém ainda ter se aprofundado sobre o assunto “Esferas Luminosas”, o qual aparecem desde tempos imemoriais, deixando rastros em muitas imagens e até modificando a nossa forma de pensamento em questão a religião. O que são realmente as Esferas Luminosas? Por que escondem a verdade sobre a mesma?

É verdade que existem muitas conjecturas, como sondas, aeronaves extraterrestres, seres intraterrestres etc. (Existe também a hipótese destes OVINIs virem de outras dimensões).

A hipótese de serem seres intraterrestres, vem da dificuldade de conhecermos e explorarmos o centro de nosso planeta, das varias aparições registradas destas esferas luminosas de centenas de anos, da forma como elas aparecem, na maioria das vezes em conjunto, da forte ligação que as mesmas tem com a água e a terra, sendo que muitas já foram vistas entrando e saindo da terra ou da água, sendo uma grande hipótese de estarem vindo do centro de nosso planeta e de já ter presenciado 3 destas esferas em uma distancia de cerca de 100 metros, o qual pareciam ter vida própria. A luz que emanava de seus corpos esféricos parecia diminuir e aumentar em tons diferentes.

“Pareciam respirar ou se comunicar a sua maneira.”

Veja algumas imagens e relatos abaixo recentes e outros antiguíssimos, mostrando e relatando OVNIs em forma de Esferas Luminosas.




Vejam a impressionante esfera na parte superior deste antigo quadro Italiano.


Figuras circulares apareceram para embarcações a centenas de anos. Esta foi registrada como 2 esferas “reparem no centro das mesmas, parecem conter humanóides em seus interiores”.


Outra esfera luminosa acima de uma pequena igreja na Itália. Existe uma forte ligação do pensamento católico com as esferas luminosas, como vindas do “Divino”.

Existe uma conspiração em torno das esferas luminosas? Por que a verdade ainda não veio a tona?

Antigo quadro italiano. Por que os anjos de antigos quadros, aparecem com objetos circulares reluzentes em suas cabeças?

Antigos Relatos:
Em 1450 à 1504 , antes de Cristo, escribas viram no céu círculos de fogo que, em seguida, subiram mais alto e dirigiram-se para o sul.

400 a.C, Pandoro escreveu sobre os Egregori (guardas-anjos) que desceram à Terra no ano cósmico 1.000. Osíris, Isis e Hórus eram representados como disco solar, como também eram comuns os barcos solares egípcios.

O Livro dos Mortos, do antigo Egito, fala em "legiões no céu", "espíritos da luz" e "seres brilhantes".

166 d.C - Julius Obsequens, em Prodigiorum Libellus, cita que em Capua o sol brilhou à noite. E Tito Livius escreveu que Albae viram-se dois sóis à noite. Em De Divination, Cícero fala sobre dois sóis e três luas vistas no céu.

589 d.C, Papa São Gregório, cognominado o Grande, em Roma, quando ele escondeu-se numa caverna e foi descoberto por um clarão. E ali ele viu anjos subindo e descendo por um espectro.

Em Fátima, Portugal, 70.000 pessoas presenciaram o milagre do sol. Estava chovendo, quando o sol apareceu através das nuvens. Parecia um disco achatado, com um contorno nitidamente definido. Tinha o brilho mutante e, de repente, começou a fazer manobras e a rodar com crescente velocidade. Começou a cair e logo aquilo, avermelhando-se, manobrou e desapareceu nas nuvens.

04/11/1799 - Em Cumana, Venezuela, houve um terremoto, sendo vistas várias bolas vermelhas no céu.

15/04/1950 - Em Casalicchio, a Aquivava, na Itália, milhares de espectadores dizem ter observado uma nuvem que se abriu e em cujo centro havia uma estrela de brilho opaco e, respectivamente, um sol girando e brilhando em todas as cores.

30/10/1950 - Segundo relato expresso do Cardeal Todeschini, por várias vezes o Papa Pio XII viu nos jardins do Vaticano o sol girando, semelhante ao milagre do sol de Fátima.

01/2002 - Eu mesmo avistei luzes próximas de minha casa de madrugada, que mais se pareciam com bolas de fogo. Avistando as mesmas, chamei minha noiva para presenciá-las. Com certeza eu percebi que não era nada identificável, e que se tratava realmente de ovnis.

Abaixo, alguns quadros antigos representando a “Anunciação”; podemos notar nos três quadros, figuras no céu em formas de Esferas Luminosas e mais uma vez, ligando-as a imagens religiosas .

Por que inúmeras igrejas e sepulcros, tem a forma arredondada em suas torres? Teriam algo relacionado com as inúmeras aparições de Esferas Luminosas desde tempos imemoriais?


Igreja Matriz São Pedro Apóstolo - Município de Itá (Notem a forma arredondada em sua torre)
Fotos divulgação


Capela de Nossa Senhora Aparecida. Vejam a Forma arredondada em sua torre - (Aparecida do Norte)


Igreja Ucraniana em Curitiba


Antigas Igrejas e Sepulcros com formas arredondadas em suas torres.

Será que todos os arquitetos de igrejas e sepulcros tiveram a mesma idéia desta forma arredondada de torre? Ou a idéia principal vem das aparições das Esferas reluzentes desde tempos imemoriais, o qual acreditavam que essas aparições tinham algo relacionado com o divino?

As Esferas Luminosas seriam uma antiga forma de vida que reside no interior do nosso planeta, provando a teoria da Terra Oca? As Esferas Luminosas seriam a raça mais antiga da terra que de alguma forma, deseja viver em harmonia com a raça humana desde tempos imemoriais?

No folclore Brasileiro, também ouvimos relatos das esferas luminosas, intituladas como: “Boitatá” (lenda dos índios) ou “Mãe do Ouro”.

Outras religiões também usam a forma circular a milênios como algo vindo do divino, como a imagem circular do Yan e o Yang (representação do negativo com o positivo). O bem e o mal.

Quando criança, aprendemos que os anjos habitam a superfície das nuvens. Mas de onde vem essa idéia afinal? Teria vindo de antigas aparições de esferas luminosas sobre as nuvens?

Talvez suas aparições tiveram uma grande interferência na forma de como imaginávamos os Anjos ou seres celestiais na antiguidade “como está retratado nos quadros acima”.

É verdade que existiu muitas distorções em questão aos anjos, diabo, bruxas etc na idade média. A imagem do Diabo com chifres e pernas de cabra por exemplo, vem de um antigo Deus dos Celtas, o Deus Cernunnos ou ainda Pan ou Osíris, considerado pelos egípcios o Deus da agricultura e da vida para além da morte.

Por que o chifre na imagem do Deus Cernnunos? Porque o chifre é representado como um sinal sagrado "divino" desde 10 mil anos a.C, no período Paleolítico, representando também a fertilidade e vitalidade. Acreditava-se, que os chifres recebiam poderes especiais vindo das estrelas e dos céus.

A igreja confundiu a imagem do Deus Cernnunos como diabólica, como a do próprio diabo.

Quadro Europeu de 1566 (Basel Broadsheet)

*Observem as esferas no céu, muito semelhantes as esferas que apareceram recentemente no México.

Alguns pintores medievais, tentaram colocar as esferas em uma forma de mensagem subliminar nos quadros, muitos não estão explícitos, poucos estão como o quadro Europeu “Basel Broadsheet de 1566”, pois os artistas tinham receio de expor essas idéias em um tempo em que quase nada era aceito se não fosse a ideologia da igreja. Podemos notar as esferas em vários quadros, mas não temos certeza o que realmente são.

OPINIÕES:

UFÓLOGOS: Os ufólogos acreditam que as esferas luminosas sejam sondas enviadas por extraterrestres para levar informações do nosso mundo (tentam provar essa idéia através de estudos e relatos de pessoas que avistaram as esferas luminosas).

TEÓRICOS DAS CONSPIRAÇÕES: Acreditam que as esferas luminosas sejam seres intraterrestres (seres que vivem no interior de nosso planeta) e que os antigos quadros encontrados com as imagens das esferas luminosas, foram colocadas ali propositalmente como forma de mensagem subliminar, pois antigamente os artistas não tinham tanta liberdade de se expressar, principalmente na idade média, em uma época em que a Santa Inquisição não aceitava nenhum estudo com o raciocínio diferente de sua ideologia. (tentam provar suas ideologias através de estudos, principalmente da antiguidade, em antigos livros, quadros e relatos de pessoas que avistaram as mesmas).

OS CÉTICOS: Muitas pessoas que não acreditam em seres intraterrestres ou sondas extraterrestres, já avistaram as esferas luminosas no céu, principalmente na região do México. Dizem ser difícil afirmar o que realmente são, mas que não é algo do nosso cotidiano.

Autor: Ademir Pascale. Ufólogo, crítico de cinema e editor do Portal de Cinema Cranik – www.cranik.com – e-mail:ademir@cranik.com

Crédito das figuras:
http://www.sprezzatura.it/Arte/Arte_UFO_4.htm
http://www.amauc.org.br/municipios/ita/fotos.htm
http://www.parques-curitiba.com/memorial-ucraniano-imigrantes.htm
http://www.fccr.org.br/institucional/html/patrimoniohistorico/patrimonio.htm
http://www.ufo.com.br/videos/mexico.htm

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