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domingo, 14 de junho de 2009

Bebê anuncia a volta de Jesus

15:55 0

Boato rolando no Orkut:
“Num hospital publico de Itaguaí (RJ) nesse fim de semana que passou, nasceu uma menina com as mãos coladas, como se estivesse orando. Os médicos disseram para os pais que iriam operar as mãos daquela menina com uma simples anestesia. A operação foi muito fácil porque parece que as mãos estavam coladas apenas por uma pele. Mas quando abriram a mão daquela criança… Vocês nem imaginem o que estava escrito… JESUS ESTÁ VOLTANDO! Os médicos começaram a chorar e todos que estavam no hospital. O bairro de Itaguaí está num movimento só. As pessoas que estavam afastadas da igreja estão voltando e outras aceitando Jesus como unico Salvador. Deus trouxe aquela criança ao mundo somente para transmitir aquela mensagem, depois de algumas horas ela morreu. Repasse essa mensagem para o máximo de pessoas que conseguir.”

O hospital local já negou o boato, que foi divulgado por um pastor evangélico até nos EUA. Não é nada novo: lembra o infame bebê de três olhos amaldiçoando a banda Calypso, que provocou enorme repercussão em cidadezinhas pelo país. Pobre Chimbinha.

Se fosse uma menina com as mãos coladas e os dizeres “Chimbinha está voltando”, e um bebê vidente de três olhos dizendo “Feio é o que vai acontecer quando Jesus voltar”, as coisas seriam mais interessantes.



Fonte: ceticismoaberto.com
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segunda-feira, 13 de abril de 2009

Descobertas dezenas de múmias em necrópole do Egito

14:11 0

Uma equipe de arqueólogos egípcios descobriu, no sul do Cairo, um cemitério com dezenas de múmias pintadas de turquesa, ocre e dourado, algumas delas de 4.000 anos, anunciou o diretor de antiguidades egípcias, neste domingo.

"A missão encontrou dezenas de múmias em 53 tumbas cavadas na rocha", disse Zahi Hawass à AFP, acrescentando que "quatro das múmias remontam à 22ª dinastia (931-725 a.C.) e são consideradas das mais belas múmias já descobertas".

Segundo ele, outras datam do Médio Império (2061-1786 a.C.). As múmias, cobertas de linho, estão bem conservadas. A necrópole foi descoberta perto da pirâmide de Ilahun, no Fayum, sul do Cairo.

De acordo com o chefe da equipe, Abdel Rahme el Ayedi, também foi descoberta uma capela funerária, que serviu, provavelmente, até a época romana (30-337 a.C.). A equipe encontrou ainda 15 máscaras pintadas, além de amuletos e cerâmicas.


Fonte: Folha Online

- arquivos do insolito

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quarta-feira, 8 de abril de 2009

GAROTA CHORA SANGUE EM PATNA, ÍNDIA

20:44 0



Uma menina se tornou um santuário na Índia, onde adoradores a veem chorar sangue em vez de lágrimas. Doutores em Patna, no nordeste da Índia, ficaram perplexos com a condição de Rashida Khatoon que derrama lágrimas de sangue várias vezes por dia.

Os homens santos hindus locais a declararam um milagre, e um rebanho de seguidores agora se forma na casa de Rashida, oferecendo presentes como oferecimentos santos para ela e sua família. Rashida disse: "Eu não sinto dor quando acontece, mas é um choque ver sangue em vez de agua."

Fonte: The Sun
-Arquivodoinsolito

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segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

Vaca Sobrevive Após Ser Atingida Por Um Raio

15:24 0

Uma vaca que foi possivelmente atingida por um raio no mês passado em uma propriedade próxima a Gladstone, na Austrália, sobreviveu, mas guarda marcas no corpo, segundo reportagem do jornal australiano "Cairns Post".

Para o professor de geociências Jon Nott, é totalmente possível que o animal tenha recebido uma descarga elétrica. "Vacas são suscetíveis a raios, porque mantêm as quatro patas sobre o solo", disse ele.

No entanto, segundo Jon Nott, frequentemente o animal morre quando é atingido por um raio. Pelas imagens, ele acredita que é possível que a descarga produzida pelo raio tenha entrado pelas patas dianteiras e saído pelas traseiras.

Fonte: G1
leia a notícia completa »

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sábado, 24 de janeiro de 2009

A Tábua De OUIJA

14:48 0
No filme O Exorcista, uma garota é possuída após brincar com uma tábua Ouija, um quadro de plástico ou de madeira, com as letras do alfabeto e números e algumas respostas básicas, como sim ou não. Ao se perguntar coisas à tábua, espíritos fazem mover um ponteiro ou um copo e apontam as respostas.

Nos anos 60, muitas pessoas tornaram-se obcecadas pelas tábuas Ouija, a ponto de fazer suas vendas crescerem mais do que os mais famosos jogos do momento. Foram desenvolvidas originalmente nos Estados Unidos por William e Isaac Fuld por volta de 1900, adaptada de uma versão européia de 1850.

A tábua Ouija é um instrumento paranormal e deve ser encarada com o devido respeito, sendo talvez o mais controverso método de comunicação com os espíritos, principalmente porque pode ser usada por qualquer um sem qualquer preparo ou cuidado especial. Assim, seu uso não é recomendado, pois pode provocar fenômenos mediúnicos sem a presença de um médium experiente.

Um outro fator que desabona o uso de tábuas Ouija é que as mesmas podem colocar um usuário despreparado em contato direto com espíritos de baixo padrão moral, pois são estes que se comprazem em atender aos chamados dos desavisados e descrentes.

Normalmente estes, no início, fornecem informações corretas que podem ser confirmadas. Uma vez estabelecido um elo de confiança, passam a zombar do usuário da tábua, dizendo coisas sobre o futuro que podem comprometer sua tranquilidade.

O uso da tábua Ouija deve ser feito por no mínimo duas pessoas, reunidas numa mesa onde todos possam estar próximos. Os usuários devem então colocar seu dedo levemente sobre o ponteiro e convidar um espírito para tomar parte na sessão.

A partir daí deve-se fazer as perguntas ao espírito de uma maneira repetida e vagarosa. Se algum espírito atender o chamado, o ponteiro se moverá vagarosamente letra por letra, até formar as palavras e a resposta.

Muitos espíritas, paranormais e caçadores de fantasmas crêem que o ponteiro se move pela força dos presentes combinadas com a do espírito que se apresenta, quer seja ele bom ou mau.

Através dos anos, a tábua Ouija foi sendo associada a um instrumento do mau, especialmente por pais e grupos religiosos que afirmam que os jovens ficaram "possuídos" após seu uso. Aparentemente, espíritos mal-intencionados que se fazem passar por bons espíritos vem causando a possessão de crianças e danos emocionais em adultos (até mesmo o suicídio) que usam a tábua Ouija.

Muitos casos existem onde as pessoas acabam por ficar obcecadas pelo uso da tábua, tornando-se dependentes dela para qualquer decisão que venham a tomar.
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sexta-feira, 2 de janeiro de 2009

Cachorro Negro

15:47 0
Afonso era um sujeito alegre que vivia contando piadas. Mesmo assim, alguns de seus colegas desconfiavam de que ele guardava algum segredo. Embora fosse bastante comunicativo, recusava-se a falar do próprio passado. E muitos de seus conhecidos não o consideravam possuidor do melhor caráter deste mundo. Toda à noite, depois do trabalho, Afonso ia para um determinado bar e ficava bebendo, petiscando e passando cantadas nas garotas. Normalmente ele era um dos últimos fregueses a deixar o local. Naquela noite, ele foi o último a sair. Um denso nevoeiro dava à rua deserta um aspecto assustador. Meio bêbado ia tomar o rumo de sua casa quando alguma coisa o fez paralisar-se por uns instantes. Era um cachorro grande, preto, que o encarava com insistência. – Passa! Disse Afonso. Mas o cão não se moveu. Afonso falou mais alto, bateu com o pé no chão, gritou. O animal permaneceu a encará-lo com seus olhos de um tom castanho-amarelado que lhe pareceram algo entre tristes e decididos. O único som que Afonso ouvia, além da própria voz, era o da respiração do cão, que não se moveu. Embora estivesse com um pouco de medo, Afonso deu-lhe as costas e seguiu caminhando em direção a sua casa, que ficava ali perto. Pelo menos, o cachorro não o seguiu – permaneceu estático onde estava. Na noite seguinte, a mesma coisa: ao sair do bar, lá estava o cão negro. Afonso gritou com ele, e ele continuou a fitá-lo de uma forma que parecia desnudar-lhe a alma. Afonso foi-se embora, apreensivo, e o cão continuou no mesmo lugar. A cena se repetiu por várias noites. Numa delas, Afonso saiu do bar com uma lata de cerveja e atirou-a na direção do animal. Nem assim o bicho se moveu. Quando deixava o bar na companhia de alguém, percebeu que não enxergava o cachorro. Mas sempre que saía sozinho ele estava lá, cravando-lhe o olho. Numa determinada noite, após haver tido uma desilusão amorosa, ficou bebendo só até altas horas. Afonso até se havia esquecido do cachorro, por causa de sua irritação. Mas, quando saiu do bar, lembrou-se dele. Havia novamente um denso nevoeiro, comum naquela cidade durante aquela época do ano. A rua estava erma e escura. Afonso olhou em volta. Não viu nem sinal do cão. Respirou aliviado e deu alguns passos na direção de sua casa. Nesse instante, sentiu uma mão pesar sobre seu ombro e se voltou. Deparou-se com dois homens, que tinham o rosto coberto. Um deles mostrou-lhe uma faca. – A carteira ou a vida – disse ele. Afonso demorou um pouco para entender que estava sofrendo um assalto. Os efeitos do álcool o deixavam confuso. Excitado pela bebida, resolveu reagir. Tentou dar um soco no assaltante que estava desarmado. Mas o fato é que mal conseguia se manter em pé, e o sujeito facilmente o derrubaram, preparando-se para começar a chutá-lo. De repente, Afonso viu uma sombra negra se lançar sobre o assaltante e fazê-lo rolar pelo chão. O outro assaltante recuou um pouco, mas depois investiu contra a criatura com a faca. Esta se lançou em sua garganta. O homem soltou um grunhido, o último som que conseguiu emitir, e deixou cair à faca. Afonso ouviu o metal da arma tilintando ao cair na calçada e sentiu o sangue respingar sobre si. Tentou se levantar, mas só conseguiu sentar-se no chão. O cão negro lançou-se sobre o outro assaltante e Afonso viu, com certo horror, que o animal o mordia no rosto, arrancando-lhe parte da face. O infeliz berrou, desesperado. Afonso finalmente conseguiu se levantar e saiu dali, correndo, cambaleando, caindo e tornando a levantar-se, até que finalmente entrou em casa. Seu casaco estava manchado de sangue vermelho-escuro. Livrou-se da peça de roupa e mal teve tempo de chegar ao banheiro, onde vomitou, um pouco por causa da bebedeira, um pouco por causa da cena grotesca que acabara de presenciar. No dia seguinte, esperava ler alguma coisa no rádio ou nos jornais acerca dos assaltantes. Deviam ter morrido. Pelo menos o que tivera a garganta dilacerada pelo cão. Mas não havia uma palavra sequer na imprensa acerca do ocorrido. Bem cedo, passou pela frente do bar, imaginando que ainda haveria vestígios do sangue derramado, mas a calçada estava estranha e impecavelmente limpa. Perguntou ao funcionário da limpeza do bar e a alguns vizinhos. Ninguém sabia de ataque de cachorro ou coisa parecida por ali. Afonso foi trabalhar, mas permaneceu o dia inteiro confuso. Teria sido uma alucinação? Quando chegou em casa, as manchas de sangue em seu casaco pareciam demonstrar o contrário. Resolveu guardá-lo sem lavar, mais para se convencer de que não estava louco do que por qualquer outro motivo. Durante alguns dias, não foi ao bar. Mas, por fim, seus amigos o convenceram de voltar lá, no que sempre fora seu lugar preferido da cidade para um “happy hour”. Acabou ficando até mais tarde e saiu sozinho. Mal cruzou a porta do estabelecimento, divisou, em meio à neblina, a figura conhecida do cachorro preto. Talvez estivesse bêbado demais para ter medo, mas o fato é que o animal provavelmente lhe salvara a vida. – Vem cá – chamou. O cão moveu-se em sua direção. Afonso acariciou-lhe a cabeça. Caminhou lentamente para casa, e o cachorro o seguiu. Afonso abriu o portãozinho do pátio e o deixou acomodar-se na varanda. Na manhã seguinte, o animal permanecia por ali. Deitou-lhe algum resto de comida antes de sair para o trabalho. Porém, naquele mesmo dia, Afonso descobriu, pelos jornais, que havia sido descoberto o corpo em decomposição de um homem, com a garganta dilacerada, e, pela foto que apareceu no jornal, identificou o bandido que o atacara. Não fazia idéia de como o corpo atravessara a cidade e fora parar no matagal onde havia sido encontrado. Porém, lembrando-se de que havia outro bandido, o qual talvez ainda estivesse vivo – vivo, desfigurado pelas mordidas do cão e furioso, resolveu comprar uma arma para se defender, caso o criminoso sobrevivente viesse atrás dele. Adquiriu clandestinamente um revólver que guardou em casa. Daí a algumas noites voltou ao bar e conheceu uma garota. Após algumas doses de bebida e muita conversa, convenceu-a a visitar sua casa. Quando chegaram, Afonso não viu o cão no pátio da frente. Chamou-o, mas ele não apareceu. Não deu importância. Ele e a jovem entraram. Afonso acendeu a luz. De repente, vindo do interior da casa, o enorme cão negro avançou furiosamente. A moça ainda teve tempo de gritar. O animal lançou-se sobre ela, derrubando-a. Afonso tentou afastá-lo, mas o cão rosnou para ele de forma tão assustadora que ele se desesperou. Investiu contra o bicho, que o mordeu, rasgando-lhe a pele da mão esquerda, e voltou a cravar os dentes no peito da moça, de uma maneira tal que parecia querer arrancar-lhe um dos seios. Ela berrava, contorcia-se, mas não conseguia se defender. Diante daquela visão horrível, Afonso buscou o revólver. Apontou-o e hesitou. – Atira! Gritou a mulher. – Por favor, atira! A mão de Afonso tremia, mas ele apertou o gatilho duas vezes. Súbito, o cão largou sua presa e fugiu para o fundo da casa, sem qualquer sinal de ferimento. Afonso correu para a jovem, que ainda lhe lançou um olhar desesperado. Sua roupa estava coberta de sangue. Ele pensou em chamar uma ambulância, mas, mal tirara o telefone do gancho, ouviu fortes batidas na porta: – Polícia! Gritou uma voz masculina. – Abra! Estarrecido Afonso não se moveu. A voz insistiu, e ele pensou em fugir, mas não teve tempo. Dois policiais arrombaram a porta e, antes que ele entendesse o que estava acontecendo, haviam-lhe colocado às algemas. Um vizinho ouvira os tiros e telefonara para a polícia, que acionara uma viatura que se encontrava próxima ao local... Diante do Delegado, Afonso tentava se explicar: – Um cachorro... Meu cachorro a atacou, e eu tive de atirar para tentar salvá-la! O Delegado o olhou com interesse. – Deveras, Sr. Afonso? Pois eu lhe digo que não havia qualquer sinal de dentadas de cachorro no corpo da vítima. – Mas como? Eu vi! O cachorro mordeu... Mordeu os seios dela, e eu tive que atirar nele! O Delegado deu uma gargalhada e o encarou. – Desta vez você arranjou uma desculpa terrivelmente absurda para ter cometido um crime, Afonso Pedroso. Afonso se sentiu confuso. – O quê? Perguntou. – Você não se lembra de mim, Afonso. Mas eu me lembro de você. Faz tempo e foi longe daqui. Eu era apenas um inspetor de polícia. Mas me lembro muito bem de seu ar de deboche, de sua certeza na impunidade. Desta vez você não vai escapar, Afonso. Fez uma pausa e o olhou: – Até porque não é de um único homicídio que você está sendo acusado. O namorado da mulher que você matou também foi assassinado há alguns dias. Era um cara bastante perigoso, e não vou me admirar se você alegar legítima defesa. Mas também não vou acreditar em você. Nem o promotor. E, provavelmente, nem o júri, desta vez. – Quem foi assassinado? Perguntou Afonso, sentindo-se cada vez mais perdido. – O namorado de sua vítima, Afonso. Foi encontrado morto num matagal, há alguns dias. E nós encontramos um casaco seu, na sua casa, com sangue. Tenho certeza de que os exames comprovarão que é o sangue dele. Afonso sentiu-se sem ar. – Mas... – gemeu. – Mas também foi o cachorro que matou aquele homem!... O Delegado deu uma gargalhada. – Cachorro? Que cachorro? A polícia não viu cachorro nenhum em sua casa, Afonso! Afonso estremeceu. O Delegado inclinou-se em sua direção e cravou-lhe o olho. – Desta vez, você vai pagar por estes dois crimes, Afonso Pedroso. Pena que eu não possa mais fazer você pagar por aquele outro... Arrastaram-no à cela da Delegacia. Num canto dela, havia uma janelinha com grades que dava para um pátio interno. Afonso correu para ela, sentindo-se sufocado, e respirou fundo. Então, seus olhos pousaram numa sombra negra, na qual brilhavam duas chamas castanho-amareladas, que o encarava, ofegante, a língua muito rubra balançando no ritmo de sua respiração. De repente, Afonso se lembrou de tudo o que acontecera anos atrás. Tivera um bom advogado e fora absolvido. Obrigara-se a se esquecer. Mas agora, tudo voltava à sua mente, como se houvesse uma explosão, um clarão que lhe incendiasse, na alma, aquelas memórias que ele tentara enterrar com tanto afã. Um empregado de seu pai. Um jovem. Já nem se lembrava por quê. Talvez houvesse sido por ele haver reclamado das regras de trabalho desumanas a que ele e seus companheiros costumavam ser expostos. Afonso e outros dois empregados, mais subservientes, haviam-no encurralado, num canto da fábrica, após o final do expediente. Afonso dera-lhe um soco tão violento que lhe fizera com que dois dentes do infeliz saltassem longe. Depois, enquanto os outros dois o agarravam, Afonso lhe desferira vários pontapés. O jovem cuspia sangue, e Afonso não sabia se era dos dentes arrancados ou se de dentro de seu corpo, de algum órgão interno – e nem lhe importava. Por fim, um dos dois tinha lhe alcançado uma barra de ferro. Afonso batera com ela no jovem até seu braço ficar dormente. Os outros dois empregados haviam-no levado, moribundo, e o tinham soltado a uma boa distância da fábrica. Mas Afonso ficara sabendo que o jovem não tinha resistido aos ferimentos. O cachorro preto latiu, arrancando-o de suas lembranças. Súbito Afonso compreendeu. – Desgraçado! Gritou. – Vagabundo!... Dali por diante, sempre que foi levado a interrogatório, Afonso só pronunciava o que, aos olhos do Delegado, do Juiz e do Promotor, não passavam de palavras sem nexo. Foi considerado louco e internado num manicômio judiciário, onde ficou até o final de seus dias. E, sempre que tentavam falar com ele, dizia coisas sem sentido a respeito do fantasma.

Fonte: O Portal - Lendas Urbanas
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Os Cães Infernais

15:36 0
Há muito tempo atrás, existia um velho chamado Jonas, que morava em uma grande casa na cidade de Laranjeiras. Um dia, Jonas, que tinha muitas dores, foi ao médico. O Ressultado do exame: Câncer. Chateado, Jonas jurou vingança contra todas as pessoas da cidade, culpando-as por causarem seu câncer com sua inveja e sua arrogância contra ele. Jonas tinha quatro cachorros ferozes, que guardavam sua casa dos ladrões. Um dia, para perpetuar sua vingança, ele chamou os cães e recitou um feitiço. Em seguida, ele libertou os animais, que o devoraram. Desde então, os cães continuam vagando pelos esgotos e ruas, com suas coleiras de correntes arrastando no chão. Todos que virem esses quatro cães infernais serão caçados por ele até que eles o devorem, terminando a vingança que seu odioso mestre começou. Se você sair de Laranjeiras, os cães não poderão encontrá-lo, pois devem atacar apenas aqueles que na cidade vivem. Porém, se você olhar diretamente nos olhos vermelhos das bestas antes de fugir, eles continuarão te perseguindo onde quer que você vá.

Fonte: Desconhecida
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sexta-feira, 26 de dezembro de 2008

Casa Mal Assombrada

22:59 0
História enviada por Ricardo Serravallo Junior na cidade de Pinhal do Sudoeste.

Minha familia havia comprado um sitio muito antigo na cidade de Pinhal do Sudoeste, corria uma história na cidade de que a antiga dona da casa havia sido assassinada pelo seu ex-amante a punhaladas dentro de um dos quartos, por isso aquele sitio era assombrado, ninguém deu muita importancia ao facto, achavamos que era coisa de caipira. Já na primeira noite, eu que era completamente incrédulo passei a respeitar todas as lendas e hisória que o pessoal conta pelo Brasil afora. O sitio era bem grande e antigo com uma aparencia sinistra, tinha 4 quartos, a cozinha não era ligada com o casarão antigo, nem o banheiro, por isso a noite eu tive que dar a volta pela casa para conseguir tirar agua do joelho, neste momento pude perceber alguem parado próximo a um arbusto me observando, nem fui ao banheiro, voltei correndo o mais rapido que pude e enfiei-me em baixo dos lençóis, passando a ouvir varios ruidos pelo corredor, arranhando as paredes, e as vezes até uns gemidos de dor, até que de repente tudo ficou no mais absoluto silencio, ouvindo apenas os animais noturno. Quando amanheceu o dia não contei nada a ninguém. O dia estava correndo normalmente, vez ou outra, viamos algum animal andando pelas arvores ou colhendo frutos no chão, a tarde passou e a noite chegou. Eram aproximadamente 2:00hs da manhã, quando o barulho começou novamente, eu tremia todo de medo, a porta do quarto estava entreaberta, como não havia iluminação elétrica no sitio (o sitio era bem antigo, mesmo), minha mãe deixou uma lamparina no meio do corredor, isso fazia com que eu conseguia ver se alguém passava diante do meu quarto, quando percebi alguém andando em direção ao quarto dos meus pais, achei que fosse minha mãe, pulei da cama corri para o corredor, pois estava com medo e tinha um sofá velho no quarto dos meus pais eu achei que minha mãe deixaria eu dormir lá, já que esta seria nossa ultima noite naquele sitio velho e bizarro, assim que alcancei minha mãe no corredor eu a toquei pelo ombro, e tomei um susto enorme, não era a minha mãe, era uma outra mulher em estado de decomposição, no lugar de seus olhos, percebi apenas manchas de sangue, gritei e sai correndo em direção ao meu quarto, joguei-me em cima da cama e a figura monstruosa estava parada na porta do quarto olhando para mim, não me lembro de ter visto meu irmão, porém ouvi seu grito, chamando meu pai, quando olhei novamente em direção da porta, já não havia mais ninguém, segundos depois entraram meu pai e minha mãe no meu quarto, eu contei o que havia acontecido mas eles não se importaram muito, até o meu irmão dizer que havia visto alguem parado na porta do meu quarto, ele achou que fosse minha mãe, e a chamou, mas quando ela virou ele percebeu que não, ele viu que era uma mulher velha e feia com o rosto pálido que parecia que ela estava morta. Parece que quando meu irmão contou essa história, meus pais perceberam que não era pesadelo que eu tive, pois nunca ouvi casos de pessoas que partilham seus pesadelos. Nós ficamos com aquela casa cerca de 3 anos, até que de tanto eu não ir, meus pais resolveram vender o sitio.

Fonte: Desconhecida

Enviada Por εïз ·°¯`·. Mªriana .·´¯°·εïз
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Homem De Capa Preta Assusta Moradores De Cidade Gaúcha

15:21 0

Lenda ou realidade, corre de boca em boca em Santana do Livramento (RS) a notícia de que um homem trajando capa preta ronda casas do município. Por aparecer sempre à noite e assustar mulheres, ele já ganhou um apelido: o "Sufocador da Fronteira". Ele teria feito as primeiras aparições na periferia de Rivera, no Uruguai, mas sem registros de ataque.

Mais recentemente, moradoras de Santana do Livramento teriam visto o homem, mas não há registro de invasões ou feridos. O caso mais grave foi de uma família que, assustada, mudou de residência. A dona-de-casa Mônica Patrícia Teixeira, 36 anos, morava com o marido e os quatro filhos na Vila Safira e transferiu-se para a Vila Santa Rosa há 15 dias.

Na antiga casa, ela relata que recebeu duas visitas do também conhecido como homem de capa preta na mesma noite, uma às 20h e outra às 3h. Na segunda aparição, o sujeito tentou entrar na casa. "Fiquei com medo. Protegi meus filhos e esperei que o homem desistisse".

Investigação

Dois registros de ocorrência foram feitos na Delegacia da Polícia Civil da cidade, com a discriminação de que seriam "ataques do Homem da Capa Preta". Sem conseguir dados concretos sobre as aparições, a investigação encara até agora os registros como folclore. "Infelizmente, temos coisas mais importantes para resolver. O caso do homem da capa preta ainda é uma incógnita para nós", disse o delegado Eduardo Sant'Anna Finn.

O parecer da polícia é o mesmo de outra fatia da população. Para alguns, o personagem virou motivo de festa. Na última sexta-feira (18), um evento no Clube Recreativo da cidade foi temático: "Festa do Homem da Capa Preta". O DJ Cebola vestiu uma capa e ainda havia outra disponível para quem quisesse dançar no palco, valendo um brinde.

"É o que todo mundo está falando. Resolvemos aproveitar a deixa", disse o presidente do clube, Álvaro Dias.

Piada ou realidade, o pastor Valério Silveira, 71 anos, decidiu reagir ao adotar uma medida de emergência para ajudar a proteger os fiéis da Casa de Oração. Ele distribui crucifixos "ensangüentados", pintados de vermelho, afirmando que o objeto afugenta o "sufocador".

Fonte: G1

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quinta-feira, 25 de dezembro de 2008

História Da Hello Kitty

17:21 0
Havia uma menina de cerca de 14 anos q estava em fase terminal de câncer de boca.
Os medicos jah haviam tirado todas as esperanças da familia em relação a cura da garotinha.
A mãe da menina, desesperada, tomou uma decisão insana.
Fez um pacto com o Demonio: consagrou a menina ao Demonio p/ q ele a curasse e como promessa, criaria uma marca q afetaria todo o mundo ( no caso a Hello Kitty).
Posteriormente o Demonio curou a garotinha, e a mãe cumpriu o q havia prometido: criou a Hello Kitty.
A palavra Hello, em ingles quer dizer olá, e a palavra Kitty, de origem chinesa e quer dizer Demonio.
Logo, Hello Kitty quer dizer: Olá Demonio.
Vcs pode perceber q a Hello Kitty naum tem boca, devido ao caso da garotinha ter o cancer de boca.
A Hello Kitty é um simbolo da Nova Era. A Nova Era é uma seita q vai contra todos os princípios de Deus. Ela busca criar simbolos "bonitinhos" para agradar a todos.

Fonte: Orkut.com
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O Espelho

17:16 0
Nancy Fieldman, uma garota bonita e inteligente, de origem humilde, trabalhava em uma mansão na Inglaterra, juntamente com sua mãe por volta do ano 1870.

Segundo a historia, Os senhor, dono da mansão onde Nancy e sua mãe trabalhavam era um homem com sérios problemas de personalidade, um "psicopata" sem escrúpulos, que tratava as duas muito mal, deixando para elas apenas as sobras de seus frequentes banquetes e um quarto frio onde as duas se acomodavam durante a noite, naquela mansão com inúmeros quartos quentes que ficavam trancados para o uso apenas dos hospedes e convidados.

Devido ao tratamento desumano e também a uma anemia profunda, a mãe de Nancy veio a falecer, deixando para sua filha seus únicos bens materiais, uma pequena boneca de pano e um espelho emoldurado em mármore, deixado por seu pai com o seguinte dizer: "Serei o reflexo de tua alma onde quer que esteja" (entalhado na parte inferior do espelho).

Nancy era uma garota tímida, porem muito sorridente, entretanto, com a morte de sua mãe, Nancy entrou em uma forte depressão e queria abandonar a mansão.

O dono da mansão, sabendo de suas intenções, trancou a garota em um porão, de onde ela não podia sair, e o que era pior, a garota passou a ser violentada todas as noites naquele lugar.

Certo dia, cansada desse sofrimento e sentindo muitas dores, Nancy tentou reagir as agressões a que era submetida, dando um golpe com sua boneca de pano na cara do homem. O dono da mansão, muito revoltado com a garota, esbofeteou-a e a asfixiou com a própria boneca.

A garota derrubou o espelho ao se debater e ainda sem ar disse suas ultimas palavras: "Serei o reflexo de tua alma onde quer que esteja"...

Semanas depois o homem foi encontrado com os cabelos completamente grisalhos, morto sem explicação com um pedaço do espelho entre as mãos.

Ate hoje a morte desse homem tem sido um mistério, dizem que muitas pessoas morreram ou ficaram loucas após se apossarem daquele pedaço de espelho, muitos dizem ver o reflexo da pequena Nancy.
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A Lenda do Papai Noel

16:48 0

A figura de Papai Noel surgiu apenas no século XIX. Inicialmente ligada a um bispo chamado Nicolau, que nasceu na Turquia em 280 d.C. O bispo, homem de bom coração, dava presentes aos pobres e conseguiu dotes para moças casarem (uma exigência da época). Foi transformado em santo (São Nicolau) após várias pessoas relatarem milagres atribuídos a ele.

A imagem do velhinho acabou sendo explorada pelo capitalismo para o incremento de consumo que vem da troca de presentes. De qualquer maneira, os anos fixaram a festa como sendo um momento de festa em família e confraternização. Mesmo para algumas religiões que não são a Católica ou as cristãs, a data é lembrada, sem as mesmas proporções, já que Cristo é considerado um profeta para muçulmanos e espíritas.
A associação da imagem de São Nicolau ao Natal aconteceu na Alemanha e espalhou-se pelo mundo em pouco tempo. Nos Estados Unidos ganhou o nome de Santa Claus, no Brasil de Papai Noel e em Portugal de Pai Natal.


São Nicolau foi o inspirador do Papai Noel

Até o final do século XIX, o Papai Noel era representado com uma roupa de inverno na cor marrom. Porém, em 1881, uma campanha publicitária da Coca-Cola mostrou o bom velhinho com uma roupa, também de inverno, nas cores vermelha e branca (as cores do refrigerante) e com um gorro vermelho com pompom branco. A campanha publicitária fez um grande sucesso e a nova imagem do Papai Noel espalhou-se rapidamente pelo mundo. Mas na realidade, o cartunista Thomas Nast, mestre da charge politica americana já havia apresentado no Séc. XIX um Papai Noel com roupas vermelhas ao mundo.


Desenhos do Papai Noel feitos pelo cartunista Thomas Nast no séc. XIX

Atualmente, a figura do Papai Noel está presente na vida das crianças de todo mundo, principalmente durantes as festas natalinas. É o bom velhinho de barbas brancas e roupa vermelha que, na véspera do Natal, traz presentes para as crianças que foram boas e se comportaram bem durante o ano. Ele habita o Pólo Norte e, com sua carroagem puxada por renas, traz a alegria para as famílias durante as festas natalinas. Como dizem: Natal sem Papai Noel não é mesma coisa.

Bibliografia:

http://www.nsrasalette.org.br/natal2001/origemnatal.htm

http://www.suapesquisa.com/historiadopapainoel.htm

- Revista Mundo Estranho nº 57, página 23

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