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quarta-feira, 2 de agosto de 2017

CIA libera 13 milhões de documentos secretos que incluem relatos sobre ovnis e experiências psíquicas

00:37 0








A CIA, a agência de inteligência dos Estados Unidos, liberou para o acesso público cerca de 13 milhões de documentos secretos.

Os documentos foram liberados na internet nesta quarta-feira depois de muita pressão de defensores das leis de liberdade de informação e de um processo contra a agência.

Entre os documentos estão comunicados internos, pesquisas, relatos de avistamentos de óvnis e até mesmo experiências psíquicas.
Trata-se de quase 800 mil arquivos, que totalizam 13 milhões de páginas - eles podem ser acessados aqui.
Entre os documentos estão registros de Henry Kissinger, secretário de Estado americano durante os mandatos dos presidentes Richard Nixon e Gerald Ford, além de centenas de milhares de páginas de análises de informações secretas e pesquisas científicas.

Stargate

 

Entre os registros considerados mais "exóticos" estão os documentos do chamado programa Stargate, que analisava poderes psíquicos e percepções extrassensoriais.

Nesses documentos estão incluídos os testes feitos para analisar as habilidades psíquicas de Uri Geller em 1973, quando ele já era famoso por apresentações demonstrando seus "poderes".
Os memorandos detalham como Geller conseguiu reproduzir em parte figuras que foram desenhadas por outras pessoas em uma sala separada de onde ele estava.

Ele reproduziu os desenhos com graus variáveis de precisão - em algumas vezes, replicando o que estava sendo criado por outras pessoas.

Isso levou os pesquisadores a escrever que Geller "demonstrou sua habilidade perceptiva paranormal de uma forma convincente e sem ambiguidade".

Os documentos também incluem uma série de relatos de avistamento de discos voadores e os recibos de compra de tinta invisível.

Acesso difícil

 

Boa parte das informações liberadas já podia ser acessada pelo público desde o meio da década de 1990, mas de uma forma muito difícil.

Os documentos só estavam disponíveis a partir de computadores localizados nos fundos de uma biblioteca nos Arquivos Nacionais, em Maryland. E a consulta só podia entre as 9h e as 16h30.

O grupo sem fins lucrativos MuckRock, defensor da liberdade de informação, processou a CIA para obrigar o serviço secreto a disponibilizar a coleção de documentos online, um procedimento que demorou mais de dois anos.

Ao mesmo tempo, o jornalista Mike Best usou outra estratégia para pressionar a agência.

Por meio de crowdfunding ("vaquinha virtual"), Best conseguiu US$ 15 mil (mais de R$ 48 mil) para visitar o local, imprimir esses arquivos e então divulgá-los para o público, um por um.

Em sua página de crowdfunding, Best explica que o orçamento para o projeto foi relativamente pequeno porque a "CIA está reembolsando os Arquivos Nacionais pelo custo do papel e da tinta - a impressão dos documentos é de graça".


"Ao escanear e imprimir os arquivos às custas da CIA, consegui começar a torná-los disponíveis para o público e dar à agência um incentivo financeiro para simplesmente colocar o banco de dados online", escreveu o jornalista em um blog.





Fonte: BBC Via: ArquivosDoInsolito
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sábado, 11 de fevereiro de 2017

Kera: O caso OVNI mais estranho da história da humanidade

01:01 0
Infelizmente, há pouca informação sobre este caso, que poderia muito bem servir de inspiração para um filme blockbuster.
Tudo começou com uma série de estranhos eventos que ocorreram em 25 de agosto de 1972, em Kera, área da cidade de Kochi, em Shikoku, uma ilha japonesa. Naquela tarde em questão, um estudante de 13 anos chamado Michio Seo estava voltando para casa da escola quando, supostamente, de acordo com relatórios, capturou um objeto de metal encontrado em um campo de arroz.
De repente, o menino espantado observava o estranho aparelho que começou a “levitar”, balançando acima do campo de arroz. O objeto voando parecia com um gigante chapéu prata com um fundo plano e com a borda estreita. A cúpula curvada sobre a borda era relativamente íngreme e uniforme em seu ápice. O menino depois comparou o movimento do objeto com o de um morcego, por causa de sua semelhança ao fazer curvas apertadas. Mas o que aconteceu depois que deixou todo mundo indiferente…
Seo, que se sentiu um pouco impotente sem saber o que fazer com o objeto, que estava levitando na área, foi rapidamente ao local. Quando ele voltou para Kera, ele se reuniu com seus quatro melhores amigos para dizer-lhes sobre seu encontro incrível. Seus amigos, que não acreditaram nele, ficaram intrigados e em breve reuniram um grupo para sair e encontrar o suposto objeto voador. Cerca de 7 horas depois, as crianças foram para o campo de arroz e ficaram um bom tempo monitorando até que, para surpresa de todos, o objeto retornou.
KERA resultado de imagem: o mais estranho UFO Incident História
Adolescentes ficaram algum tempo olhando para o objeto, que começou a emitir uma luz brilhante quando o Sol começou a se pôr. Um dos jovens, pressionado por seus amigos, começou a se aproximar do objeto. O objeto, por sua vez, começou a brilhar com uma tonalidade azulada, então os jovens, assustados, decidiram voltar para suas casas. Após a reunião, eles voltaram várias vezes para o campo de arroz, e no dia 4 de Setembro, às 21h30, o objetou voltou para o local, voando quase 1 metro acima do solo. O objeto começou a brilhar fortemente, o que fez os rapazes ficarem com medo de deixar suas casas.
No dia seguinte eles tiveram uma ideia, pegar uma câmera e passar o dia todo no campo de arroz para registrar o objeto voador. O objeto não retornou durante toda a noite, no entanto, no dia seguinte, a história mudou.
Em 6 de setembro, quando eles voltaram para o campo de arroz, eles viram que o objeto estava deitado no chão, bem no meio do campo. Os adolescentes, armados com uma câmera, decidiram tirar uma foto do objeto antes de se aproximar dele. Mas, ao receber o flash da câmera, o objeto respondeu e voltou a levitar, o envio de luz foi ainda mais forte do que os anteriores, mas logo depois, voltou a cair acentuadamente no chão.
Então, Hiroshi Mori, de 14 anos, moveu com cuidado o pequeno disco voador. O menino decidiu agarra-lo com as mãos e levantá-lo para tirar uma foto. Quando o fez, sentiu uma espécie de “motor” se movendo dentro dele. Em seguida, uma foto de Miro foi tirada segurando o UFO. Miro o cobriu com um saco plástico e o colocou em sua mochila. Uma vez em casa, os rapazes olharam para ele com cuidado e o mediram, dizendo que ele tinha cerca de 20 cm de largura, 10 cm de altura e pesava cerca de um quilo.
Após uma inspeção inicial, os meninos o envolveram em um plástico e trouxeram para a casa de Yasuo Fujimoto. Seu pai, Mutsuo, era o diretor do Centro de Educação e Ciência na cidade de Kochi. Embora à primeira vista não desse muita importância ao objeto, logo ele se lamentou e disse: “Aquele objeto começou a me preocupar, eu perguntei ao meu filho se era verdade o que ele disse. Era verdade. O objeto era como um cinzeiro, feito de ferro fundido, mas leve demais para ser de metal. Tinha uma capa traseira, que não abria e o seu interior era semelhante aos de um pedaço de rádio. Eu não dei muita importância, mas agora eu me arrependo de não ter o estudado de perto”.
Depois do seu pai verifica-lo, ele foi novamente colocado no plástico, mas para surpresa de todos, no dia seguinte, eles viram que o objeto não estava na mochila. Apesar de não ser a última vez que o objeto seria visto ou recuperado. Durante as próximas duas semanas, os rapazes afirmaram ter visto o objeto, pelo menos seis vezes. O mesmo Fujimoto o viu três vezes e o grupo conseguiu capturar o objeto uma segunda vez, embora sempre acabassem perdendo ele de vista. Os rapazes tentaram pensar no que poderia determinar o desaparecimento do objeto, e concluiu que a chave poderia ser os dias chuvosos.
Aparentemente, o objeto nunca apareceu em dias de chuva, como se tivesse “medo” da água. Foi então que um plano para capturar o estranho aparelho foi criado. Em 19 de setembro, o grupo voltou para o campo de arroz para tentar a sua sorte, desta vez com um grande balde de água e alguns trapos. Eles correram para o objeto no chão, imóvel, o cobriram com trapos e derramaram água sobre ele. Eles tentaram preencher todos os “buracos” do objeto estranho com água para tentar enfraquecê-lo. Mas assim que a água entrou no dispositivo, ele começou a emitir um som desagradável, semelhante ao zumbido de uma cigarra. O interior do objeto também começou a brilhar.
Os meninos foram intimidados por uma possível reação do mesmo, então decidiram atirar pedras. O objeto permaneceu deitado no chão, de modo que os meninos voltaram para capturá-lo. Quando chegaram em casa e verificaram, viram que dentro havia pequenos dispositivos e cabos, além de desenhos estranhos. Eles penduraram o dispositivo de cabeça para baixo por um fio. Dentro, disseram ver um material não identificado, viscoso. Eles se perguntaram: Aquilo seria os restos derretidos de seu piloto devido ao contato com a água?
O grupo também se questionou se o aparelho provavelmente não seria algum tipo de mecanismo de monitoramento por “controle remoto” de origem tecnológica. Novamente eles cobriram o objeto com trapos acreditando que isso poderia impedir o objeto de vazar qualquer tipo de “radiação do mal”. Mas, mais uma vez, eles ficaram intrigados ao descobrir que no dia seguinte, não havia nada sob os trapos. Após a pesquisa, eles já sabiam que o objeto conseguiu se livrar deles por conta própria. Um dia, ao jogar bola, Kojima viu o objeto imóvel sobre o terreno e então o agarrou e o trouxe de volta para casa.
Eles decidiram pinta-lo de outra cor para verificar se, de fato, aquele objeto era o mesmo que sempre escapava. Os rapazes colocaram o objeto em um saco cheio de água, e o amarraram com uma corda para se certificar de que ele não poderia escapar. Eles saíram para um passeio com bicicletas, enquanto um deles levava o objeto amarrado ao pulso com uma corda para não escapar, no entanto o rapaz disse que sentiu uma força puxando o seu pulso, de modo que os rapazes pararam para verificar o que seria. Quando eles abriram o saco e retiraram a corda, eles viram que o objeto não estava lá. Infelizmente, esta seria a última vez que os meninos veriam o objeto.
kera_ufo_base

Existem muitas teorias sobre a descoberta do suposto objeto voador, mas a verdade é que nunca se conheceu nada de exato sobre isso. Se nós olharmos para a história, esta “máquina” resistiu a todas as tentativas dos adolescentes de mantê-lo. E, embora nenhuma das opções acima mencionadas tenha funcionado, esta seria a prova de que o objeto possuía algum tipo de vida inteligente, o que deixa toda a história ainda mais intrigante. Talvez estivessem lidando com um dispositivo de vigilância do solo, um tipo de tecnologia zangão, ou mesmo com algo enviado de outro mundo, tempo, dimensão ou das profundezas do oceano, mas tudo não passa de teoria. O que você acha sobre o assunto? Comente!

Vi lá no Minulua
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quinta-feira, 7 de abril de 2016

“Alienígenas” tiram selfies com celular que roubaram de mulher que alegou ter sido sequestrada por eles

14:26 2






Uma mulher que alegou ter sido raptada por extraterrestres afirmou que seus sequestradores pegaram seu telefone celular e fizeram selfies.
A vítima, que mora em Illinois, nos EUA, e não teve a identidade divulgada, relatou que estava na cozinha de sua residência acendendo um cigarro quando o incidente aconteceu.
O que ela disse se lembrar depois disso era que acordou no banheiro e em posição fetal. Ela salientou que acredita ter sido abduzida pelas criaturas.
Para provar, a suposta vítima divulgou 40 fotografias em que os supostos alienígenas “aparecem”. Isso porque a imagem foi muito distorcida e, assim, não é possível saber o que elas mostram exatamente.

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terça-feira, 19 de janeiro de 2016

FAB nega caças; mistério sobre estrondo segue

21:36 0
 O astrônomo Julio Lobo no Observatório Municipal de Campinas
 
Dois profissionais da aviação relataram ter visto os caças supersônicos, no entanto a informação não foi confirmada pela Força Aérea Brasileira (FAB), que possui esse tipo de aeronave
Astrônomos que fazem um relatório ficam apenas com a hipótese de que o som tenha sido decorrente da explosão de um meteoro
A Força Aérea Brasileira negou na tarde da terça-feira (12) que qualquer caça ou outra aeronave tenha feito operação ou treinamento na região das cidades em que houve relatos dos estrondos misteriosos na manhã do sábado (9), dentre elas Campinas.
Com a informação, um grupo de astrônomos que fazem um relatório do ocorrido agora fica apenas com a hipótese de que o som tenha sido decorrente da explosão de um meteoro. "Preliminarmente acreditamos que houve uma explosão em grande altura e caído no mar", comentou o astrônomo Júlio Lobo, do Observatório Municipal Jean Nicolini, que pretende concluir um relatório com mapeamento do ocorrido entre quinta e sexta-feira.
 
 
Segundo o especialista, foram recebidos novos relatos de Piracicaba, Sertãozinho e Ubatuba. Até então havia relatos de Campinas, São Paulo, São Carlos, Caraguatatuba, Iracemápolis, São Sebastião e do Sul de Minas Gerais, sendo que em Ribeirão Preto foi visto um clarão.
 
 
A hipótese levantada anteriormente dava conta que dois caças F-5 da Força Aérea Brasileira (FAB) teriam quebrado a barreira do som.
 
Relatos
 
 
 
Os estrondos relatados aconteceram entre 4h30 e 6h, entre 8h30 e 9h e às 11h. Lobo afirma ter recebido mais de cem relatos, sendo 70 confiáveis - a maioria deles de que o estrondo aconteceu às 11h. "Infelizmente teve muita gente que brincou", ressaltou Lobo.
 
 
Em Campinas, ouviram o som misterioso moradores dos bairros Proença, Centro, Cambuí, Parque das Águas, Swiss Park, Parque Prado e San Martin e do distrito de Joaquim Egídio.
 
 
Os relatos também partiram de São Paulo, São Carlos, Caraguatatuba, Iracemápolis, São Sebastião e do Sul de Minas Gerais, sendo que em Ribeirão Preto foi visto um clarão.
 
 
Pelo menos seis pessoas do Exoss Citizen Science, rede de monitoramento de meteoros da qual Lobo faz parte, analisam o caso.
 
 
 
Impressões de internautas
 
 
 
"Eu ouvi o som que parecia mesmo de um supersônico. Fiquei com medo porque parecia que iria cair na minha casa. Moro no Valença 1, na região do Campo Grande". (Clara Leme)
 
 
"O mesmo barulho foi ouvido aqui na região de Guanhães, próximo a Governador Valadares (MG), por volta das 8h40, chegando a tremer algumas casas. Muito estranho". (Janaine Pareira)
 
 
"Eu e minha família acordamos com um tremendo estrondo neste horário e dia relatado na reportagem. Moramos na região do Campo Grande em Campinas, divisa com a cidade de Monte Mor". (Jose Carlos Carioca)
 

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domingo, 16 de agosto de 2015

Caçador argentino diz que matou extraterrestre

21:38 0
 Abrigo de caça de Alberto Tavernise / Reprodução/Facebook
 Supostas marcas deixadas no solo por nave alienígena. Foto: Reprodução/Facebook


Alberto Tavernise, de 59 anos, conta que perseguiu grupo de alienígenas após ter sido abduzido.
Embora a história pareça saída de um filme de ficção-científica, um argentino de 59 anos garante que matou uma criatura extraterrestre enquanto estava caçando. O caso teria acontecido a cerca de 20 km de Santa Rosa, capital da província de La Pampa, há alguns meses.


Tudo começou no dia em que Alberto Tavernise notou um movimento estranho na área em que caçava. Quando percebeu, estava rodeado por cinco alienígenas. 
“Eram cinza, com quatro dedos nos pés e mãos, medindo aproximadamente um metro e quinze centímetros. Eram como se vê nos filmes”, explicou ao jornal “Crónica”.


Este primeiro encontro terminou sem incidentes, mas Tavernise disse que, pouco tempo depois, as criaturas foram até sua casa e o sequestraram. Após ser libertado, ele decidiu se vingar e perseguiu os alienígenas.
Ao encontrar o grupo, ele afirma ter matado o extraterrestre que chamou de “o explorador”, porque "sempre ia à frente dos outros".


Alberto tentou pegar o corpo do pequeno alienígena após abatê-lo, mas foi atacado pelos companheiros do ser e fugiu. Pouco depois, o caçador voltou ao lugar, mas não conseguiu recuperar o cadáver porque o E.T. “foi levado em uma nave”.


Como outras vítimas de suposta abdução por extraterrestres, o argentino afirma que ficou com sequelas como sensibilidade nos olhos, dor de cabeça e insônia. Assim como a polícia da localidade, os vizinhos de Alberto mantém silêncio sobre o caso.
 

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domingo, 26 de julho de 2015

Lavoura no Paraná tem imagens que podem ser de ETs, diz ufólogo

18:12 0





 
 
Desenhos misteriosos foram encontrados em Chopinzinho, sudoeste do PR. Especialista acredita que o fenômeno seja uma mensagem extraterrestre.
 
 

Círculos misteriosos apareceram em uma lavoura de trigo em Chopizinho, no oeste do Paraná. O desenho foi encontrado na manhã do domingo (19), pelo gerente da fazenda, Edson Carlos Moreira. O ufólogo Ademar José Gevaerd, que analisou as imagens, acredita que o fenômeno seja um sinal emitido por seres extraterrestres.


Moreira contou ao G1 que viu as marcas quando foi aplicar um produto na lavoura. "Eu não sei explicar o que é. Pesquisei na internet e vi que apaceram marcas iguais em Santa Catarina e parece ser a mesma coisa. São círculos, o maior tem aproximadamente 10 metros de largura e o de dentro cerca de dois metros", diz.


A fazenda fica em uma comunidade conhecida como Jaboticabal. Ele relata que o local onde os círculos apareceram é isolado e perto de uma mata. "Não tem nenhum sinal de que alguém tenha entrado lá e feito aquilo. O trigo foi deitado e os círculos são perfeitos", conta o agricultor.


Moreira diz ter ficado impressionado e curioso com os desenhos. "Quando vi os sinais em Santa Catarina, falei que alguém tinha feito aquilo. Mas agora vi aqui na fazenda, onde não tem nenhum sinal de que alguém entrou lá. Não foi uma pessoa que fez, porque parece ter sido feito com um compasso, é muito perfeito", afirma.


Segundo o ufólogo, o primeiro agroglifo brasileiro - como são chamadas pelos especialistas as figuras geométricas que aparecem em plantações - foi visto em Ipuaçu, no oeste de Santa Catarina, em 2008. Desde então, o fenônemo se repete todo ano na cidade, sempre no fim do mês de outubro.


Gevaerd viu as fotos e conversou com Moreira. "Estou 70% convencido de que seja um agroglifo. A figura é simétrica, não é provocada por fungo ou doença, e o relator do fato parece ser sincero e está tão surpreendido quanto nós", comenta.


O especialista diz que esse fenômeno pode ser um sinal seres extraterrestres. "É uma mensagem emitida do alto, como se fosse uma energia que faz essas figuras. Eles não chegam a tocar o chão", explica.


Gevaerd conta que o que se sabe sobre agroglifos é que eles são autênticos, não são feitos por mão humana e têm características que comprovam que sua natureza não é humana, como a forma, a perfeição simétrica, a exatidão nas medidas e a existência de alteração eletromagnéticas dentro das figuras.


Para ele, o fenômeno deve se repetir na região. "Pode ser que esteja sendo estabelecido outro padrão desse fenômeno, em duas épocas do ano e em locais diferentes. Está se espalhando pelo mundo e chegou ao Brasil", aponta Gevaerd.





Fonte: G1  Via: Arquivos Do Insolito
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segunda-feira, 13 de julho de 2015

Teoria afirma que alienígenas vieram à Terra na década de 1970 em busca de petróleo

18:41 0
















Ufólogos ficaram divididos após uma série de fotos, supostamente tiradas por militares em um submarino norte-americano em março de 1971, terem surgido recentemente.
Segundo informações do "Daily Mail", para alguns as imagens, publicadas em uma revista francesa da época, provam testes secretos feitos pelos Estados Unidos. Para outros, as fotos são a evidência de que alienígenas estiveram entre os humanos em busca de petróleo.
De acordo com Alex Mistretta, um investigador de eventos paranormais, o registro foi feito pelo submarino quando estava no mar entre a Islândia e a Noruega. 
Apesar do rebuliço sobre o caso, o escritor Nigel Watson, conhecido por pesquisas sobre vida extraterrestre, afirmou que não acredita na autenticidade das imagens. 
"Existem relatos de dirigíveis ou naves em 'formato de charuto' desde 1896, quando houve uma grande onda de avistamentos de 'dirigíveis fantasmas nos EUA", explica ele. "Eles certamente têm ufólogos coçando a cabeça e se perguntando que os alienígenas têm uma base nas regiões árticas".

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sexta-feira, 3 de julho de 2015

Extraterrestres sabem que existimos, segundo ex-astronauta da NASA

20:01 0
Nós não sabemos se há vida inteligente fora da Terra, mas provavelmente eles sabem que nós existimos. Essa é a opinião do ex-astronauta John Grunsfeld, que acredita que os alienígenas poderiam identificar a vida humana a uma gigante distância por conta das mudanças que provocamos no ambiente terrestre.
“Nós deixamos marcas na atmosfera terrestre que podem ser captadas por um telescópio gigante a 20 anos-luz e que poderia nos identificar”, disse Grunsfeld, recentemente, na Conferência de Ciência e Astrobiologia, realizada em Chicago, nos EUA.
“Se há vida inteligente lá fora, eles sabem que nós estamos aqui”, acredita o ex-astronauta, que é diretor associado da NASA em missões científicas.
Em abril, o chefe de pesquisa da NASA, Ellen Stofan, disse que daqui 20 ou 30 anos deveremos encontrar evidência de vida extraterrestre. No entanto, ele afirma que possivelmente não será uma espécie de vida inteligente como a nossa, mas algo como micróbios.
Água em lugares surpreendentes
O anúncio de pesquisadores da NASA ocorre depois da recente descoberta de água em lugares surpreendentes. O Hubble indicou uma poderosa evidência de que Ganimedes, uma lua de Júpiter, tem água salgada, um oceano subterrâneo, provavelmente localizado entre duas camadas de gelo.
Já Jim Green, diretor de Ciência Planetária na Nasa, observou em um estudo recente da atmosfera marciana que 50% do hemisfério norte do planeta já teve oceanos com mais de um quilômetro de profundidade. 
O mesmo estudo descobriu que a água esteve presente em Marte por até 1,2 bilhão de anos. Também acredita-se que Europa, lua de Júpiter, e Enceladus, satélite de Saturno, possuem um oceano de água líquida abaixo de sua superfície, em contato com rocha rica em minerais.
Busca por vida
Em sua busca por vida extraterrestre, os astrônomos têm centrado o foco na procura por planetas semelhantes à Terra, que orbitam estrelas pequenas e são mais frios.
Em contraponto ao entusiasmo de alguns, o administrador da NASA, Charles Bolden, fez uma estimativa mais conservadora. Ele acredita que em 20 anos a vida será encontrada fora do nosso sistema solar.
A NASA planeja lançar, em 2020, um novo robô a Marte para procurar sinais de vida passada e trazer amostras para um possível retorno para a Terra para análises. 
Um outro rover poderá ser enviado para Europa, em 2022. Na década de 2030 a agência espacial norte-americana planeja enviar humanos ao planeta vermelho. Até lá, permanecerá a pergunta: estamos realmente sós no Universo?

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Sorocaba tem histórias de contatos com extraterrestres

19:55 0


 Ana Júlia Marcato
 O Organizador William Leonotti
 Jorge e Michel Facury





O contato direto com seres alienígenas é contado por pessoas que vivem em Sorocaba. Além do avistamento de objetos voadores não identificados (Ovnis) há relatos de interação amigável com seres fora da espaçonave ou até do encontro com suposta luta corporal. 
Foram histórias colhidas pela reportagem na noite da última quarta-feira, durante o 1º Encontro Ufológico de Sorocaba, promovido nesta semana por membros do Grupo de Estudos e Pesquisas Ufológicas de Sorocaba (Gepus), na região do Trujillo.
A cantora Ana Júlia Marcato, 24 anos, relata que ficou frente a frente com um extraterrestre há três anos, na avenida Ipanema. Os ufólogos e irmãos Jorge e Michel Facury, contam a história do já falecido Célio Batista, que em 1997 teria sido ferido por um alienígena com aspecto de morcego, na Vila Helena. O próprio jornal Cruzeiro do Sul, em janeiro de 1979, noticiou duas aparições de supostos Ovnis, inclusive com o testemunho de um grupo de policiais em serviço.


Ana Júlia Marcato relata que era por volta da 1h da madrugada e ela voltava a pé para casa pela avenida Ipanema, quando avistou o ser de cabeça e olhos grandes, com pele de cor marrom e úmida, semelhante a de um sapo. Pelo relato dela, o ser não vestia roupas estava com a mão direita atrás de uma árvore, e ambos ficaram estáticos, trocando olhares, por cerca de oito minutos, e a seis metros de distância.


O extraterrestre não exalava qualquer odor, nem teria feito barulho ou gesto, apenas a olhava, até que ela decidiu ir embora sem que o ser alterasse o seu comportamento. "É como ver Deus", disse surpresa com o contato que sempre desejou. A cantora afirma que demorou cerca de três meses para resolver contar para a família, pois se chegasse em casa fazendo um relato desses, a mãe poderia achar que tivesse sobre efeito de algum entorpecente.


Ana Júlia conta que anteriormente já havia enviado mensagens pela internet pedindo para encontrar com um extraterrestre, porque há anos avista diferentes tipos de discos voadores. Lembra que no dia 27 de julho de 2007, há oito anos, um disco voador desceu muito próximo à residência dela, oportunidade que chegou inclusive ver as janelas da espaço nave. "Quem procura acha", resume a cantora sobre o encontro com o suposto alienígena na avenida Ipanema.


Os ufólogos e irmãos Jorge e Michel Facury relatam que a agressão que teria sido praticada por um suposto extraterrestre inclusive virou processo policial em Sorocaba, mas acabou arquivado, "porque o Ministério Público não investiga alienígenas", declaram. Os irmãos contam que o homem agredido pelo ser que seria de outro planeta, Célio Batista, parou o veículo que dirigia na volta para casa na Vila Helena, em uma noite de 1997.


Ele seguiu a pé quando uma luz vermelha transformou-se no alienígena de aspecto monstruoso, com cabeça semelhante a um morcego. ET e homem teriam entrado em luta corporal e Célio Batista ficado com uma perfuração muito fina no dedo. Os irmãos Facury disseram que na época convidaram uma profissional que fazia hipnose para submeter Célio Batista a uma sessão e mesmo hipnotizado ele manteve o relato e com a mesma riqueza de detalhes. 


Cruzeiro do Sul noticiou aparição


Em duas diferentes edições de janeiro de 1979 o jornal Cruzeiro do Sul noticiou as aparições de discos voadores em Sorocaba, uma delas inclusive seguida de explosões com a interrupção da energia elétrica.

No exemplar distribuído em 9 de janeiro de 1979, o jornal publicou o relato de várias pessoas, entre elas dos policiais José Pandulfo e Sérgio Costa, alguns dos que haviam atendido ao chamado feito por Sérgio Pregnoletto. O contigente de oito viaturas da polícia teria presenciado na madrugada anterior à publicação, a aparição da suposta espaçonave, sobre a área da avenida Coronel Nogueira Padilha.


Na edição do dia seguinte, 10 de janeiro, o noticiário informava que na madrugada anterior o objeto voador reapareceu, na nova vez sobre a região da pedreira da Julio e Júlio e teria sido avistado por cerca de 50 pessoas. 
Antes do surgimento do clarão do suposto objeto voador não identificado houve uma explosão nas proximidades da represa de Itupararanga, seguido de dois apagões no fornecimento de energia elétrica em Sorocaba. A reportagem noticiava que a Ligth, que na época era a responsável pelo fornecimento de energia elétrica, não havia conseguido explicar os motivos dos apagões.

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domingo, 28 de junho de 2015

Caçador de ovnis: Engenheiro recolhe relatos de objetos não identificados

19:34 0
William Mur/Editoria de Arte/Folhapress








 Eduardo Anizelli/Folhapress



Ao lado da coleção de naves de "Guerra nas Estrelas", o engenheiro eletrônico e pesquisador do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais) Ricardo Varela, 57, ouve jazz e revela um sonho: ser abduzido por um OVNI. 
"Quem não quer dar uma volta em uma nave? Só não quero nada enfiado no meu corpo, como o instrumento que entra no nariz e perfura o cérebro. Quem já foi abduzido diz que isso dói demais." 
Varela é um caçador de OVNIs profissional. Sua vasta formação e experiência em astrofísica fazem dele um dos mais respeitados ufólogos do país, membro da comissão nacional e colaborador de publicações sobre o tema. 
Há mais de três décadas, Varela realiza um trabalho paralelo no Inpe, em São José dos Campos, onde é responsável pela segurança de informação do instituto. É ele quem recebe relatos, fotos e vídeos de pessoas comuns que avistaram –ou acreditam ter avistado– objetos voadores não identificados. 
"Por ter o nome 'espacial', e ainda mais 'nacional', o Inpe é procurado por pessoas que querem fazer relatos. Nos anos 80, trabalhei muito para que esses casos fossem transferidos para mim", diz Varela. 
Em média, ele recebe cinco relatos por mês. Quando aparece um caso qualquer na TV, chovem telefonemas –o que ele chama de "contaminação sociológica". Analisa os vídeos e os repassa a uma comissão de 15 ufólogos. Eventualmente, vai a campo checar casos intrigantes. 
"Logo de cara, aviso que quem analisará sou eu, e não o Inpe. Muitas pessoas ligam pedindo um 'carimbo' de que é um disco voador. É um grande problema, pois parte dos relatos tem objetivo comercial. E as pessoas ficam bastante irritadas quando eu digo que não é um ovni." 
Cem por cento das fotos que já recebeu, diz, têm explicação terrestre: erros de interpretação ou aberrações ópticas. O que o intriga são alguns vídeos. 
"É comum ver cenas de pequenos objetos luminosos, bolinhas de luz, fazendo evoluções. Não tem como um objeto feito pelo homem fazer uma curva de 90 graus!" 
Os vídeos que passam pela peneira do ufólogo, ou seja, que não são drones (o novo vilão dos pesquisadores), satélites artificiais, nuvens condensadas, helicópteros, nem Vênus entram na chamada "área cinzenta", isto é, de casos inconclusivos. 
"É de outro mundo? Não posso falar isso. Posso provar que somos visitados por seres extraterrestres? Impossível. Mas eu acredito. A resposta que dou ao cidadão é essa: é um ovni, só isso", afirma. 
Em 30 anos, ele diz que as evidências já coletadas são insuficientes para afirmar que somos visitados, o que não diminui sua crença. "Não tenho provas, mas alguns vídeos e relatos impressionam. Pode ser alucinação? Sim. Mas e quando você tem uma dúzia de relatos iguais?" 
Em 1995, em Aparecida (SP), ele colheu depoimentos sobre uma bola de luz numa serra –e chegou a ver marcas de fogo na mata e um objeto escuro que apagava as estrelas . 
"Há muitos relatos de pilotos, policiais, pessoas que não são contaminadas. Um coronel da FAB [Força Aérea Brasileira], piloto, subiu com seu avião e se deparou com um disco voador. São esses relatos de pessoas que não vão ganhar nada com isso que reforçam que tem alguma coisa esquisita", diz. 
Para Varela, o que não tem explicação é o temor e a indisposição das autoridades para tratar do assunto. "Relatos de pessoas prejudicadas são raros. É uma oportunidade de estudos como outra qualquer. No Brasil, a ufologia é muito associada ao lado místico", afirma. 
LIDERANÇA
 
As chances de flagrar um óvni no Brasil aumentam consideravelmente se o observador olhar o céu do Pará, entre 18h e 23h59, a olho nu. 
É o que mostram estatísticas inéditas divulgadas pelo Comdabra (Comando de Defesa Aeroespacial Brasileiro) em agosto de 2014 e em fevereiro deste ano. 
Os dados vão de 1954 a 2005 e somam 710 avistamentos, com detalhes sobre locais e horários com mais ocorrências, formatos mais citados e métodos de observação. Em 13 casos, há relatos de contato com seres extraterrestres. 
As estatísticas integram uma pilha de documentos das Forças Armadas desclassificados, ou seja, tornados públicos, após pressão de ufólogos e pedidos via Lei de Acesso à Informação.
Para o ufólogo Ricardo Varela, há muito a ser revelado. "Ao menos sabemos que havia procedimentos de pesquisa científica quando militares se deparavam com OVNIs." 
Mais do que isso, o Brasil já teve um grupo oficial para apurar os casos, o Sioani (Sistema de Investigação de Objetos Aéreos Não Identificados), com oficiais da FAB, que funcionou de 1969 a 1972. 
Em seu currículo pessoal, Varela aponta o caso de Aparecida, em 1995, como o mais impressionante. Moradores de uma serra relatavam a presença de um "fantasma" –uma bola de luz que surgia e abduziu algumas pessoas. 
"Temos relatos de moradores que viram a luz, queimaram as córneas e o rosto. Um frentista, assustado, fugiu de lá", diz. De campana, ele avistou árvores queimadas apenas na copa e um objeto que obscurecia as estrelas. "Até hoje, às 18h, as pessoas trancam as portas e janelas." 
Em nota, a Aeronáutica afirma que todos os relatos referentes a ovnis até dezembro de 2014 foram enviados ao Arquivo Nacional e que não dispõe de estatísticas referentes ao período posterior a 2005. 

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quinta-feira, 25 de junho de 2015

Especialista em ET fala sobre OVNI no Dia do Disco Voador!

20:10 0
Estamos sozinhos no espaço? Existe vida inteligente em outros planetas? Possivelmente você já deve ter se questionado sobre o assunto em uma noite estrelada. Pois, a existência, ou não, de extraterrestres e naves espaciais tem sido motivo de fascínio, mistério, discórdia e até de medo, por terráqueos, anos a fio. 
Alimentados pela cultura pop e diversos relatos de aparições – e até abduções – vira e mexe os “seres de outros mundo” se tornam pauta. Conosco não podia ser diferente, e não haveria data melhor para tratar do tema do que hoje: Dia Mundial do Disco Voador.
Sim, se a noite de 24 junho, dia de São João, aqui na Terra é iluminada por quadrilhas e fogueiras, outras pessoas preferem voltar seus olhares para objetos – muitas vezes também flamejantes – lá de cima. É justamente destinada a estes estudiosos o Dia Mundial do Disco Voador, data esta em que a ufologia celebra a chegada de sua “era moderna”.
O dia de hoje foi escolhido para tal celebração porque aconteceu nesta mesma data, mas em 1947, um dos eventos mais famosos envolvendo óvnis do mundo – e, inclusive, surgiu dele a própria origem da ufologia. Tudo começou quando o piloto norte-americano Kenneth Arnold viu nove objetos não identificados voando próximo do Monte Rainier, no Estado de Washington, nos Estados Unidos.
Ele descreveu o movimento como “pedras ou discos deslizando na superfície de um lago”. Logo, a imprensa da época chamou o que Arnold viu de “disco voador”. Após este episódio, quase mil relatos de experiências com os chamados Ufos apareceram nas semanas seguintes.
E o caso teve proporções ainda mais grandiosas dias depois, quando uma suposta nave tripulada por extraterrestres teria caído no Estado americano do Novo México. O assunto rendeu, inspirou filmes e se transformou no curioso Caso Rooswell .
E.T. casa?
Para o ufólogo Gevaerd, que concedeu entrevista exclusiva ao DM, a população está mais aberta ao ramo da ciência que investiga os fenômenos ligados a extraterrestres
Hoje, muitos acreditam que o objeto visto por Arnold naquele dia eram pássaros, e o Caso Rooswel ainda é motivo de diversas especulações. Mas, como sabemos, as notícias relacionadas à existência de alienígenas não pararam por aí. No decorrer dos anos, surgiram relatos – inclusive de famosos –, cuja a procedência de tão duvidosa chega a ser cômica. Afinal, quem não se lembra do ET Bilu e sua mensagem para a humanidade buscar conhecimento?
E é justamente neste ponto que vale esclarecer o conceito pelo qual se baseia a ufologia. Pois, ao contrário do que pensam, seus adeptos não acham que qualquer luz no céu veio de outro mundo, mas sim formam um grupo de estudiosos, que, embora ainda sem o aval da ciência, investiga com critério o fenômeno conhecido como um objeto voador não identificado, os famosos OVNIs.
Então, levando em conta seu significado, podemos dizer, com certeza, que os OVNIs realmente existem! Mas é bem verdade que podem ser – e na maioria das vezes são – desde balões meteorológicos a pássaros e lixo espacial, que, dependendo das condições do céu, se assemelham ao imaginário coletivo de como seria um veículo de outro mundo.
“Os ets existem e, enfim,estão se mostrando”
DMRevista — Quando foi que começou a se interessar pela ufologia?
Gevaerd — Comecei a pesquisar desde criança. Tinha 10, 11 anos, mas tinha a mente muito precoce. Com 14 anos já fazia palestras na minha escola e aos 16 fiz a minha primeira palestra pública. Fiz da ufologia a minha vida. Quando vou a hotéis e perguntam minha profissão, eu falo que é a ufologia. E as pessoas respeitam. Acredito que as pessoas estão encarando de outra forma a ufologia. Não existe mais tanto preconceito com os estudiosos.
DMRevista — E por que acha que as pessoas estão recebendo melhor a ufologia?
Gevaerd — Porque hoje a sociedade está mais informada. Avançamos muito na ciência, história e também na ufologia. Mas precisamos levar em conta que a ufologia ainda é um estudo muito recente, completa 68 anos hoje, então, com os anos estamos ganhamos pessoas e estudiosos com mais qualificação e estamos dando respostas mais concretas. Não estamos mais fazendo perguntas. Estamos respondendo que os seres de outro mundo existem e temos como provar.
DMRevista — E como vocês podem provar?
Gevaerd — Hoje temos milhões de testemunhas de pessoas qualificadas. São pessoas que possuem informações técnicas, como engenheiros, militares e pessoas que trabalham com tráfego aéreo, e cujo testemunho não pode ser colocado em dúvida. Temos ainda milhões de fotografias, imagens autenticadas oriundas de softwares confiáveis. Há uma quantidade enorme em nosso acervo que prova, de fato e, enfim, que eles estão se mostrando para nós.
DMRevista — E você já teve alguma experiência neste sentido?
Gevaerd — Sim. Já avistei muitos OVNIs e, também, já passei por um processo de abdução. Isto eu descobri recentemente em uma seção de hipnose regressiva. A abdução ocorreu enquanto em estava dormindo em um quarto de hotel. Tinha feito uma palestra sobre ufos neste dia e tive uma experiência forte de abdução, mas antes só lembrava de uma parte pequena.
DMRevista — O que você lembra?
Gevaerd — Bem, o que me lembro é que estava em uma sala apertada que tinha o teto metálico. E havia vários seres a minha volta. Muitos tinham aquela aparência cinzenta, corpo de uma criança de nove anos, boca, nariz e orelhas pequenas.
DMRevista — Então os extraterrestres que viu possuem aquela aparência clássica dos filmes?
Gevaerd — Existem estas espécies cinza, que são robôs biológicos, que são os responsáveis por fazer os trabalhos braçais. Não são os dirigentes. Os dirigentes são exatamente como nós, mas não possuem rugas e possuem uma aparência mais saudável que a nossa.
DMRevista — Conseguiu entender o que eles queriam com você?
Gevaerd — É complicado falar por telefone e em uma entrevista, mas eu imagino que seja por minha ligação com ufologia. No dia que aconteceu estava falando de abdução e acho que tinha a ver com meu trabalho.
DMRevista — Existe ligação da ufologia com a espiritualidade?
Gevaerd — Sim. E a forma que eu costumo explicar é bem didática. Associo com a Teoria dos Conjuntos da Matemática. Os fenômenos estudados pela espiritualidade fazem uma intersecção com a ufologia. A espiritualidade possui ferramentas para observar estes fenômenos, das quais a ciência sozinha não possui. A espiritualidade é um caminho mais aberto para entender ufologia.
Conheça alguns dos mais famosos casos tidos como experiências alienígenas. (Fonte Bol)
Caso Rooswel (1947, nos EUA)
A cidade de Rooswel, Novo México, é uma das mais icônicas no que diz respeito a alienígenas. Tudo porque uma nave extraterrestre teria caído no local, após ter sido avistada pelo comandante Arnold. A Força Aérea Americana teria encoberto o ocorrido, além de levado os corpos dos UFOs para uma base secreta. O governo norte-americano sempre negou, mas diversas teorias da conspiração surgiram.
ET de Varginha (1996)
A pacata cidade de Varginha, em Minas Gerais, foi sacudida pelo famoso episódio. Tudo aconteceu quando duas irmãs e uma amiga juraram ter avistado, em um terreno baldio, uma criatura marrom, de olhos vermelhos, aparência viscosa e protuberâncias na cabeça. Depois disso, outros relatos de luzes e naves foram reportados. A região ficou conhecida e é visitada até hoje por entusiastas.
Operação Prato (1977)
A cidade de Colares, no Pará, acabou sendo palco para uma operação de 20 oficiais militares que buscavam desvendar estranhos acontecimentos. Duas semanas após sua chegada, luzes começaram a ser avistadas, assim como naves maiores do que prédios. O resultado da investigação não foi amplamente divulgado pelo governo.
Noite Oficial: UFOs no Brasil (1986)
Nada mais, nada menos do que 20 OVNIs acabaram identificados por um radar localizado em Brasília. Diante disso, foram observadas luzes misteriosas nos Estados de Goiás, São Paulo, Rio de Janeiro e Paraná. A Força Aérea chegou a tentar perseguir as naves e o ocorrido nunca foi bem explicado.
Caso Travis Walton (1975, EUA)
O madeireiro Travis Walton protagonizou um dos casos mais famosos de abdução. Ele estava com cinco amigos na Floresta Nacional Apache-Sitgreaves, no Arizona, quando desapareceu. O grupo que estava com Walton acabou sendo acusado de assassinato, até que ele foi encontrado, cinco dias depois, a 80 km de distância, bastante desorientado e com sinais de esgotamento.
Caso Vilas-Boas (1957, MG)
O fazendeiro Antônio Vilas-Boas, do interior de Minas Gerais, teve uma história bastante complexa. Ele jurou, na ocasião, ter sido abduzido por extraterrestres e levado a uma nave com o intuito de… procriar. Ele teria passado quatro horas e mantido relações sexuais com uma humana. Depois, manchas negras apareceram em seu corpo, fruto, segundo médicos, da radiação.
Washington UFO (1952, nos EUA)
Na ocasião, diversos relatos de objetos não-identificados, que seriam naves alienígenas, surgiram. Testemunhas tiraram fotos dos OVNIs, que se concentraram em sobrevoar residências importantes do governo dos EUA, como a Casa Branca. Nenhuma explicação conclusiva foi dada, mas a Força Aérea deu como possibilidades falhas em radar e meteoros.

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