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quinta-feira, 25 de junho de 2015

Robô Curiosity flagra 'pirâmide' em Marte e fomenta discussões sobre vida no planeta

20:01 0


Mais uma evidência ou apenas viagem de quem quer muito que isso aconteça? Imagens divulgadas pela Nasa mostram fotografias tiradas pelo robô Curiosity, que está em Marte desde 2012, que provariam a existência de vida no Planeta Vermelho.


A foto em questão aponta para uma formação rochosa no formato exato de uma pirâmide. Especialistas passaram a discutir o tema e, segundo alguns ufólogos, a pirâmide em questão não é acaso, mas sim “resultado de vida inteligente e de um projeto e certamente não um truque de luz e sombra”.


O fato de a Curiosity ter fotografado essa formação geométrica em específico fomentou ainda mais os discursos daqueles que acreditam ser essa a prova de que existe vida em Marte. Isso porque, para muitos ufólogos, as pirâmides do Egito são obras de extraterrestres.


A Nasa, por sua vez, não comentou a boataria que está rolando na internet após a divulgação da foto. A agencia espacial dos Estados Unidos se limitou apenas a divulgar os resultados da Curiosity e comemorar a nitidez das imagens trazidas pelo robô.

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sexta-feira, 17 de outubro de 2014

Eixo com rodas e pneus encontrado na superfície de Marte

15:19 0



 

JIPE TOPA COM UM FERRO-VELHO MARCIANO


Puxando o contraste apenas se confirma o que a imagem original revela: trata-se, obviamente, de uma estrutura rochosa com a improvável aparência de um eixo de veículo com duas rodas e pneus. Pausa para rir com mais este milagre da natureza cósmica, transmitido pelo jipe Curiosity em suas andanças off-road pela superfície do planeta Marte. A NASA não deu um pio sobre o ferro-velho.



Fonte: Matéria Incógnita  Via: ArquivosDoInsolito
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quarta-feira, 9 de outubro de 2013

Sites alegam ter visto 'lagarto' em foto tirada por robô da NASA em Marte

20:45 0
Um “lagarto” teria sido visto na superfície de Marte pelo robô Curiosity, que pousou no planeta vermelho em agosto do ano passado
Sites mostram imagem do que seria um lagarto na superfície do planeta vermelho (Foto: Divulgação/NASA/JPL-Caltech/MSSS )Sites mostram imagem do que seria um lagarto na superfície do planeta vermelho (Foto: Divulgação/NASA/JPL-Caltech/MSSS )
De acordo com o jornal inglês “Metro”, um japonês teria avisado blogs de ciência e sobre óvnis sobre a existência do animal. O que sustentaria a teoria sobre a existência do animal, que teria sido “plantado” pela NASA (a agência espacial norte-americana), seria a existência de pequenas quantidades de água no planeta.
Um blog chamado “UFO HuntingClouds” ate publicou um vídeo no YouTube (assista, em inglês) no qual o autor circula a forma do que seria o lagarto, e explica as possibilidades do animal estar vivendo agora em Marte.
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Animal teria sido 'plantado' por agência espacial, e conseguiria sobreviver a partir da água encontrada no planeta (Foto: Divulgação/NASA/JPL-Caltech/MSSS)Animal teria sido 'plantado' por agência espacial, e conseguiria sobreviver a partir da água encontrada no planeta (Foto: Divulgação/NASA/JPL-Caltech/MSSS)
Fonte: G1.com
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quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Nasa tenta recuperar robô "Spirit" atolado em Marte

22:08 0
Os cientistas fizeram experimentos na Terra com uma réplica do robô


A Nasa (a agência espacial americana) retomou hoje as tentativas para recuperar o robô "Spirit" que a agência espacial americana enviou ao planeta vermelho em 2004 e ficou atolado na areia desde abril passado.

Nos últimos meses, os responsáveis pela missão têm tentado buscar uma solução para retirar o robô do local onde ficou preso, conhecido como "Tróia".

Os cientistas fizeram experimentos na Terra com uma réplica do robô à qual submeteram as condições similares no Laboratório de Propulsão a Jato (JPL, na sigla em inglês) da agência espacial, mas reconheceram que não será fácil.

"Será um processo longo e a probabilidade de fracasso é alta" disse o diretor do programa de prospecção de Marte da agência espacial, Doug McCuistion.

As rodas do "Spirit" estão afundadas na terra desde 23 de abril e ficaram presas em uma camada de areia.

Além disso, o "Spirit" tem as rodas dianteiras da parte direita bloqueadas desde 2006 devido a uma falha elétrica.

Na semana passada, a Nasa anunciou que dará ordem a partir da Terra para que o robô vá girando as rodas até conseguir recuperar o movimento de marcha à ré. Uma tarefa que poderá levar semanas.

"A mobilidade em Marte é difícil e qualquer que seja o resultado da operação de resgate do "Spirit" aumentará nosso conhecimento sobre como analisar o terreno e melhorar os robôs que serão enviados a Marte no futuro", acrescentou McCuistion.

O "Spirit" foi colocado em Marte em janeiro de 2004 junto com outro robô gêmeo, o "Opportunity", que foi deslocado para uma região oposta do planeta vermelho.

Inicialmente, os pesquisadores deram três meses de vida ativa.

Apesar de terem sofrido com o desgaste dos materiais e registrado problemas de funcionamento, ambos os veículos continuaram percorrendo Marte e transmitindo milhares de fotografias e informações sobre sua geologia e atmosfera.

Além de ter confirmado que em algum momento de sua história Marte abrigou água em forma líquida, os veículos exploradores de seis rodas já percorreram mais de 20 quilômetros da superfície do planeta.

Enquanto a Nasa redobra os esforços para salvar o "Spirit", o "Opportunity" segue em direção a uma grande cratera chamada "Endeavor".



Fonte: Terra/arquivosdoinsolito

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terça-feira, 10 de novembro de 2009

Sonda Mars envia imagens de erosão causada pela água em Marte

20:50 0

A agência espacial europeia (ESA) divulgou imagens do relevo de Marte obtidas pela sonda Mars Express.

As imagens mostram fotos panorâmicas do terreno caótico da região de Kasei Valles e Sacra Fossae. Segundo os especialistas, as rachaduras foram causadas por água.

As imagens são de uma região localizada 12 graus ao norte do Equador e apresentam uma resolução da superfície de 21 metros por pixel. Elas cobrem uma área de 21.375 km quadrados.

A parte superior da imagem mostra a margem oriental de Kasei Valles com o planalto de Lunae Planum, além da Sacra Fossae.

Kasei Valles é um dos maiores canais de Marte, com um comprimento de cerca de 3 mil km, que compreendem desde a bacia Chryse Planitia, ao norte, até a Echus Chasma, ao sul.

Sacra Fossae é um sistema de falhas que se estende por 1 mil km com centenas de metros de profundidade. Fica entre Kasei Valles sul e oeste de Lunae Planum.

A imagem mostra uma cratera de 35 km de diâmetro ao norte. A borda sudoeste do anel está muito desgastada pela erosão, causada principalmente pelas correntes de água. A fonte de origem desta água foi localizada em Ecgus Rabble, que fica 850 km ao sudoeste.

O fundo da cratera e a parte noroeste da região mostrada na foto é plano e foi formado por fluxos de lava basáltica e sedimentos originários da região vulcânica de Tharsis. A parte inferior da imagem mostra claramente a planície com numerosas crateras e a que apresenta rachaduras.

É provável que toda a região esteja passando por atividades tectônicas, bem como uma 'sub-erosão', um processo no qual as rochas do subsolo são dissolvidas pela água causando um colapso parcial e rachaduras na superfície. Várias dessas zonas de fratura são visíveis a oeste.


Fonte: Terra/arquivosdoinsolito

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quinta-feira, 24 de setembro de 2009

Nasa testa módulo de pouso para exploração robótica da Lua e de Marte

14:53 0
Propulsores extras anulam efeito da gravidade, o que permite testar com realismo como manobradores funcionariam na Lua, por exemplo (Foto: Nasa)


Equipamento anula efeito da gravidade para avaliar manobras. Centro Von Braun para Inovação é um dos parceiros do laboratório.

O Marshall Space Flight Center está inaugurando um testador de módulos de desembarque espacial.

O equipamento tem propulsores que anulam o efeito da gravidade, de modo que seja possível simular com realismo como funcionariam os propulsores de manobra propriamente ditos, aquelas que vão guiar o módulo até o pouso na Lua ou em Marte, por exemplo.

O projeto conta com a parceria do Laboratório de Física Aplicada da Universidade John Hopkins e do Centro Von Braun para Ciência e Inovação.


Fonte: G1/arquivosdoinsolito

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quinta-feira, 17 de setembro de 2009

Marte: rachaduras gigantes sugerem lagos antigos

15:43 0


Sem dúvida, as feições da geologia marciana mostram que o planeta é muito parecido com a Terra, com marcas que lembram diversas regiões do nosso planeta.
Uma amostra dessa semelhança são as enormes rachaduras observadas nas bacias de impacto, que de acordo com os cientistas foram causadas pela evaporação da água de antigos lagos.
Inicialmente, se imaginava que as rachaduras eram um subproduto da contração térmica do gelo permanente, mas uma análise mais detalhada mostrou que as feridas são muito grandes para essa explicação.

De acordo com modelos computacionais, rachaduras causadas por contração térmica podem ter no máximo 65 metros de diâmetro, enquanto as observadas chegam a dezenas de quilômetros.

"Elas lembram muito os padrões de dessecamento que vemos nos lagos secos da Terra", disse Ramy El Maarry, ligado ao Departamento de Pesquisa do Sistema Solar, do Instituto Max Planck, nos EUA.

"Os padrões são os mesmos que você vê no seu quintal depois que a lama seca. Além disso, as tensões geradas quando os líquidos evaporam podem causar profundas rachaduras e polígonos, na mesma escala que vemos nestas crateras", explicou Maarry.

As rachaduras estudadas pelo pesquisador têm entre 70 e 140 quilômetros de diâmetro, com comprimento variando entre 1 e 10 metros.

"O calor gerado quando um meteorito se choca contra a superfície marciana pode derreter o gelo preso abaixo da crosta e criar o que chamamos de sistema hidrotérmico.

A água líquida pode preencher a cratera e formar um grande lago, coberto por uma espessa camada de gelo, que mesmo sob as condições climáticas atuais pode levar milhares de anos para desaparecerem, resultando nos padrões de dessecamento observados", afirmou Maarry.

As rachaduras estudadas foram identificadas através das imagens feitas pela câmera MOC a bordo da sonda europeia Mars Global Surveyor (MGS) e HiRISE, da sonda americana Mars Reconnaissance Orbiter (MRO), ambas operando na órbita do Planeta Vermelho.

O pensamento dominante entre os pesquisadores é de que Marte foi coberto por grandes quantidades de água entre 4.6 e 3.8 bilhões de anos atrás.

Assim, a chuva e os rios podem ter levado a água até as grandes bacias de impacto, formando os lagos que existiram por milhares de anos antes de secarem.

No entanto, as novas descobertas sugerem que as rachaduras no hemisfério norte do planeta se formaram bem mais recentemente.


Fonte: IG/arquivosdoinsolito
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sexta-feira, 4 de setembro de 2009

Nasa divulga fotos inéditas da superfície de Marte

14:44 0
Pólo Sul marciano (Foto: Nasa/Reuters)
Fossa Ulysses (Foto: Nasa/Reuters)
Encosta da Cratera Hale (Foto: Nasa/Reuters)
imagens foram obtidas entre abril e o início de agosto (Foto: Nasa/Reuters)
Imagem captada pela Mars Reconnaissance Orbiter (MRO) (Foto: Nasa)



Coleção mostra em detalhes diversas paisagens marcianas. Mars Reconnaissance Orbiter estuda planeta desde 2006.

A agência espacial americana divulgou nesta quinta-feira (3) imagens inéditas de paisagens marcianas. Os registros foram obtidos pela câmera HiRISE (Experimento Científico de Imagem de Alta Resolução), instrumento embutido no Mars Reconnaissance Orbiter, sonda orbital da Nasa.


Fonte: G1/arquivosdoinsolito
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quarta-feira, 2 de setembro de 2009

Estação Espacial será chave para ir a Marte, diz cientista

15:21 0
ISS


O envio de humanos a Marte exigirá a realização de pesquisas médicas na Estação Espacial Internacional pelo menos até 2020, um prazo cinco anos além do que prevê o atual orçamento da Nasa, segundo a principal cientista da agência espacial norte-americana para esse programa.

A estação é um projeto de US$ 100 bilhões e 16 países, que está sendo concluído no ano que vem após mais de dez anos de obras.

A prorrogação das suas atividades foi uma surpreendente conclusão da comissão da Presidência norte-americana que avalia o programa espacial tripulado dos EUA.

O relatório deve ser entregue nesta semana à Casa Branca, mas só será divulgado publicamente a partir de meados de setembro.

A comissão concluiu também que o orçamento anual da Nasa, de US$ 18 bilhões - aproximadamente metade para projetos tripulados -, está cerca de US$ 3 bilhões aquém do que seria necessário para realizar a iniciativa Constellation depois da aposentadoria dos ônibus espaciais e da estação. O objetivo do Constellation é levar o homem de volta à Lua, e de lá para Marte.

"A Nasa precisa da EEI (Estação Espacial Internacional)," disse a cientista Julie Robinson. "Uma permanência de seis meses na estação espacial será a melhor analogia que poderemos fazer para um trânsito de seis meses na microgravidade até Marte no futuro."

De acordo com ela, as pesquisas sobre exposição a radiação, perda óssea e outros efeitos das longas viagens espaciais exigem que a estação funcione pelo menos até 2020. Só assim, de acordo com a cientista, será possível concluir que "o próximo passo além da órbita baixa da Terra (será) um passo seguro para a humanidade."

A Nasa pretende gastar cerca de US$ 2,5 bilhões por ano nas operações da estação espacial até 2015.

Em audiências públicas recentes, membros da Comissão de Planos para os Voos Espaciais Humanos disseram que o encerramento do projeto apenas cinco anos depois do fim da sua construção criaria atritos com os sócios Rússia, Europa, Japão e Canadá, que investiram muito no programa e esperam recompensas.

A ex-astronauta Sally Ride, presidente dessa subcomissão, disse que o grupo notou um amplo apoio à continuidade e até ampliação do programa da estação espacial em 2016 e além.

"Não começamos com essa perspectiva," disse Ride. "Não achamos que tirar a EEI em 2016 faça sentido."

Enquanto a Nasa e a Casa Branca começam a avaliar as recomendações da comissão, os 13 tripulantes da Estação e do ônibus Discovery começam em breve a descarregar mais de 7 t de novos equipamentos de laboratórios, mantimentos e peças de reposição para o complexo orbital.


Fonte: Terra/arquivosdoinsolito
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terça-feira, 18 de agosto de 2009

Nasa divulga fotos da Spirit para comemorar 2 mil dias de missão

18:30 0
Jipe-robô está colhendo material para análises em Marte. Imagens foram feitas em local batizado informalmente de Troia.


Nesta terça-feira (18) faz 2 mil “dias marcianos” que o jipe-robô Spirit explora Marte (Foto: NASA/JPL/Caltech)


Nesta terça-feira (18) faz 2 mil “dias marcianos” que o jipe-robô Spirit explora Marte. As fotos acima e abaxo mostram partes de uma imagem divulgada hoje pela Nasa, a agência espacial americana. Ela resulta da combinação de sete quadros enviados pela câmera de navegação da sonda sobre rodas, obtidos no 1.891º ‘sol’ (o nome do dia marciano) da jornada do Spirit. O lugar de onde foram tiradas foi informalmente batizado de Troia.Imagem completa resulta da combinação de 7 quadros enviados pela câmera de navegação da sonda sobre rodas (Foto: NASA/JPL/Caltech)



Fonte: G1
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sábado, 15 de agosto de 2009

Sonda da Nasa fotografa redemoinho nas areias de Marte

14:17 0
O redemoinho foi flargardo correndo pelo hemisfério sul de Marte pela MRO. Nasa


Assim como na Terra, fenômeno é produzido quando corrente de ar ascendente é atingida pelo vento.

Um redemoinho correndo pelas areias de Marte, projetando uma sombra adiante e deixando rastro, foi flagrado no ato pela câmera da alta resolução, a HiRise, da sonda Mars Reconnaissance Orbiter (MRO). Esses fenômenos já foram estudados, a partir do solo, pelo jipe-robô Spirit.

Em Marte, redemoinhos formam-se do mesmo modo que na Terra. O chão se aquece durante o dia, elevando a temperatura do ar em contato com a superfície.

Essa camada de ar quente se eleva e o ar fio acima cai, criando uma célula de convecção vertical. Um golpe de vento horizontal faz com que a célula comece a girar, produzindo o redemoinho. Ao se deslocar, a coluna de ar pode levantar ou perturbar a areia, produzindo um rastro.


Fonte: Estadão/arquivosdoinsolito
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quinta-feira, 13 de agosto de 2009

Mars Reconnaissance Orbiter obtém nova visão da Cratera Victória, em Marte

12:23 0


Angulação inédita. (Foto: NASA/JPL-caltech/Univ. do Arizona)



Angulação inédita permite observar melhor encostas de cratera. Sonda orbital passou imagens que orientaram jipe-robô Opportunity.

O Laboratório de Propulsão a Jato (JPL) da Nasa, a agência espacial americana, divulgou essa imagem da Cratera Victória, na região de Marte conhecida como Meridiani Planum.

Ela foi obtida pela câmera High Resolution Imaging Science Experiment (HiRISE) do Mars Reconnaissance Orbiter. Pelo ângulo em que foi registrada, é como se tivesse sido tirada a partir da janela de um avião.

Com imagens tiradas exatamente de cima, fica difícil visualizar o material geológico nas encostas da cratera, que tem 800 metros de diâmetro.

O HiRISE, operado pela Universidade do Arizona, fornecera imagens que orientaram o trabalho do jipe-robô Opportunity, a sonda sobre rodas que explorou a borda e o interior da cratera durante cerca de um ano, até escalar sua encosta e voltar à superfície em agosto do ano passado.


Fonte: G1/arquivosdoinsolito
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sábado, 8 de agosto de 2009

Destruição rápida de metano é má notícia para vida em Marte

13:43 0

Gás está desaparecendo 600 vezes mais rápido do que se achava, o que sugere algo extremamente hostil à vida.

A descoberta de emissões de metano em Marte, anunciada por cientistas da Nasa em janeiro, foi saudada como um possível indicador de que o planeta possui, ou já possuiu, vida: Na Terra, 90% do metano existente no ar é produzido por seres vivos.

Agora, no entanto, cálculos realizados por pesquisadores franceses indicam que esse metano está desaparecendo muito mais depressa do que deveria, o que sugere que há algo em Marte que é extremamente hostil a matéria orgânica - e, por extensão, à vida.

"Descobrimos que a destruição de metano tem de ser 600 vezes mais rápida do que se pensava antes, para explicar as observações", diz Franck Lefèvre, da Universidade Pierre e Marie Curie, de Paris. "Mas isso também significa que a produção de metano precisa ser 600 vezes maior, para satisfazer o equilíbrio".


Detalhe do terreno de Nili Fossae, uma das regiões de Marte onde foi detectado metano


O gás detectado pela Nasa concentra-se em pontos específicos do planeta, e parece ser emitido no verão. "A descoberta desses pontos máximos de metano bem localizados implica, portanto, um fenômeno bastante extraordinário", afirma Lefèvre.

Lefèvre e François Forget criaram um modelo do clima e da meteorologia de Marte que, juntamente com as reações químicas conhecidas do metano, foi usado para simular o comportamento do gás na atmosfera do planeta vermelho.

Os resultados estão descritos na edição desta semana da revista Nature. O esquema de simulação usado, diz o artigo, reproduz corretamente a química da atmosfera terrestre.

O resultado, analisando-se as interações na atmosfera, foi surpreendente: "a química do metano, tal como compreendida atualmente, não é capaz de explicar" a distribuição do gás tal como descrita pelos cientistas da Nasa.

O metano tem vida curta na atmosfera de um planeta como a Terra ou Marte, porque é destruído pela radiação do Sol.

Esse é um dos motivos que faz com que o gás seja visto como um possível indicador de vida: sua presença sugere que algum processo, biológico ou geológico, está trabalhando para produzi-lo. Do contrário, o gás não estaria lá para ser observado.

O problema, de acordo com a análise de Lefèvre, é que o metano, uma vez tendo chegado à atmosfera de Marte, está sumindo rápido demais: em 200 dias, em vez de 300 anos.

A presença de partículas eletricamente carregadas na atmosfera de Marte já havia sido sugerida como um possível acelerador da destruição do metano, mas a simulação francesa não apoia essa hipótese: a presença de campos elétricos fortes o bastante para destruir o metano no ritmo necessário geraria outros subprodutos, como grandes quantidades o gás monóxido de carbono (CO), que não são observados pelas sondas que investigam o planeta.

Se a destruição do metano não estiver ocorrendo na atmosfera, mas na superfície - por meio, por exemplo, de interações entre o ar e as rochas - a situação é ainda mais crítica: a escala de tempo para a perda do gás deixa de ser centenas de dias e passa a ser de poucas horas.

E se o metano estiver sendo consumido na superfície, isso exigiria a presença, no solo marciano, de processos extremamente hostis à matéria orgânica - e, por tabela, à vida como a conhecemos.

Mas essa destruição acelerada não poderia ser, afinal, um sinal de vida? Estar sendo causada por algum tipo de micro-organismo que "come" metano?

"Talvez sim... Talvez não!", responde Lefèvre. "Metanotrofos, micro-organismos comedores de metano, foram descobertos recentemente na Terra, mas sabe-se muito pouco sobre eles".

Outra explicação possível seriam os percloratos, moléculas descobertas no solo marciano no ano passado pela sonda Phoenix, da Nasa.

"Os perclortaos poderiam contribuir para a destruição de metano e de outras moléculas orgânicas", reconhece Lefèvre.

"Mas acredita-se que eles não oxidam matéria orgânica imediatamente, nas temperaturas marcianas. Então, uma destruição muito rápida de metano por percloratos não parece, no momento, uma explicação aceitável, mas ainda poderemos nos surpreender".

Mais respostas, diz o artigo na Nature, provavelmente terão de esperar pelo envio de novos robôs à superfície marciana.

A Nasa tem seu Mars Science Laboratory (Laboratório de Ciência de Marte, ou MSL) previsto para ser lançado em 2011, e a Agência Espacial Europeia (ESA), tem o Exomars, a ser lançado em 2018.

Se a superfície de Marte for mesmo tóxica, vida ainda poderia existir no subsolo. A que profundidade?

"É uma pergunta para a qual gostaríamos de ter uma resposta", diz Lefèvre. "O Exomars vai levar uma perfuratriz capaz de chegar dois metros abaixo da superfície.

Será a primeira vez que olharemos para o solo a essa profundidade. Espera-se que algum material orgânico tenha sido preservado ali, mas condições adequadas para a vida podem existir muito mais abaixo".


Fonte: Estadão / arquivosdoinsolito
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quarta-feira, 5 de agosto de 2009

Um bizarro "monolito" em Marte ?

18:51 1


Um misterioso monumento rochoso está animando os teóricos da conspiração de todo o mundo.

O monolito foi fotografado a 265 quilômetros de distância usando uma câmera especial de alta resolução a bordo da Mars Reconnaissance Orbiter. Embora feitas em 2008, as fotos foram recentemente divulgadas pela Universidade do Arizona.

A estrutura não é imediatamente reconhecida, mas o site Lunar Explorer Italia revelou o estranho objeto retangular lançando uma longa sombra, depois de ampliar uma parte da foto. Depois da publicação no site muitos questionam se haveria vida no planeta vermelho.

Mas cientistas da Universidade do Arizona, que captaram a imagem original, presumem que poderia medir até cinco metros de diâmetro.

Yisrael Spinoza, um porta-voz do departamento HiRISE do Laboratório Lunar e Planetário da universidade disse: "Seria insensato se referir a ele como um" monolito "ou" estrutura "porque isso implica algo artificial, como se ele tivesse sido colocado ali por alguém, por exemplo.

"Na realidade é mais provavel que esta rocha tenha sido criada quando quebrou na base criando um formato retangular".

A estrutura assemelha-se ao monolito negro que aparece durante o momento chave da evolução do homem no filme "2001: Uma Odisséia no Espaço", de Stanley Kubrich.


O monolito de "2001: Uma Odisséia no Espaço"

O "monolito" marciano

Imagens originais da Universidade do Arizona



A imagem original, publicada em julho passado, foi publicada outra vez esta semana no site da Universidade, na página "Spotlight", o que renovou o interesse.

Alfred McEwen, principal pesquisador do departamento HiRISE da Universidade do Arizona, disse: "A erosão das rochas e as fraturas tectônicas criam ângulos retos, e os blocos retangulares tendem a se soltar da base".

"É possível que existisse uma civilização antiga em Marte?" Pergunta o radialista de Montreal David Tyler em seu blog. "É possível que a NASA já saiba a resposta?" Isto poderia ser a gota d'agua para a revelação?"

A gasolina foi adicionada às chamas depois que o ex-astronauta Buzz Aldrin, se referiu a um monolito semelhante detectado em Phobos, uma das luas de Marte.

Buzz Aldrin

Falando em um canal a cabo na semana passada ele disse: "Nós deveríamos visitar as luas de Marte. "Há um monolito lá - uma estrutura muito incomum nesta pequena batata que passa por Marte uma vez a cada sete horas.

'Quando as pessoas souberem, dirão, "Quem colocou isso aí? Quem colocou isso aí"? Bem o universo colocou lá, ou se preferir, deus colocou lá".

Em 2007 a Agência Espacial canadense financiou um estudo para uma missão não tripulada para Phobos conhecida como PRIME (Phobos Reconnaissance and International Mars Exploration).

O monolito, que seria do tamanho de um edifício, é a principal razão para uma missão, mas não porque os cientistas suspeitem de atividade de OVNIS.

Eles acreditam que o objeto é uma rocha exposta em tempos relativamente recentes na área, e sem traços caracteristicos da lua-asteróide.

O principal investigador Dr. Alan Hildebrand disse que ele poderia responder a perguntas sobre a composição da lua e sua história.

"Se pudermos chegar a esse objeto, nós provavelmente não precisaremos ir a nenhum outro lugar", disse a sua equipe de ciência.


O fato é que aquilo que parece se assemelhar a um monumento retangular, poderia ser um erro de identificação. Isto porque os humanos vêem imagens familiares em ambientes fortuitos como a famosa "Face de Marte", que é realmente só uma área montanhosa com crateras.



Fonte: Daily Mail / arquivosdoinsolito
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terça-feira, 14 de julho de 2009

Boriska: O menino Que Veio de Marte

15:28 0

Em 11 de janeiro de 1996, uma criança incomum nasceu na cidade de Volzhsky, na região de Volgograd, Rússia. Sua mãe, Nadezhda Kipriyanovich descreve o trabalho de parto: "Foi muito rápido e não senti nenhuma dor. Quando me mostraram o bebê, ele me olhava fixamente com seus grandes olhos castanhos. Como médica (ela é dermatologista), eu sei que não é habitual entre naciturnos esse olhar concentrado. Exceto esse fato ele parecia um bebê normal."

Quando saiu da maternidade, de volta ao lar, Nadezhda começou a perceber que o menino, chamado Boris, tinha um comportamento singular: raramente chorava e nunca solicitava qualquer alimento. Ele crescia como as outras crianças mas começou a falar aos quatro meses e dizia frases inteiras aos oito meses. Com um ano e meio, lia jornais. Os pais deram a ele um jogo de peças para montar figuras e ele começou a elaborar estruturas geométricas combinando diferentes partes com precisão. "Eu tinha a impressão de que nós éramos como aliens para ele, aliens com os quais ele estava tentando se comunicar" - disse a mãe de Boris ou Boriska, como é chamado pela família.

Boriska começou a desenhar figuras que, à primeira vista, eram abstrações nas quais se misturavam tons de azul e violeta. Quando psicólogos examinaram os desenhos, disseram que o garoto estava, provavelmente, tentando representar a aura das pessoas que via ao seu redor. Aos três anos, Boris começou a conversar com seus pais sobre o Universo. Ele sabia nomear todos os planetas dos sistema solar e seus respectivos satélites. Falava também nomes e número de galáxias. Isso pareceu assustador e a mãe pensou que seu filho estava fantasiando; por isso, resolveu conferir se aqueles nomes realmente existiam. Consultou livros de astronomia e ficou chocada ao constatar que Boris, de fato, sabia muito sobre aquela ciência.

Os rumores sobre o "menino-astrônomo" espalharam-se rapidamente na cidade. Boriska tornou-se uma celebridade local e as pessoas começaram a visitá-lo para ouví-lo falar sobre civilizações extraterrestres, sobre a existência de antigas raças humanas de gigantes, sobre o futuro do planeta em função de mudanças climáticas. Todos ouviam aquelas coisas com grande interesse embora não acreditassem nas histórias.

Os pais decidiram batizar o filho cogitando que talvez fosse uma questão espiritual pois acreditavam que havia algo errado com Boris. Mas o fenômeno não cessou: Boriska começou a falar às pessoas sobre seus "pecados". Um dia, na rua, abordou um rapaz e admoestou-o por usar drogas; advertia certos homens para que parassem de bater em suas mulheres; prevenia pessoas sobre a iminência de problemas e doenças.

O menino sofre com o conhecimento prévio de desastres naturais ou sociais: durante a crise do Beslan, recusou-se a ir à escola enquanto durou o ataque. Quando perguntaram a ele o que sentia sobre o assunto respondeu que era como se algo queimasse dentro dele. "Eu sabia que o caso todo teria um final terrível" - disse Boriska. Sobre o futuro do planeta ele avisa que a Terra passará por duas situações muito perigosas nos anos de 2009 e 2013, com a ocorrência de catástrofes relacionadas à água.

Especialistas dos Instituto de Estudos do Magnetismo Terrestre e Ondas de Rádio da Academia Russa de Ciências (Institute of Earth Magnetism and Radio-waves of the Russian Academy of Sciences) fotografaram a aura de Boriska que mostrou-se forte, nítida de modo incomum. O professor Vladislav Lugovenko analisa: "Ele apresenta um espectograma laranja, o que significa que é uma pessoa alegre, positiva, com um intelecto muito poderoso".

Existe uma teoria de que o cérebro humano possui dois tipos básicos de memória: a memória de trabalho (consciente, voluntária) e a memória remota. Uma das habilidades do cérebro é salvar informações sobre a experiência, sejam emoções ou pensamentos, em uma dimensão que transcende o indivíduo. Essas informações são capturadas por um singular campo informacional que faz parte do Universo. Poucas pessoas são capazes de acessar informações contidas nesse campo."

Ainda segundo Lugovenko, é possível medir as faculdades extrasensoriais das pessoas com o auxílio de equipamentos especiais e através de procedimentos muito simples. Cientistas de todo o mundo têm-se se empenhado na pesquisa desses fenômenos a fim de revelar o mistério destas crianças extraordinárias, como o garoto Boris. Um dado interessante é que nos últimos 20 anos, bebês dotados de habilidades incomuns têm nascido em todos os continentes.

Os especialistas chamam estas crianças de indigo children ou "crianças azuis", possivelmente uma referência ao avatar indiano Khrisna que, segundo a lenda, era azul. "Boriska é uma dessas crianças. Aparentemente, as "crianças azuis" têm a missão especial de promover mudanças em nosso planeta. Muitas delas possuem as espirais do DNA notavelemnte perfeitas o que lhes confere uma inacreditável resistência do sistema imunológico capaz de neutralizar a ação do vírus da AIDS. Eu [Lugovenko] tenho encontrado crianças assim na China, Índia, Vietnam entre outros lugares e estou certo de esta geração mudará o futuro da nossa civilização.

Enquanto as agências espaciais tentam encontrar sinais de vida no planeta Marte, Boriska, aos nove anos, relata aos seus parentes e amigos tudo o que sabe sobre a civilização marciana, informações que ele recorda de uma vida passada. Um jornalista russo entrevistou recentemente o menino sobre sua experiência como habitante de Marte:



ENTREVISTADOR - Boriska, você realmente viveu em Marte como dizem as pessoas da vizinhança?

BORISKA - Sim, eu vivi, é verdade. Eu tinha 14 ou 15 anos. Os marcianos faziam guerra todo o tempo e eu tinha de participar daquilo. Eu podia viajar no tempo e no espaço, podia voar em naves espaciais e também pude observar a vida no planeta Terra. As naves marcianas são muito complexas e podem se deslocar pelo Universo.

ENTREVISTADOR - Existe vida em Marte atualmente?

BORISKA - Sim, existe, mas o planeta perdeu sua atmosfera há muitos anos atrás como resultado de uma catástrofe global. O povo marciano ainda vive em cidades nos subterrâneos. Eles respiram gás carbônico.

ENTREVISTADOR - Qual é a aparência dos marcianos?

BORISKA - Eles são muito altos, uma altura média de sete metros. Eles possuem capacidades inacreditáveis.



Boriska fala de Marte mas também tem lembranças de suas observações sobre Terra naquela existência passada: ele foi testemunha da destruição da lendária civilização da Lemúria, "A maior catástrofe que já aconteceu neste planeta. Um continente gigante foi engolido por terríveis tempestades oceânicas. Eu tinha um amigo lemuriano que morreu na minha frente esmagado por uma rocha. Não pude fazer nada. Nós estamos destinados a nos reencontrar em algum momento desta vida." Sobre o Egito, Boriska diz que existe um conhecimento precioso oculto sob uma pirâmide que ainda não foi descoberta: "A vida vai mudar quando a Esfinge for aberta. A Esfinge tem um mecanismo que aciona uma abertura secreta. O mecanismo está atrás da orelha."

Quanto ao aumento de nascimentos de crianças especialmente dotadas, o garoto informa que isto é decorrência do fato de que "chegou a época" propícia para que elas venham à Terra porque o "renascimento do planeta se aproxima... Eles estão nascendo e estarão preparados para ajudar as pessoas... Amar seus inimigos, essa é a Lei. Você sabe porque o lemurianos pereceram? Porque eles não investiram no desenvolvimento espiritual e mergulharam nas práticas da Magia desconsiderando esta Lei. O amor é a verdadeira mágica!". Boris encerrou a entrevista dizendo: Kailis, e o entrevistador perguntou:



ENTREVISTADOR - O que você disse?

BORISKA - Eu disse Olá. Essa é a língua do meu planeta.


Fonte: eujavifantasmas

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sábado, 11 de julho de 2009

Voo a Marte pode ser possível em 15 anos, diz ex-cosmonauta

15:33 0
Ex-cosmonauta russo Alexéi Leónov (na foto, durante missão em 1965) acredita em uma missão internacional conjunta a Marte em 15 anos


Um vôo tripulado a Marte pode ser possível em um prazo de 15 anos, segundo afirmou nesta sexta-feira o ex-cosmonauta russo Alexéi Leónov - homem que efetuou em 18 de março de 1965 a primeira caminhada espacial da história.

"Se hoje tomamos a decisão de voar a Marte, creio que o voo será possível neste prazo. Antes não voaremos", disse Leónov a um grupo de jornalistas, conforme divulgou a agência russa Interfax.

Para o cosmonauta, que recebeu em duas ocasiões o título de Herói da União Soviética, não há nenhum país capaz de empreender sozinho esta odisseia até o planeta vermelho.

"Será um programa em que participarão no mínimo seis países. A tripulação (da nave) será integrada por pelo menos seis pessoas", explicou. Segundo ele, a Rússia tem acumulado grande experiência em voos espaciais tripulados.

"Temos vantagens quanto a um programa de voo a Marte. É uma viagem longa, teremos que ter bons sistemas que garantam vida a bordo e saber como a pessoa se sentirá durante o percurso", disse.

Além disso, Leónov ressaltou o preparo que os cosmonautas russos têm em voos prolongados, citando como exemplo Serguéi Krikaliov, que somou um total de mais de 800 dias de permanência no espaço.

"O mais importante é que temos sistemas chave, como a regeneração de água, que os americanos não possuem", destacou o ex-cosmonauta.


Fonte: Terra / arquivosdoinsolito
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segunda-feira, 6 de julho de 2009

Cientistas detectam ocorrência de raios pela 1ª vez em Marte

14:53 0
Concepção artística mostra a ocorrência de descargas elétrica em tempestade de poeira no planeta vermelho


Uma equipe de cientistas americanos disse ter encontrado a prova direta da ocorrência de raios em Marte. Os pesquisadores da Universidade de Michigan detectaram pela primeira vez sinais de descargas elétricas durante tempestades de poeira na superfície do planeta vermelho.

De acordo com a pesquisa, a atividade elétrica provocada pelas tormentas cósmicas podem ter importantes implicações sobre a ciência do planeta. As informações são do site científico Science Daily.

De acordo com o professor Nilton Renno, um dos membros da equipe da Universidade de Michigan, os raios "afetam a química atmosférica, habitabilidade e os preparativos para uma exploração futura, além da possível origem de vida".

Um artigo com os resultados do estudo foi divulgado na última edição da revista Geophysical Research Letters.

Para detectar a propagação elétrica, os astrônomos utilizaram um inovador aparelho de identificação de micro-ondas que foi desenvolvido no Laboratório de Investigação de Física Espacial.

A tecnologia é capaz de diferenciar a propagação de radiações térmicas e não térmicas - aquela emitida devido a outras causas que não a temperatura do meio.

Os cientistas fizeram as medições de emissões de micro-ondas em Marte cerca de cinco horas por dia durante 12 dias entre 22 de maio e 16 de junho de 2006.

Naquele ano, a radiação não térmica, que sugere a presença de relâmpagos, foi detectada somente quando ocorreu uma intensa tormenta de pó marciana.

O professor Chris Ruf, coordenador das atividades, afirmou que os relâmpagos eram secos e não ocorriam associados às chuvas.

"O que vimos em Marte foi uma série de grandes descargas elétricas repentinas causadas por uma grande tempestade de pó", explicou.


Fonte: Terra / arquivosdoinsolito
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sexta-feira, 3 de julho de 2009

Cientistas desvendam ciclo da água no ártico do planeta Marte

15:32 0

Imagem noturna feita pela Phoenix mostra a geada depositada sobre o solo marciano



Planeta tem neve, geada e nevoeiro, mostram dados da Phoenix; sonda também encontra sinais de água salgada.

Marte tem neve de madrugada: cristais de gelo caem das nuvens sobre o ártico. Eles não chegam a tocar ao solo, evaporando-se no caminho e saturando a atmosfera de água.

Essa neblina espessa produz uma geada que vira vapor ao amanhecer, devolvendo a água à atmosfera. Por volta da meia-noite, as nuvens formam-se outra vez, nutrindo os cristais que cairão na madrugada seguinte.

"São cristais grandes, caindo e movendo-se com o vento", descreve o cientista brasileiro Nilton Rennó, da Universidade de Michigan.

"Às vezes, o nevoeiro cobre tudo, da superfície até as nuvens", explica ele, que é um dos autores do trabalho que registra o ciclo das águas marciano, publicado na edição desta semana da revista Science.

A revista traz uma série de quatro artigos, resumindo as principais descobertas feitas pelos instrumentos da sonda Phoenix, da Nasa, que operou em Marte no ano passado.

O texto sobre a água marciana confirma a presença, no ártico, de uma camada de gelo no subsolo, começando a uma profundidade de 5 centímetros.

Também menciona a teoria, defendida por Rennó, de que água líquida ainda pode existir no planeta, sob a forma de gotículas, ou em poças. O ponto de congelamento da substância cai por conta da grande concentração de sais dissolvidos.

"Pode existir líquido em qualquer ponto do planeta onde a temperatura mínima fique acima dos 70º C negativos e exista uma fonte de água", como gelo subterrâneo, diz o cientista, que detalha as evidências a favor da presença atual de água líquida em Marte em dois outros artigos: um que será publicado na revista especializada Journal of Geophysical Research e outro que será apresentado, em agosto, num congresso de astrobiologia - a ciência da busca pela vida em outros planetas.

"A presença de água em estado líquido facilita muito" a presença de vida, diz o brasileiro. Ele defende que a Nasa deveria atualizar seu lema para a busca de sinais de vida em Marte - "siga a água" - para "siga a água líquida".

Rennó apresenta como smoking gun - prova cabal - da presença de água em estado líquido em Marte uma sequência de três imagens do apoio de uma das pernas da Phoenix.

Elas mostram o desaparecimento de um glóbulo de gelo que havia se formado na peça. O glóbulo escurece antes de sumir - e, como a água em estado líquido é mais escura do que gelo, aí estaria um indicador de que a pequena esfera congelada teria, de fato, derretido e escorrido.


O glóbulo de gelo (esq), o gelo provavelmente derretido (escuro, centro) e o espaço vazio. "Sol" é o nome dado aos ciclos marcianos de dia e noite, que duram pouco mais de 24 horas terrestres. Imagens: Nasa


O artigo sobre astrobiologia, assinado pelo brasileiro e por mais três colegas da Universidade de Michigan, sugere que a busca por vida em Marte privilegie a estratégia de tentar encontrar água, salgada e em estado líquido, na vizinhança nos locais da onde se originam as emanações de gás metano - a mais simples das moléculas orgânicas - já detectadas em Marte por sondas orbitais.


PERCLORATO


Simulações realizadas aqui na Terra por uma outra equipe de cientistas, imitando condições marcianas, mostram uma dinâmica de congelamento e derretimento de gotículas de água saturada com um tipo de sal - perclorato - que segue de perto as explicações oferecidas por Rennó para o que estava acontecendo na perna da Phoenix.

A escolha do perclorato para a simulação faz sentido: o sal é outra estrela da família de artigos publicada na Science sobre as descobertas da sonda em Marte. Sua detecção no solo marciano veio como uma surpresa para os cientistas.

"Os únicos solos que conheço e que são tão ricos em perclorato (quanto o marciano) estão no deserto de Atacama, no Chile", diz o cientista da Nasa Michael Hecht.

Além de ser capaz de manter água em estado líquido mesmo em condições climáticas extremas, o sal é uma possível fonte de energia - alimento - para micro-organismos.

A substância também poderá ser útil para astronautas que venham a visitar Marte no futuro, diz Hecht. Eles poderão processar os percloratos do solo e obter, por exemplo, combustível para seus veículos ou oxigênio para respirar.

A descoberta dos percloratos também mexe com um antigo mistério marciano, os resultados dos primeiros experimentos realizados na tentativa de detectar vida no planeta, executados pelas sondas Viking, há mais de 30 anos.

Segundo Hecht, é possível que a presença desses sais, desconhecida na época, tenha enganado os sensores que examinaram as amostras de solo em busca de sinais de vida.

"O perclorato pode ter mascarado a presença de carbono orgânico no espectrômetro de massa", diz Hecht. "Isso ainda está em estudo".


Fonte: Estadão / arquivosdoinsolito
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segunda-feira, 29 de junho de 2009

Atolado, robô Spirit faz novas descobertas em Marte

16:05 0

Rodas girando em falso na areia revelam camadas do solo marciano até então desconhecidas. O robô Spirit, preso em um tipo de solo marciano que dificulta a tração de suas rodas, está tirando vantagem da situação para aprender mais sobre a história do clima do planeta vermelho.

Em abril, o Spirit entrou em uma área composta de pelo menos três camadas de solo, de diferentes cores, escondidas sob um manto de areia escura.

Cientistas apelidaram o local de "Troia". Ao girar, as rodas do robô acabaram enterrando-se no local. A equipe responsável pelo robô está há semanas estudando meios de desatolá-lo.


Os diferentes solos revelados pelo robô; as cores foram intensificadas para reforçar contraste


Enquanto espera instruções detalhadas, o Spirit está examinando Troia, que fica a cerca de 3 km do local onde o robô desceu em Marte, em janeiro de 2004.

Segundo um dos cientistas envolvidos no controle do robô, Ray Arvidson, "por sorte, Troia é um dos lugares mais interessantes onde Spirit já esteve.

Fomos capazes de estudar cada camada, cada coloração diferentes dos solos interessantes expostos pelas rodas".

"As camadas têm areia basáltica, areia rica em sulfatos e áreas com materiais ricos em sílica, possivelmente separados pelo vento e cimentados por finas camadas de água. Ainda estamos na fase de ter diversas hipóteses", disse Arvidson.


Fonte: Estadão / arquivosdoinsolito
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sexta-feira, 19 de junho de 2009

Cientistas encontram a evidência mais concreta de lago em Marte

14:19 0
Imagem reconstituída por computador pela Universidade do Colorado mostra o lago Shalbatana, em Marte, como provavelmente era há 3,4 bilhões de anos


Um longo e profundo cânion e os restos de uma praia talvez sejam a prova mais clara já encontrada sobre a existência de um lago na superfície de Marte, e ele aparentemente continha água quando o planeta já deveria ter secado, disseram cientistas nesta quarta-feira.

Imagens de uma câmera chamada High Resolution Imaging Science Experiment a bordo do satélite Mars Reconaissance Orbiter indicam que a água escavou um cânion de 50 quilômetros de extensão, revelou um grupo da Universidade do Colorado.

Ele teria coberto uma superfície de 200 quilômetros quadrados, com profundidade de 450 metros, escreveram os pesquisadores da revista Geophysical Research Letters.

Hoje é incontestável que existe água no solo de Marte - robôs de exploração encontraram gelo ali. Também há provas de que a água ainda pode brotar do subsolo para a superfície, ainda que ela rapidamente desapareça na fina e gelada atmosfera do planeta vermelho.

Cientistas também já haviam visto o que poderiam ser praias de rios gigantescos ou mares "mas algumas das formações também poderiam ser obra de deslizamentos de terra.

"Essa é a primeira prova sem ambiguidades sobre linhas costeiras na superfície de Marte", disse Gaetano Di Achille, que liderou o estudo.

"A identificação das linhas e as evidências geológicas nos permitem calcular o tamanho e o volume do lago, que parece ter se formado há cerca de 3,4 bilhões de anos", afirmou Di Achille em comunicado.

A água é um elemento-chave para a vida, e os cientistas procuram desesperadamente por provas de vida em Marte, seja passada ou presente. A existência de água no planeta também pode ser útil para futuros exploradores humanos.

"Na Terra, deltas e lagos são excelentes coletores e conservadores dos sinais de vida passada", disse Di Achille. "Se a vida alguma vez existiu em Marte, os deltas podem ser a chave para desvendar o passado biológico de Marte", acrescenta.

"A pesquisa não prova apenas que houve um sistema lacustre de longa existência em Marte, mas nós podemos ver que o lago se formou após o período quente e úmido que pensava-se que teria se dissipado", disse o professor assistente Brian Hynek.

O lago provavelmente evaporou, ou congelou após uma abrupta mudança climática, afirmaram os pesquisadores. Ninguém sabe o que fez Marte deixar de ser um planeta quente e úmido para se tornar o deserto gelado e sem ar que é hoje.


Fonte: UOL / arquivosdoinsolito
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